quarta-feira, 26 de maio de 2010

CAETANO E GIL NO ZIP-ZIP


Caetano Veloso e Gilberto Gil participaram no Zip-Zip de 04 de Agosto de 1969.

Provenientes do Brasil e em viagem para Londres, Gilberto Gil e Caetano Veloso, nomes firmes da música de vanguarda no país irmão explicaram ao público do Zip-Zip o que foi o Tropicalismo e porque o movimento já não existe.

Seguiu-se um "tropicalíssimo show" que o público aplaudiu calorosamente, mas talvez não o bastante para a categoria dos artistas convidados.

"Diário Popular", 03 de Agosto de 1969

MÁRIO CASTRIM E O ZIP-ZIP

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As variedades caiam na rotina, viviam na rotina e para a rotina. Por isso, a rotina não as fixava. Para não variar, as variedades avariavam-se de semana a semana. Sem espírito de missão não pode haver espírito de emissão. Quando muito, haverá o de micção. Dequalquer maneira. E ai de quem vive no r-do-chão...

Dizia-se que era por falta de dinheiro (do tal dinheiro que não faz a felicidade mas proporciona a facilidade...); que era falta de meios técnicos (embora houvesse - e quanto! - a técnica dos "meios"...); que era a podreza do mercado (embora fosse mais evidente o mercado da pobreza).

Dizia-se tudo isto - e eis que tudo isto desaba com a primeira emissão de uma nova rubrica de variedades, "Zip" de seu nome. "Zip" que ainda antes de ontem não possuía nenhum significado - e se carregou de significado a partir de ontem.

De súbito prova-se que era possível o humor; que era possível refrescar as variedades, que era possível a convivência da inteligência e do riso. Com "Zop", inicia-se na Televisão portuguesa, no 13º ano da sua existência, a escalada da naturalidade. Subiu-se um degrau. E embora a escada seja longa, subsiste a realidade: subiu-se um degrau...

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Quer, passadas que foram as duas horas de emissão, om público não haja dado a mínima prova de cansaço, eis a prova cabal da "novidade" de "Zip". O público não se fatigou como poderia temer-se perante a duração de alguns quadros, nomeadamente a entrevista com Almada e a presença do toureiro a haver Manuel Valente. O primeiro, salvou-se pela presença do próprio Almada; o segundo salvou-se pelo trabalho de equipa em que o jovem (oxalá não ex-futuro) toureiro colaborou com todo o fulgor da sua... inexperiência.

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(A propósito, e entre parêntesis: "Zip" terá de evitar o desgradável aproveitamento das pessoas apanhadas de improviso, no fulgor da sua... inexperiência ou da sua inconsciência. A utilização das pessoas, a transformação delas em objecto, paga-se caro. Volta-se, em geral, contra os utentes das pessoas. É a história quem nos ensina isto, e não apenas a história do espectáculo, mas a outra, a que se afundou no vício solitário do H maiúsculo. Se o "Zip" quer manter-se de pé na plataforma da simpatia popular, não deve permitir que o seu humor provoque um riso com auréola de remorso. Que ninguém tenha vergona de ter rido -eis o caminho que "Zip" deve seguir se, como digo, quiser manter-se de pé. Sim, porque viver deitado - é fácil! E cómodo. Os tapetes que o digam).

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Se não a equipa completa do PBX, foi o espírito do PBX que se transferiu para o palco do Villaret. Espírito de PBX no que aí se entende por facilidade de comunicação, pelo sentido da reportagem, pela presença ao vivo das pessoas, pela voz da rua. Isso foi notório no quadro da exposição de Almada Negreiros em plena rua, expressivamente saudada por Rogério Paulo. Ainda bem, portanto, que a colabração Carlos Cruz-Fialho Gouveia não se destruiu.

"Zip", no entanto, pode definir-se como sendo o espírito de PBX+"Horizonte" de Baptista Rosa+o humor de Solnado. PBXHS - eis a fórmula química bem capaz de produzir viva reacção no meio televisivo.

