Mostrar mensagens com a etiqueta Yé-Yé de Moçambique. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Yé-Yé de Moçambique. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

IRMÃS MUGE


DECCA - PEP 1362 - 1971

Pastorela (Irmãs Muge) - Muianá (popular) - Menina dos Cabelos Loiros (Irmãs Muge) - Contraste (Irmãs Muge)

Arranjos e direcção Musical de Pedro Osório.

Primeiro disco de Amélia Muge.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

CONJUNTO RENATO SILVA


ALVORADA - MEP 60302

Macala (Artur Fonseca) - Tsotsi (Samuel Dabula/Renato Silva) - Tyhabani (Samuel Dabula/Renato Silva) - Batuque (Fernando de Moçambique)

O conjunto era formado por Renato Silva (piano), Boni (vibrafone), Fausto (contrabaixo), Eduardo Pereira (bateria e vocalista), Sita Fernandes (canto), Manuel e Arlindo (ritmo).

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

EU SEI


ORFEU - ATEP 6193

Eu Sei ("I'll Be Back", Lennon/McCartney) - Hungry For Love - Stop, Look And Listen - She Only Wants A Friend

Os Night Stars, conjunto moçambicano, eram formados por Alex Rodrigues (piano, viola ritmo), Mário Sousa (viola solo), Noel Cardoso (viola baixo) - Dino Antunes (bateria) e Bob Woodcock (voz).

Este é o seu 3º e último EP, do qual Jota Marques fez uma irrepreensível cópia em CD.

Sucesso extraordinário em todas as actuações na Metrópole, comprovando a sua inegável categoria, o conjunto "Night Stars" interpretando maravilhosamente a composição "Eu Sei", conquistou não só o público lisboeta, bem como o prémio da melhor interpretação de música portuguesa.

Este segundo EP agora gravado em Lisboa com o patrocínio da Discoteca da Companhia Ultramarina de Comérico, Lda, em Lourenço Marques, demonstra uma vez mais, as possibilidades dos cinco jovens que formam o conjunto "Nigh Stars".


Um êxito será concerteza este novo disco, já que reune todas as condições para incontestevelmente enriquecer a sua discoteca.


Texto na contracapa de F. Resende

Ver aqui mais informação sobre os Night Stars.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

OS BEATNICKS DE MOÇAMBIQUE


Os Beatnicks foram um grupo musical originário de Lourenço Marques/Moçambique, idealizado e criado pelo seu primeiro e excelente vocalista, Carlos Duarte (aka Ass), formado em meados de 1965, tendo ao longo da carreira sofrido várias metamorfoses, como na generalidade dos grupos. 

Por volta de 1965, já Carlos Duarte andava a congeminar o nome para um grupo, influenciado especialmente pelos Beatles, pretendendo para tal, um nome algo semelhante. 

Em termos sociais, os “beatniks” foram um movimento sócio-cultural iniciado nos anos 50 e princípios dos anos 60 que subscreveram um estilo de vida anti-materialista, na sequência da 2.ª Guerra Mundial.

O autor Jack Kerouac introduziu a frase "geração Beat" em 1948, generalizada do seu círculo social para caracterizar o submundo da juventude anti-conformista, reunida em Nova Iorque naquele tempo.

Foi sem dúvida um “movimento” existencialista, com maior incidência nos EUA e na Europa e com claras influências sociais, como por exemplo no modo de vestir (roupa apertada, de cor escura, botas apertadas e esguias, calças pretas), em que a juventude gostava de mostrar a sua oposição às regras estabelecidas.

Os locais de encontro eram os chamados “Beat” e, como tal, “Beatniks”, que elegeram como suas estrelas, Bob Dylan e outros músicos do mesmo estilo.

Carlos, acabou por copiar o nome, acrescentando-lhe no entanto um “c” ao “k”, ficando finalmente Beatnicks.

Os dois primeiros elementos dos Beatnicks foram Carlos Duarte (vocalista) e Jorge Estrela (baixista) que se tinham conhecido aproximadamente entre 1964 e 1965. O conhecimento surgiu através de um amigo comum, Zé Gonçalves (o Merceeiro).

Carlos e Estrela eram apaixonados por guitarras e ambos adoravam Bob Dylan e canções de protesto.

Em 1966, conheceram Ricardo Fernandes que gostava de tocar bateria (embora, até então, se tivesse sentado muito pouco tempo em frente de uma).  Passaram-se uns meses e no final de 1966 decidiram que iriam tocar numa festa de fim de ano.

O irmão de Carlos Duarte (Tomaz) entrou em contacto com o dono (o grego) do restaurante/salão de chá Kassimatis, na Matola (localidade na periferia de Lourenço Marques), para formalizar a actuação do grupo.

Nessa altura, faltava menos de um mês para o Ano Novo (66/67) e Carlos conheceu Zeca Vedor, elemento ligado à Associação Africana da cidade e que tocava viola ritmo. Por sua vez, Zeca tinha também um amigo músico, Faruk, excelente viola solo e, sem dúvida, o mais capaz como músico.

