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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
terça-feira, 11 de outubro de 2011
UMA GERAÇÃO DE ROCK

METRO-SOM - CD 117P - 1997
Dá-me Lume - There You Are (Jafu-mega) - Rocalhão - Kiss You In The Highway (Ananga-Ranga) - Jorge Morreu - Aquela Maria (UHF) - Vai de Roda, Vem de Rock - Stª Apolónia (Ferro & Fogo) - Vampiro da Uva - A Música Vai Estoirar (Xeque-Mate) - Há Que Violentar O Sistema - Eu Não Sei (Aqui D'El Rock)
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sábado, 30 de julho de 2011
1º FESTIVAL DE ROCK PORTUGUÊS
sábado, 9 de julho de 2011
TARAS E MONTENEGRO
quarta-feira, 1 de junho de 2011
2º DISCO DOS XARHANGA (1973)

ZIP ZIP - ZIP 30 047/S - 1973
Great Goat - Smashing Life (In A City)
Ambas as canções têm letra de Carlos Cavalheiro (voz) e música de Júlio Pereira, ex-Petrus Castrus e ex-Playboys (piano, órgão e viola).
Os restantes membros da banda, nesta gravação, são Carlos Patrício (baixo e pedaleira) e Zé da Cadela (bateria).
Great Goat - Smashing Life (In A City)
Ambas as canções têm letra de Carlos Cavalheiro (voz) e música de Júlio Pereira, ex-Petrus Castrus e ex-Playboys (piano, órgão e viola).
Os restantes membros da banda, nesta gravação, são Carlos Patrício (baixo e pedaleira) e Zé da Cadela (bateria).
O produtor foi Victor Mamede.
Os Xarhanga tiveram uma vida muito efémera, em 1973. Banda de heavy metal, deixou apenas dois singles.
O primeiro baterista foi Rui Venâncio que só gravou o primeiro single, também em 1973, "Acid Nightmare/Wish Me Luck" (ZIP ZIP - ZIP 30.043/S).
Na capa do disco, da esquerda para a direita: Júlio Pereira (guitarra e teclas), Carlos Patrício (baixo), Carlos Cavalheiro (voz) e Zé da Cadela (bateria).
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terça-feira, 17 de maio de 2011
ROCK PORTUGUÊS

"Música & Som", Agosto de 1981, 54 págs, 80$00
Número especial de 54 páginas sobre o rock português no início da década de 80, com textos sobre os Tantra, Frodo, Rui Veloso (Nuno Infante do Carmo), NZZN, Sala de Frutas, Street Kids (João Gobern), Adelaide Ferreira, UHF, Taxi, Iodo, Rock & Varius (Ana Rocha), GNR (Ricardo Camacho).
Cortesia de PPBEAT
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
BIOGRAFIA DO POP/ROCK

MOVIEPLAY - MOV 30.367 - 1997
CD1
Page One (Pop Five Music Incorporated) - Esquece (Ekos) - Era Um Biquini Piquinino Às Bolinhas Amarelas (Pedro Osório) - O Júlio É Um Duro (Albatroz) - Let Me Live My Life (Jets) - Meu Amor Vamos Conversar Os Dois (Adelaide Ferreira) - Festival (Arte & Ofício) - A Bananeira (Petrus Castrus) - I'm A Believer (Chinchilas) - Canção da Beira Baixa (Titãs) - Vendaval (Conjunto Nova Onda) - Amar, Viver, Sonhar (Fernando Conde) - O Dia Em Que Te Vi (Diamantes Negros) - Nivran (Conjunto Académico Orfeu) - Cristine Goes To Town (Beatniks)
Page One (Pop Five Music Incorporated) - Esquece (Ekos) - Era Um Biquini Piquinino Às Bolinhas Amarelas (Pedro Osório) - O Júlio É Um Duro (Albatroz) - Let Me Live My Life (Jets) - Meu Amor Vamos Conversar Os Dois (Adelaide Ferreira) - Festival (Arte & Ofício) - A Bananeira (Petrus Castrus) - I'm A Believer (Chinchilas) - Canção da Beira Baixa (Titãs) - Vendaval (Conjunto Nova Onda) - Amar, Viver, Sonhar (Fernando Conde) - O Dia Em Que Te Vi (Diamantes Negros) - Nivran (Conjunto Académico Orfeu) - Cristine Goes To Town (Beatniks)
CD2