Como bem se percebe, o humor de Solnado foi essencial para o êxito do primeiro "Zip". O seu humor não fabricado, o comentário vivo ou a mímica conhecedora do terreno que pisa. Nós sabemos como a televisão gasta os artistas. Sabemos como os envelhece depressa. Sabemos que a capacidade de renovação dos artistas não pode competir com a capacidade de desgaste do pequeno visor. Até quando poderá Raul Solnado resistir a tamanha usura, mesmo tendo em conta o seu excepcional poder de invenção? Não o sei, ninguém o sabe. A verdade é que os os artistas vivem das reservas que souberam acumular. Deixar que as suas reservas se renovem - é um conselho do grande Malakowski. Durante algumas semanas, Solnado viverá das suas reservas. E depois? Depois começa o grande perigo, começa o grande perigo, começa a grande vontade de fugir. Começam as mãos nas ilhargas do jogador de futebol: cansado.

O problema resolver-se-á, ou atenuar-se-á com a montagem da máquina adequada.

Bob Hope pode ser, nesse aspecto, exemplo vivo. As anedotas com que faz rir (boçalmente, claro) o americano médio são produzidas não por ele - mas pela "sua" máquina.

É urgente, para já, que Solnado de férias ao truque do telefone. Cada artista pode trazer consigo o pântano em que se afunde. O pântano pode chamar-se telefone.

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Dos intervenientes neste primeiro "Zip" pouco há a dizer: foi um "Zip" em rodagem...

Mariema imitou sofrivelmente a Simone e nada mais. Adriano Correia de Oliveira valeu, especialmente, como valor de presença, quer como um símbolo de renovação de processos. A sua primeira canção, alentejana de origem, saiu muito empobrecida de estilização. Ana Faria é uma esperança: deixou um rasto de juventude e sadio entendimento das coisas. Os telespectadores gostariam de tornar a ouvi-la. Célia de Sousa pouco mais fez além do sorriso inicial e da distribuição dos prémios. Nuno Martins foi a actuação destoante deste "Zip": má dicção, falta de naturalidade, nenhum sentido das oportunidades. Um "braços cruzados" e está tudo dito. Nuno Nazaré bem podia ter deixado a viola para quem tivesse nisso algum futuro...

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A realização de Luís Andrade utilizou rodriguinhos de ritmos camamários já muito usados e, portanto, muito capazes de fatigar o telespectador. Por outro lado, não se incorporou no trabalho de equipa. Houve desfasmentos notórios, saltitou demasiado. Não conseguiu ligar as "faenas" - e quando isso acontece, o resultado não é brilhante. O seu melhor período foi o de Almada. Teve o instinto do valor: agarrou-se à máscara do artista, daí só o arrancaram à força e nunca para seu bem.

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Trata-se, como já disse, de um "Zip" em rodagem. Natural é que venha a aprender com a sua experiência. Cono sucede nas "revistas", a "première" saiu demasiado extensa. Não ultrapassar os 90 minutos como no futebol, parece-me boa norma. Aliás, um bom talhe na abertura já ganha tempo precioso...

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Para terminar, um voto: que o "Zip", para usar a expressão de Manuel valente, "seja capaz de parar os pés diante do touro". É desses que o público gosta.

PS

Na vida há destas coisas, como diz o compadre que todos temos. O programa que João Villaret foi das poucas coisas vivas e populares que aconteceram na Televisão Portuguesa. Passaram-se muitos anos antes que surgisse qualquer coisa que pudesse dar-nos oportunidade de falar de vida e de popularidade. Parece que essa oportunidade existe agora - e a ela encontra-se ligado ainda o nome de "Villaret". Não há dúvida: "Zip" nasceu sob bom signo.

Mário Castrim, "Diário de Lisboa", 27 de Maio de 1969

O BONECO DO ZIP


O boneco do ZIP, que era oferecido aos convidados dos programa, foi inventado por um funcionário da RTP, Manuel Pires.

1º ZIP-ZIP FOI HÁ 41 ANOS


O primeiro programa Zip-Zip, na RTP, foi para o ar faz hoje 41 anos!