Nesta altura, a formação original do grupo era a seguinte: 

Carlos Duarte – vocalista 
Jorge Estrela – viola-baixo (estudante universitário) 
Ricardo Fernandes – baterista 
Faruk – viola-volo (talentoso guitarrista) 
Zeca Vedor – viola-ritmo 

Começaram a ensaiar em casa do Ricarde (junto ao Hotel Girassol), mas os instrumentos eram precários e praticamente inexistentes, assim como a aparelhagem de som. Tocavam com violas acústicas, cantando as músicas em voga que passavam na LM Radio, os últimos êxitos do hit parade, como os Beatles, os Rolling Stones, os Monkees e outros grupos beat da época. 

Na noite da passagem de ano conseguiram arranjar uma bateria emprestada, meio “fanhosa” que pertencia à Associação Africana. Descobriram também um microfone com uma coluna no Restaurante Kassimatis. O seu repertório era diminuto e cingia-se a cerca de 20 músicas, sendo uma ou duas de Roberto Carlos.

Foi com esse repertório que tocaram toda a noite e os clientes presentes dançaram, cantaram, divertiram-se e gostaram da “banda”.

No dia seguinte, pela cidade, começou o falatório sobre o grupo do “ASS”, entre a juventude laurentina.

Pouco depois, Carlos Duarte apercebeu-se que Joe Mendes (que tinha sido vocalista dos Corsários, um famoso grupo da cidade) e que nessa altura se andava a candidatar a “empresário”, queria falar com ele. No encontro, Joe questionou Duarte se o grupo gostaria de actuar no primeiro “Encontro da Juventude” que iria realizar-se no Pavilhão do Sporting de Lourenço Marques, no dia 22 de Janeiro de 1967.

Mais uma vez a decisão e a preparação se tornava difícil, uma vez que a falta de uma aparelhagem e instrumentos capazes se mantinha. Mas a ideia foi para a frente e a participação do grupo correu bem e com sucesso. O público invadiu o recinto com gritos efusivos de alegria e com cartazes! Uma das músicas que mais impacto teve nesse show foi “Ticket To Ride”, dos Beatles e segundo Carlos Duarte, a casa veio a baixo! 

Os Beatnicks originais duraram menos de um ano e tinham a composição já referida. No entanto, o conjunto “quebrou” no final de 1967, quando do referido Concurso Yé Yé “Encontro da Juventude”, promovido pelo M.N.F., tendo ficado na 5ª posição. Começaram a surgir ofertas e propostas para Carlos Duarte se juntar a outras bandas mais prestigiadas e profissionais e este acabou por se juntar aos Corsários que nessa época já tinham bastante fama e sucesso.

Sem dúvida que o êxito inicial do grupo se deveu essencialmente à perseverança e ao impacto do seu excelente e endiabrado vocalista Carlos Duarte, um showman por natureza: extrovertido, meio “desatinado”, sempre disposto a saltar do palco e permanentemente acrescentando mais alguma coisa às suas actuações, diversificando, inovando, colocando o seu cunho pessoal, a sua assinatura em cada música, em cada actuação e interpretação das músicas em voga.

Os temas eram cantados com alma, com o som e a harmonia aproximados ao original, com um toque de rock progressivo e soul como em “Nineteenth Nervous Breakdown”, dos Stones que punha o público em delírio

Mesmo com o regime político vigente na época, a juventude queria quebrar as correntes…O ambiente nacional (guerra colonial) e o internacional (Vietnam) fazia com que a juventude se apercebesse das mudanças em curso. “With God On Our Side”, de Bob Dylan era uma espécie de hino, a desafiar os poderes estabelecidos. 

Carlos Duarte deslocou-se também à cidade da Beira, acompanhado pela sua guitarra acústica e actuou num show, cantando com sucesso “The House Of Rising Sun”…foi uma pequena loucura, segundo nos confidenciou.

Se é verdade que com a saída nesse ano de Carlos Duarte para os Corsários foi um rude golpe para o grupo, os Beatnicks no entanto não baixaram os braços nem pararam, dando continuidade ao projecto. 

Assim, entra Duarte Nuno (estudante e posteriormente membro da "Onda Pop", suplemento musical do jornal Notícias de Lourenço Marques) para vocalista, onde permanecerá por pouco tempo (cerca de 6 meses).

Pouco depois, é também integrado Ricardo Vaz Monteiro como organista, bastante activo e expressivo em palco, como daquela vez em que saltou para cima do órgão em plena actuação num dos programas que se efectuavam aos domingos à noite no auditório do RCM.

No final de 1967, Duarte Nuno (por imperativos dos seus estudos), assim como Vaz Monteiro, deixam a banda. Algum tempo depois, também Jorge Estrela abandona o grupo. Entra para vocalista Jerry, ao qual se juntou também Sebastião (“Sebas”, organista), passando Zeca Vedor para viola baixo.