Missing You (Sheiks) - Juntos Outra Vez (Victor Gomes) - My Holiday Girl (Mini Pop) - Olhando Para O Céu (Daniel Bacelar) - California Dreamin' (Claves) - Um Mau Rapaz (UHF) - Chevrolet (Strollers) - Totobola (Rock & Varius) - Al's (Psico) - Sansão Foi Enganado (Zeca do Rock) - Os Teus Olhos, Senhora (Charruas) - O Autocarro do Amor (Taras e Montenegro) - Bailinho da Madeira (Demónios Negros) - Festa (Corpo Diplomático) - Page One (Ringsize remis (Pop Five Music Incorporated)
Missing You (Sheiks) - Juntos Outra Vez (Victor Gomes) - My Holiday Girl (Mini Pop) - Olhando Para O Céu (Daniel Bacelar) - California Dreamin' (Claves) - Um Mau Rapaz (UHF) - Chevrolet (Strollers) - Totobola (Rock & Varius) - Al's (Psico) - Sansão Foi Enganado (Zeca do Rock) - Os Teus Olhos, Senhora (Charruas) - O Autocarro do Amor (Taras e Montenegro) - Bailinho da Madeira (Demónios Negros) - Festa (Corpo Diplomático) - Page One (Ringsize remis (Pop Five Music Incorporated)
Costuma dizer-se que "é melhor do que nada" e o chavão tem plena eficácia nesta edição de 1997.
Este duplo CD contém algumas aberrações como a versão espúria de "Missing You" que os Sheiks fizeram para a Boom, a tontaria de "O Autocarro do Amor" ou/e a imbecilidade de uma kingsize remix de "Page One", mas, fora isso, onde poderíamos ouvir os Charruas, Fernando Conde, Psico, Jets, Nova Onda ou Claves? Em mais sítio algum...
Pena é que a Movieplay, que detém a maior parte do catálogo da música portuguesa dos anos 60 e 70, não franqueie os seus arquivos para novas edições que tanta falta fazem.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
AQUI D'EL ROCK

Aqui d´el Rock viveu rápido e bem. Assim o descreve um dos seus membros, Óscar, a voz.
Nunca houve a questão de fazer uma carreira, uma repetição, um enjoo, reforça.
Em conversa com o Som à Letra, Óscar explica que este grupo, que nasceu em 1977, acabou por ser reclamado pelo Punk, ficando mais próximo do punk de raiz americana do que do punk arty de raíz inglesa. Uma caracterização que afirma ter sido reforçada recentemente com um comentário que leu numa publicação inglesa.
O grupo era constituído pelo Óscar (voz), o Alfredo (guitarra), o Fernando (baixo) e o José Serra (bateria) e fez o seu primeiro concerto no C.A.C.O. (Clube Atlético de Campo de Ourique).
Com dois temas, “Há Que Violentar O Sistema” e “Quero Tudo”, os Aqui D´el Rock ficaram registados como a primeira banda punk portuguesa a lançar o seu trabalho para o mercado.
Segundo o site do grupo, dois dos elementos fundadores da banda, José Serra e Fernando Gonçalves, já se tinham juntado em 1972 quando formaram a sua primeira banda no local onde viviam, o Bairro do Relógio (aka Bairro do Cambodja), bairro que viria a tornar-se um dos mais marginais de Lisboa.
A explicação histórica no site oficial do grupo contextualiza a forte postura interventiva deste grupo: “Três anos após a chamada Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974), viviam-se em Portugal grandes transformações, mas também imensas dificuldades a muitos níveis".
O grupo assume essas vivências e escolhe a sua própria filosofia e é com grande naturalidade que os Ad'R acabam por liderar essa corrente apelidada de “boom” do rock português com temas fortes, letras corrosivas e som agressivo.
Devido à sua incómoda postura, a banda foi alvo de censura. Seguiu-se depois um período de grande actividade onde o grupo gravou o segundo single, participou em programas das principais rádios nacionais (Renascença e Comercial), e actuou em vários espectáculos de norte a sul do país.