Participaram na estreia, Fernanda Borsatti, Almada Negreiros, Adriano Correia de Oliveira, Ana Faria, Mariema, Laura Soveral e os conjuntos musicais Zip-Zip e Quinteto Académico+2.

Segundo o "Diário Popular" de 27 de Maio de 1969, o programa surpreendeu o telespectador pela originalidade, pela anti-vulgaridade.

Curiosamente, na madrugada do dia 28, o Quinteto Académico partiu para Lourenço Marques para uma digressão de seis meses por Moçambique, África do Sul, Rodésia e Suazilândia.

Integrado no conjunto, seguiu um novo guitarrista, contratado em Londres e que pertenceu ao agrupamento do cantor John Baldry.

Produzido por Raul Solnado, Fialho Gouveia, Carlos Cruz e Baptista Rosa, o Zip-Zip era transmitido semanalmente, às segundas-feiras, do Teatro Villaret, em Lisboa.

O genérico era de Manuel Pires, a direcção musical de Thilo Krassman.

O indicativo era de Nuno Nazareth Fernandes, executado por José Manuel e Lawrie Brown (do Quinteto Académico) e Quarteto 1111.

Com participação de Nuno Martim (Zé Nuno Martins), o programa tinha cenário de Octávio Ribeiro e direcção de TV de Luís Andrade.

LIVROS DE BEATLES 03


Colaboração de PPBEAT

LIVROS DE BEATLES 02


Colaboração de PPBEAT

LIVROS DE BEATLES 01


Colaboração de PPBEAT

PRIMEIRO SNACK-BAR DO PAÍS


Segundo o "Diário de Lisboa" de 03 de Novembro de 1969, o primeiro snack-bar do País surgiu em 1954 no Rossio, em Lisboa, o Pic-Nic.

O vespertino lisboeta dá conta também de outros estabelecimentos do género nesta estupenda cidade onde todos nós nos acotovelamos gentilmente, como o "Noite e Dia", na avenida Duque de Loulé, com snack, self-service e refeição ao domicílio, e o "Cova da Moura", o mais recente, na Infante Santo.

Uma outra geração, a nova, justifica a existência e a inauguração constante de snack-bares. O snack-bar está dentro do futuro, escrevia o jornal em 1969.

O snack-bar do "Pisca-Pisca", na rua Rodrigo da Fonseca, 121, em Lisboa, foi inaugurado no dia 14 de Novembro de 1960.

terça-feira, 25 de maio de 2010

HOMENAGEM A SÉRGIO BORGES


Cortesia de Daniel Borges, no Funchal

FÁTIMA MORAIS


Este é o primeiro EP, editado em 1970, da senhora minha tia. No ano seguinte, lançou mais dois EPs e ficou-se por ai. Nos almoços de família revelou-se a razão pela qual abandonou tão promissora carreira.

O meu tio tinha dificuldades em tolerar os piropos do público masculino.

Não eram raras as vezes ver a artista no palco a cantar o "Queijo Saloio", o "Ás do Volante" ou outras pérolas do nacional-cançonetismo e o marido à porrada na plateia… belo!

E parece que assim foi... para proteger os fãs do marido, ou vice-versa, abandonou os palcos e dedicou-se à familia que não muito depois passou de 2 para 3 membros.

Bem haja aos dois.

Colaboração de Pedro Brandão, em Ankara

BEATLES EM MADRID


Cortesia de Sgt. Couto, em Madrid

TOP OF THE POPS


FONTANA - P65 005 TE - edição portuguesa

Walk Away Renee - Days Of Pearl Spencer - Something's Gotten Take Of My Heart - I Feel Love Coming On

SÉRGIO GODINHO


GUILDA DA MÚSICA - DP 024 - 1972

Face 1

Barnabé - A Noite Passada - Aprendi a Amar - Eh! Meu Irmão (Ou Mais Uma Canção De Medo) - Porto, Porto

Face 2

O'Neill (Alguns Poemas Com Endereço) - Pode Alguém Ser Quem Não É - Até Domingo Que Vem - Já À Vista Me Fraqueja - O Homem Dos 7 Instrumentos

Gravado no Straberry Studio, em Herouville, França, em Julho de 1972 , sobretudo com músicos franceses.