A banda ainda chegou a dar uma ajuda a algumas das bandas que estavam a dar os primeiros passos. São alguns exemplos : UHF com o concerto no salão da cervejaria “O Canecão” em Cacilhas, Almada; Os Faíscas e UHF na discoteca “Browns” em Alvalade, Lisboa; Xutos & Pontapés e Minas & Armadilhas na escola “D. Pedro V” em Sete Rios, Lisboa; Festival rock luso/espanhol, conjuntamente com os portugueses Tantra e duas bandas do país vizinho no estádio do Sporting Clube Farense, Faro.
À época posicionavam-se contra o sistema, definindo-se como revoltados desde que nasceram e procurando saída na destruição da sociedade para construir outra melhor.
É mesmo assim? Sim, search and destroy e o sonho de um mundo diferente. Mas este é o meu ponto de vista. Não é comum aos quatro elementos e ainda bem, explica Óscar ao Som à Letra.
Mais de 30 anos depois do aparecimento deste grupo torna-se muito pertinente questionar se este espirito combativo ainda se mantém.
A história apenas se repete como farsa e a seguir como tragédia (creio que é uma frase do "18 do Brumario") Os combates são diferentes mas infelizmente no essencial é o mesmo”, remata. “A visão radical que apresentámos foi continuando como tal, mudando e hoje percebemos que é uma questão viral , conclui.
Nos dias de hoje, os elementos que criaram este grupo deixaram a música , mas não totalmente. Durante anos cada um seguiu o seu percurso. Três elementos do grupo voltaram ao contacto após 25 anos e segundo Óscar, com coisas para dizer.
Três de nós e depois dois resolvemos escrever um livro ("Livro da Alma") com música sob o nome de haalma, que fala dos levantamentos populares que se desenham no horizonte.
Na verdade, explica, o grupo sempre foi internacionalista e no início do "Livro da Alma" explicam que foram procurar respostas nos montes do Atlas. Mas não esperávamos que estes movimentos partissem dessa zona do globo (Norte de Africa).
Deixamos ainda um pouco de história deste grupo documentada no seu site, através deste inventário de concertos e gravações que a banda efectuou no seu curto percurso:
Concertos:
29/04/1978 - Lisboa, Pavilhão do Clube Atlético de Campo de Ourique
Nunca houve a questão de fazer uma carreira, uma repetição, um enjoo, reforça.
Em conversa com o Som à Letra, Óscar explica que este grupo, que nasceu em 1977, acabou por ser reclamado pelo Punk, ficando mais próximo do punk de raiz americana do que do punk arty de raíz inglesa. Uma caracterização que afirma ter sido reforçada recentemente com um comentário que leu numa publicação inglesa.
O grupo era constituído pelo Óscar (voz), o Alfredo (guitarra), o Fernando (baixo) e o José Serra (bateria) e fez o seu primeiro concerto no C.A.C.O. (Clube Atlético de Campo de Ourique).
Com dois temas, “Há Que Violentar O Sistema” e “Quero Tudo”, os Aqui D´el Rock ficaram registados como a primeira banda punk portuguesa a lançar o seu trabalho para o mercado.
Segundo o site do grupo, dois dos elementos fundadores da banda, José Serra e Fernando Gonçalves, já se tinham juntado em 1972 quando formaram a sua primeira banda no local onde viviam, o Bairro do Relógio (aka Bairro do Cambodja), bairro que viria a tornar-se um dos mais marginais de Lisboa.
A explicação histórica no site oficial do grupo contextualiza a forte postura interventiva deste grupo: “Três anos após a chamada Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974), viviam-se em Portugal grandes transformações, mas também imensas dificuldades a muitos níveis".
O grupo assume essas vivências e escolhe a sua própria filosofia e é com grande naturalidade que os Ad'R acabam por liderar essa corrente apelidada de “boom” do rock português com temas fortes, letras corrosivas e som agressivo.
Devido à sua incómoda postura, a banda foi alvo de censura. Seguiu-se depois um período de grande actividade onde o grupo gravou o segundo single, participou em programas das principais rádios nacionais (Renascença e Comercial), e actuou em vários espectáculos de norte a sul do país.
A banda ainda chegou a dar uma ajuda a algumas das bandas que estavam a dar os primeiros passos. São alguns exemplos : UHF com o concerto no salão da cervejaria “O Canecão” em Cacilhas, Almada; Os Faíscas e UHF na discoteca “Browns” em Alvalade, Lisboa; Xutos & Pontapés e Minas & Armadilhas na escola “D. Pedro V” em Sete Rios, Lisboa; Festival rock luso/espanhol, conjuntamente com os portugueses Tantra e duas bandas do país vizinho no estádio do Sporting Clube Farense, Faro.
À época posicionavam-se contra o sistema, definindo-se como revoltados desde que nasceram e procurando saída na destruição da sociedade para construir outra melhor.
É mesmo assim? Sim, search and destroy e o sonho de um mundo diferente. Mas este é o meu ponto de vista. Não é comum aos quatro elementos e ainda bem, explica Óscar ao Som à Letra.
Mais de 30 anos depois do aparecimento deste grupo torna-se muito pertinente questionar se este espirito combativo ainda se mantém.
A história apenas se repete como farsa e a seguir como tragédia (creio que é uma frase do "18 do Brumario") Os combates são diferentes mas infelizmente no essencial é o mesmo”, remata. “A visão radical que apresentámos foi continuando como tal, mudando e hoje percebemos que é uma questão viral , conclui.
Nos dias de hoje, os elementos que criaram este grupo deixaram a música , mas não totalmente. Durante anos cada um seguiu o seu percurso. Três elementos do grupo voltaram ao contacto após 25 anos e segundo Óscar, com coisas para dizer.
Três de nós e depois dois resolvemos escrever um livro ("Livro da Alma") com música sob o nome de haalma, que fala dos levantamentos populares que se desenham no horizonte.
Na verdade, explica, o grupo sempre foi internacionalista e no início do "Livro da Alma" explicam que foram procurar respostas nos montes do Atlas. Mas não esperávamos que estes movimentos partissem dessa zona do globo (Norte de Africa).
Deixamos ainda um pouco de história deste grupo documentada no seu site, através deste inventário de concertos e gravações que a banda efectuou no seu curto percurso:
Concertos:
29/04/1978 - Lisboa, Pavilhão do Clube Atlético de Campo de Ourique
06/05/1978 - Cacia
27/05/1978 - Barreiro, Casquilhos
03/06/1978 - Leiria
08/07/1978 - Lisboa, Coliseu (1ª parte de Eddie & Hot Rods)
05/08/1978 - Faro, Estádio de S. Luís
29/09/1978 - Condeixa-a-Nova
21/10/1978 - Covilhã
18/11/1978 - Lisboa, Brown's Club
24/11/1798 - Lisboa, Cine-Teatro da Encarnação
03/02/1979 - Águeda
10/02/1979 - Castelo Branco
17/02/1979 - Almada, Canecão
29/04/1979 - Tomar
05/05/1979 - Lisboa, Liceu D. Pedro V
12/05/1979 - Chaves
26/05/1979 - Coimbra, Olivais
23/02/1980 - Lisboa, Pavilhão de "Os Belenenses" (1ª parte de Wilko Jonhson)
18/04/1980 - Paço de Arcos, Escola Náutica
25/04/1980 - Lisboa, Alameda da Universidade
17/05/1980 - Porto, Pavilhão do Infante de Sagres (1ª parte Lene Lovich)
18/05/1980 - Cascais, Pavilhão do Dramático (1ª parte de Lene Lovich)
06/06/1980 - * Porto, Pavilhão do Infante de Sagres (1ª parte de Uriah Heep) * O grupo esteve presente, o contrato foi pago mas não houve actuação
12/06/1980 - Lisboa, antiga F.I.L.