Capa, gatefold, de José Soares.

"A Noite Passada" é uma das canções mais inspiradas da música popular portuguesa (digo eu).

Adquirido pelo irmão caçula por 188$00 (0,93 €).

PALM BEACH/TÁGIDE


"Diário Popular", 05 de Novembro de 1960

Pelo teor dos anúncios, a gestão era capaz de ser a mesma.

VESPA


"Diário Popular", 14 de Março de 1966

segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUINTETO ACADÉMICO


Pedro Correia Vaz Osório - vive em Cascais. É actualmente estudante do 5º ano de Engenharia. Sempre se dedicou à música. Estudou no Conservatório e depois enveredou pelo caminho da música ligeira. Foi o titular do conjunto de "Pedro Osório", que há verca de 4 anos era um dos melhores grupos. no seu género, em Portugal. Actualmente, tinha outro conjunto no Porto que desfez para ingressar, há cerca de um ano, no Quinteto. Toca piano, cravo, órgão e flauta. Gosta de ler ensaios literários e tudo o que envolve problemas filosóficos. Usa geralmente monóculo. Adora andar de motocicleta e a cavalo. Gosta de filmes de Fellini e Ingmar Bergman. Tem um interesse muito particular pela música clássica particularmente Bela Bartok, Bach e Beethoven.

Jean Henri Sarbib - vive na Rua José Florindo, Lote 7, 1º e nasceu no Porto no dia 22 de Março de 1943. Tem olhos e cabelos castanhos e cicatriz no nariz. Toca contrabaixo. Começou a tocar aos 15 anos. Não recorda a sua primeira aparição em público. O seu hobbie é gastar dinheiro. Gosta de Bill Evans, lagosta, caviar, uísque, gin e a sua ambição é ter bastante "bago" e ser bom músico.

Adrien Marcel Ransy - nasceu em Bruxelas, Bélgica. Toca bateria. Inicialmente, estudou e tirou um curso de electrónica. Logo, porém, se dedicou à música e particularmente ao jazz. Foi o director de um dos mais famosos conjuntos da Europa, há cerca de 5 anos, "Les Cousins", embora esse grupo não tivesse tido muita publicidade em Portugal. Venderam centenas de milhares de discos, mas o conjunto acabou por se desfazer depois de se ter apresentado e sido cabeça de cartaz por três vezes no "Olympia de Paris". Logo a seguir, como baterista de jazz, correu os cinco continentes onde tocou em alguns dos melhores conjuntos do género e onde contactou e trabalhou ao lado dos "gigantes do jazz mundial". Entrou em Maio de 1966 para o Quinteto. Adora guiar. O último carro que teve na Bélgica, um "Jaguar E", ficou desfeito num desastre de que, miraculosamente, se salvou. Gosta também de cinema e particularmente da vida nocturna de "boîte". Gosta de ler livros sobre música e filosofia.

Carlos Fernando Soeiro de Carvalho - nasceu em Lisboa. Estudou e está actualmente matriculado na Faculdade de Direito. Contudo, cedo se dedicou intensamente à música, pondo quase de parte os estudos. Formou um conjunto em Lisboa nos primeiros tempos da sua vida artística. Mas logo começou a dedicar-se à música mais séria e passou a corresponder-se e a estudar pelos métodos dos maiores guitarristas de "jazz" do mundo. Entretanto, passou a tocar com regularidade com os elementos do Quarteto de "jazz" do Hot Club. Por essas provas dadas, foi convidado para entrar para o Quinteto há cerca de 2 anos. É também um valioso orquestrador. Gosta imenso de filmes de "suspense", adora a vida nocturna de "boîtes" e todo o tempo livre é dedicado a estudar e a aperfeiçoar a sua técnica de instrumentista. Gosta muito de pratos e culinária esquisitas.