14/11/1980 - Lisboa, Pavilhão de Alvalade (1ª parte de Cheap Trick)
03/04/1981 - Caldas da Rainha
11/04/1981 - Lisboa, Clube Oriental de Lisboa
23/04/1981 - Lisboa, Rock Rendez Vous
11/07/1981 - Glória do Ribatejo
18/12/1981 - Vila Franca de Xira (Mau-Mau)
Gravações:
09/06/1978 - 1º single; Estúdios Arnaldo Trindade, Lisboa
Gravações:
09/06/1978 - 1º single; Estúdios Arnaldo Trindade, Lisboa
09/08/1978 - Video-clip "Há Que Violentar O Sistema", RTP (Filmagens na zona dum palacete em ruínas junto ao Hospital Curry Cabral, Lisboa)
1979 - 2º single; Estúdios Arnaldo Trindade, Lisboa
15-16-28/12/1981 & 04/01/1982 - Single "Mau-Mau"; Estúdios Arnaldo Trindade, Lisboa
Colaboração de Gabriela Chagas
Colaboração de Gabriela Chagas
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
CONCHA

EMI - E 006-40 486 - 1979
Qualquer Dia, Quem Diria (António Pinho/Nuno Rodrigues
Arranjo e direcção de orquestra de Javier Iturralde, produção de António Pinho e Nuno Rodrigues.
Qualquer Dia, Quem Diria (António Pinho/Nuno Rodrigues
Arranjo e direcção de orquestra de Javier Iturralde, produção de António Pinho e Nuno Rodrigues.
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
"ÓCULOS DE SOL" A 16 DE AGOSTO

Primeira prova da capa da colectânea "Óculos de Sol", a editar pela iPlay no dia 16 de Agosto
CD1
Milena (Conjunto Académico João Paulo) - Vinte Anos (Green Windows) - Óculos de Sol (Natércia Barreto) - O Vento Mudou (Eduardo Nascimento) - Verão (Carlos Mendes) - Lonely Lost And Sad (Sheiks) - Serás Tu Para Mim? (Conchas) - Tchim Tchim (Conjunto Mistério) - Se Eu Enlouquecer (Daniel Bacelar) - Au Revoir Sylvie (Duo Ouro Negro) - Uma Canção Tal Como A Flor (Grupo 5) - Não Convém (José Cid) - Marionette (Simone de Oliveira) - Nunca Me Esquecerei (Trio Odemira) - Dona Vitória (Quarteto 1111)
CD2
Hoje (Demónios Negros) - Oh! (Mafalda Sofia) - É Tão Bom Amar (António Calvário e Madalena Iglésias) - Twist Para Dois (Zeca do Rock) - Menina dos Telefones (Maria José Valério) - Kanimambo (João Maria Tudella) - São Francisco (Marco Paulo) - Missing You (Sheiks) - Eu Tão Só (Conjunto Académico João Paulo) - É Verão (Duo Ouro Negro) - Férias (Conchas) - Sabor A Sal (António Calvário) - Triste E Só (Natércia Barreto) - Miudita (Daniel Bacelar) - Sem Ti Não Sei Viver (Conjunto Mistério)
Dentro do possível, o compromisso entre o mais conhecido e o menos conhecido, entre o yé-yé e o nacional-cançonetismo, uma mistura explosiva que, 4 décadas depois, se pode tolerar.
Destaque para uma dúzia de raridades pela primeira vez em CD.
CD1
Milena (Conjunto Académico João Paulo) - Vinte Anos (Green Windows) - Óculos de Sol (Natércia Barreto) - O Vento Mudou (Eduardo Nascimento) - Verão (Carlos Mendes) - Lonely Lost And Sad (Sheiks) - Serás Tu Para Mim? (Conchas) - Tchim Tchim (Conjunto Mistério) - Se Eu Enlouquecer (Daniel Bacelar) - Au Revoir Sylvie (Duo Ouro Negro) - Uma Canção Tal Como A Flor (Grupo 5) - Não Convém (José Cid) - Marionette (Simone de Oliveira) - Nunca Me Esquecerei (Trio Odemira) - Dona Vitória (Quarteto 1111)
CD2
Hoje (Demónios Negros) - Oh! (Mafalda Sofia) - É Tão Bom Amar (António Calvário e Madalena Iglésias) - Twist Para Dois (Zeca do Rock) - Menina dos Telefones (Maria José Valério) - Kanimambo (João Maria Tudella) - São Francisco (Marco Paulo) - Missing You (Sheiks) - Eu Tão Só (Conjunto Académico João Paulo) - É Verão (Duo Ouro Negro) - Férias (Conchas) - Sabor A Sal (António Calvário) - Triste E Só (Natércia Barreto) - Miudita (Daniel Bacelar) - Sem Ti Não Sei Viver (Conjunto Mistério)
Dentro do possível, o compromisso entre o mais conhecido e o menos conhecido, entre o yé-yé e o nacional-cançonetismo, uma mistura explosiva que, 4 décadas depois, se pode tolerar.
Destaque para uma dúzia de raridades pela primeira vez em CD.
Curiosidade: a capa é um postal ilustrado da Praia Verde (Algarve) de 19 de Setembro de 1968.
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terça-feira, 1 de junho de 2010
AQUI D'EL-ROCK

RAVEP UP RECORDS - EPR01 - edição italiana (2007)
Há Que Violentar O Sistema - Eu Não Sei - Quero Tudo - Dedicada (A Quem Nos Rouba)
EP em vinil vermelho com os temas dos dois singles desta banda punk portuguesa do final dos anos 70.
A Rave Up italiana entretém-se a editar raridades punk desse mundo fora…. bem haja!
Os singles originais custam uma fortuna, mas estas edições, apesar de esgotadas na editora, arranjam-se em conta.
Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo
Há Que Violentar O Sistema - Eu Não Sei - Quero Tudo - Dedicada (A Quem Nos Rouba)
EP em vinil vermelho com os temas dos dois singles desta banda punk portuguesa do final dos anos 70.
A Rave Up italiana entretém-se a editar raridades punk desse mundo fora…. bem haja!
Os singles originais custam uma fortuna, mas estas edições, apesar de esgotadas na editora, arranjam-se em conta.
Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo
quinta-feira, 13 de maio de 2010
GENTE
sexta-feira, 30 de abril de 2010
FABULOSO ALEX
segunda-feira, 26 de abril de 2010
ANANGA RANGA
METRO-SOM - LP 147 K - 1980
Lado A
Queen's Jail (Manuel Barreto/Luís Firmino) - Kiss You in the Highway (Luís Firmino/Manuel Barreto) - Lots of Miles Away (Manuel Barreto) - Madness (Luís Firmino) - Estranha (Luís Firmino)
Lado B
Privado (Vasco Alves) - Umnidade - a) Espaço Branco (Manuel Barreto) b) Saudade (Alfredo Nascimento) - Funky Fonky (Luís Firmino) - Libra (Manuel Barreto)
Colaboração de Aristides Duarte
domingo, 4 de abril de 2010
ANANGA RANGA
METRO-SOM - LP146-S - 1979
Lado A
Rocalhão (Manuel Barreto) - Joana (Manuel Barreto) - América (Luís Firmino)
Lado B
Regresso às Origens (Luís Firmino) - De Novo a Velho (Manuel Barreto) - Cúria (Manuel Barreto) - Bolero (Vasco Alves)
Colaboração de Aristides Duarte
segunda-feira, 22 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
UMA PERSPECTIVA QUE DESAPARECEU
quarta-feira, 3 de março de 2010
VICTOR ESPADINHA
Nesta noite, eu e o Victor Espadinha apanhámos uma bezana de tal maneira, que acabámos a cantar jazz, quer dizer, jazz dizia ele, porque aquilo não era jazz algum, apenas grunhidos.
Depois deste espectáculo, nunca mais o vi.
Os Sheikssom acabaram por não o acompanhar, porque ele disse que não tinha tempo para ensaiar, levou uma K7 e fez playback.
Colaboração de Carocha (Victor Duarte), dos Electrónicos
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
1º LP DE CARLOS ALBERTO VIDAL

IMAVOX - IM 30 008 - 1977
Face A
Corpo De Mulher Sem Mal (Changri-Lá) - Venho Por Cristo Dizer - Bárbara - Emanuel
Face B
O Meu Nome Somos Nós (Maharaj-Ji) - Luísa Vai Para A Escola - Era Uma Vez Uma Flor - Mariazita - Nascer
Primeiro LP de Carlos Alberto Vidal, mais tarde conhecido como Avô Cantigas.