José Manuel Fonseca - vive na Rua Actor Vale, 15, 1º. Foi inicialmente estudante, depois técnico electrónico. Foi um dos fundadores do primitivo Quinteto e, deste, o único que se manteve até à data. Toca sax-alto, tenor e barítono, clarinete e flauta. As suas preferências traduzem-se em construir e desmanchar aparelhos electrónicos complicados e adora ler livros de quadradinhos. Foi um dos 2 elementos que rapou o cabelo há pouco tempo. Como diversão, gosta de filmes policiais.

Álbum da Canção, nº 59, 01 de Janeiro de 1968

2º E ÚLTIMO EP DOS ROCKS (1968)


DECCA - PEP 1233 - 1968

Don't Blame Me (Paul M Connor) - With Your Hands (Filipe de Andrade) - Hold My Hand (Paul M Connor) - Something's Gotten Hold Of My Heart (Greeaway-Cook)

Os Rocks, de Angola, foram um dos mais significativos grupos yé-yé então portugueses.

A VOZ ESGANIÇADA DA JAMAICANA



SPECTRUM/UNIVERSAL - SPEC2030 - 2010

My Boy Lollipop - Tom Hark - Sweet William - Chilly Kisses - Ooh Ooh (aka Ooo-Ooo) (Jackie & Millie) - Wings Of A Dove - Killer Joe - Be My Guest - Since I Met You Baby (Jackie & Millie) - Don't You Know - My Street - You Better Forget - Pledging My Love (Jackie & Millie) - Bloodshot Eyes - Sugar Dandy - What Am I Living For - Hey Boy, Hey Girl (Millie & Jimmy Cliff) - I'm Blue (Gong Gong Song) (Spencer Davis Group featuring Millie) - Oh Henry - My Boy Lollipop (instrumental version) (Ernest Ranglin & Orchestra)

Durante muito tempo, julgou-se - sabe-se lá porquê - que a harmónica de "My Boy Lollipop" era de Rod Stewart.

Não, não é! Preto no branco, a primeira versão de "Lollipop" é de Jimmy Powell, dos Five Dimensions, que aparece aqui pela primeira vez em CD (é a versão instrumental).

Chris Blackwell, dono da Island, responsável pela ida de Millie para Londres e produtor de "Lollipop", não gostou porém do que ouviu e chamou Pete Hogman, da mesma banda, para o desempenho de que todos nós gostamos.

Já agora, "My Boy Lollipop" (ou "My Boy Lollypop"), da autoria da tripla Johnny Roberts/Morris Levy/Robert Spencer, conheceu a sua versão original em 1957 na interpretação de Barbie Gaye, uma norte-americana de 15 anos, tantos (ou quase) quantos os de Millie.

GEORGE FORMBY


SPECTRUM - 544 281-2 - 2000

Ver alinhamento aqui.

George Harrison foi presidente do clube de fãs de George Formby.

Cortesia de Teresa Lage

LUÍS PINHEIRO FROM PORTUGAL


Record Collector, nº 376, Junho de 2010, pág. 73

NÃO É CABINA TELEFÓNICA, MAS...


... não deixa de ser divertida.

Panjim, Goa, Novembro de 1981

PAULA RIBAS


Colecção Cinema, nº 112, 18 de Novembro de 1965

Cortesia de Luís Futre

FLORESTA DE MOSCAVIDE


Rua Artur Ferreira da Silva, 45, Moscavide.

Faz-se pagar bem, mas não é mau de todo.

domingo, 23 de maio de 2010

GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA


ORFEU - SAT 845 - 1972

Glória, Glória, Aleluia (José Cid) - Lisboa Perto E Longe (José Cid)

Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo

2º EP (1964)


RAPSÓDIA - EPF 5.250 - 1964

Encanto Dos Teus Olhos (P. Lee Stirling/arr. N. Pratas) - Lamento (Nany Pratas) - Já Não Te Quero (Nany Pratas) - Fim De Férias (Nany Pratas)