Participação de Nuno Pimentel, colaboração de Rui Pedroso e Maria Luísa. Instrumentos e coros: Mané, Necas, Rakar, Zé Alberto, Carlos Alberto Vidal, Rui Cardoso, Correia Martins e Rogério Barroso.
Direcção musical de Carlos Alberto Vidal.
Cortesia de Carlos Alberto Vidal
Face A
Corpo De Mulher Sem Mal (Changri-Lá) - Venho Por Cristo Dizer - Bárbara - Emanuel
Face B
O Meu Nome Somos Nós (Maharaj-Ji) - Luísa Vai Para A Escola - Era Uma Vez Uma Flor - Mariazita - Nascer
Primeiro LP de Carlos Alberto Vidal, mais tarde conhecido como Avô Cantigas.
Participação de Nuno Pimentel, colaboração de Rui Pedroso e Maria Luísa. Instrumentos e coros: Mané, Necas, Rakar, Zé Alberto, Carlos Alberto Vidal, Rui Cardoso, Correia Martins e Rogério Barroso.
Direcção musical de Carlos Alberto Vidal.
Cortesia de Carlos Alberto Vidal
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
OS PLAY-BOYS DE JÚLIO PEREIRA

Agradar ao público mais exigente não é para toda a gente. Mas, na opinião de João Seixas e Jorge Sebastião, esse é o objectivo do agrupamento musical "The Play-Boys".
A próxima saída do seu primeiro single deverá assinalar a confirmação da nova fase deste conjunto.
Com efeito, , "The Play-Boys" nasceu há cinco anos, mas uma nova e muito pessoal concepção de melodia poder-lhe-á abrir novas perspetivas.
O "novo" quarteto tem dividido a sua actividade entre actuações em festas de fim de ano, de faculdades, liceus, etc.
O single que aparecerá brevemente inclui criações dos próprios elementos do conjunto: "Because I Hate You", de João Seixas, e "Little Rosy", de Júlio Pereira (alguém já viu este single?).
João Seixas e Jorge Sebatião são os dois únicos elementos que restam da primeira fase de existência do "The Play-Boys": o primeiro tem 21 anos, toca bateria e é também vocalista. Escreveu e compôs os principais êxitos do conjunto; jorge senastião, 21 anos, é o viola-baixo e toca qualquer tipo de viola. Para os amigos, Júlio Pereira, de 18 anos, é o "Pêras". É o autor dos sons da viola-solo e do órgão. O organista do do quarteto chama-se Sérgio Spínola Gonçalves e tem 18 anos. Frequenta o sétimo ano do liceu, mas os seus conhecimentos musicais permitem-lhe tocar também viola, flauta e percussão.
in "Flama", nº 1232, 15 de Outubro de 1971
A próxima saída do seu primeiro single deverá assinalar a confirmação da nova fase deste conjunto.
Com efeito, , "The Play-Boys" nasceu há cinco anos, mas uma nova e muito pessoal concepção de melodia poder-lhe-á abrir novas perspetivas.
O "novo" quarteto tem dividido a sua actividade entre actuações em festas de fim de ano, de faculdades, liceus, etc.
O single que aparecerá brevemente inclui criações dos próprios elementos do conjunto: "Because I Hate You", de João Seixas, e "Little Rosy", de Júlio Pereira (alguém já viu este single?).
João Seixas e Jorge Sebatião são os dois únicos elementos que restam da primeira fase de existência do "The Play-Boys": o primeiro tem 21 anos, toca bateria e é também vocalista. Escreveu e compôs os principais êxitos do conjunto; jorge senastião, 21 anos, é o viola-baixo e toca qualquer tipo de viola. Para os amigos, Júlio Pereira, de 18 anos, é o "Pêras". É o autor dos sons da viola-solo e do órgão. O organista do do quarteto chama-se Sérgio Spínola Gonçalves e tem 18 anos. Frequenta o sétimo ano do liceu, mas os seus conhecimentos musicais permitem-lhe tocar também viola, flauta e percussão.
in "Flama", nº 1232, 15 de Outubro de 1971
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