Foi nesta etapa da vida do grupo que este se reequipou com os seus próprios instrumentos, material esse que, segundo Duarte Nuno, foi adquirido na Casa Somorel, como por exemplo a aparelhagem de som ou as violas e amplificadores “Vox”, excelentes na época, criando assim uma boa autonomia para o grupo.

Apesar das alterações, com as movimentações e com os novos elementos, o grupo ainda assim manteve a sua actividade com bastante qualidade.

A banda continuou a carreira, evoluiu, por vezes alterando o seu estilo, mas mantendo-se em actividade até ao 25 de Abril/74 quando alguns dos seus elementos regressaram a Portugal onde continuariam a tocar por mais alguns anos. 

Que nós tenhamos conhecimento, infelizmente o grupo nunca editou qualquer disco. No entanto, sabemos que foi gravado ao vivo, com a participação desta banda, um programa em directo que ia semanalmente para o ar aos domingos à noite no auditório do Rádio Clube de Moçambique (R.C.M.) e onde eram apresentados grupos da cidade (um por semana). A existir essa gravação, tornar-se-á no único registo áudio do grupo. 

Por falta de fontes de informação, não conseguimos apurar ou confirmar a passagem/integração e/ou a época em que o guitarrista Carlos da Silva Pereira (já falecido) tivesse feito parte do grupo.

Colaboração de Carlos Santos

segunda-feira, 14 de julho de 2014

I CINQUE DI ROMA


PARLOPHONE - PMCJ 12020 - edição sul-africana

Side 1

La Mezza Luna - Et Maintenant - Amore Fermati - Oliver Twist - Casa de Mariquinhas - Grazie, Prego, Scusi

Side 2

Perche Perche - Cinque Minuti Ancora - I Watussi - Prendiamo In Affito Una Barca - Stasero Pago Io - La Bamba

I Cinque di Roma... Italy's most exciting export to Africa...

O quintento italiano fez furor no Polana, em Lourenço Marques.

quarta-feira, 12 de março de 2014

AEC 68


RCA - MZB 003 - 1972

Stay (Wallace) - Pour Un Flirt (Michel Polnareff)

Oriundos de Lourenço Marques, actual Maputo, os AEC 68, tal como o nome indica, formaram-se em 1968.

A sigla AEC significa Antigos Estudantes de Coimbra, associação onde nasceram.

Eram constituídos por Franklim (vocalista), Filú (guitarra), Maurílio (teclas), "Pip" (baixo) e Allan (guitarra), ambos sul-africanos, e Carlos Alberto Silva (bateria), que já vinha dos Night Stars, Corsários e Inflexos, entre outros.

Actuavam em festas, bailes e passagens de ano em sítios conhecidos como Zambi, Dragão de Ouro e Hotel Polana, onde estiveram durante 6 anos, ao lado de nomes como o Quinteto Académico e o quarteto francês de Johnny Bonada.

Tiveram a sua internacionalização com actuações no President Hotel, em Joanesburgo, e no Monamatapa Hotel, em Salisbúria, na então Rodésia.

Editaram dois singles, “Você Está Boa/Violão” em 1971 e “Stay/Pour Un Flirt” em 1972.

"Stay" é uma versão do sucesso do grupo belga Wallace Collection e "Por Un Flirt", de Michel Delpech (erradamente no disco diz-se Michel Polnareff).

Dos AEC 68, bem como de outros grupos como Storn e Oliveira Muge, todos da antiga cidade de Lourenço Marques, saíram os músicos que formariam mais tarde e já no Continente, a Sygma Band, banda que durante muitos anos foi residente do Casino da Figueira da Foz.

Texto de Carlos Santos

segunda-feira, 10 de março de 2014

1º EP DOS NIGHT STARS


Trabalho minucioso e perfeito (ao melhor estilo japonês) de Jota Marques na transposição do primeiro EP do conjunto moçambicano Night Stars para CD.

Inclui "Night Stars Twist", "Nita", "Heah!" (de Trini Lopez) e "Mean Woman Blues" (dos Shadows).

Para a gravação deste EP, os Night Stars eram formados por Carlos Alberto (bateria), Noel Cardoso (baixo), Alex Rodrigues (ritmo), Mário Ferreira (viola solo) e Bob Woodcock (voz).

Ver mais informação sobre os Night Stars aqui.

Cortesia de Jota Marques

segunda-feira, 3 de março de 2014

2º EP DOS NIGHT STARS


Trabalho minucioso e perfeito (ao melhor estilo japonês) de Jota Marques na transposição do 2º EP do conjunto molambique Night Stars para CD.

Inclui "Babichon", "Jeny", "Tsotsi" e "Run Back Home"

Para a gravação deste EP, os Night Stars eram formados por Dino Antunes (bateria), Noel Cardoso (baixo), Mário Sousa (viola solo), Bob Woodcock (voz) e Alex Rodrigues (piano e viola ritmo).

Informação sobre os Night Stars aqui.

Cortesia de Jota Marques

sábado, 21 de dezembro de 2013

3º E ÚLTIMO EP DOS NIGHT STARS


Trabalho minucioso e perfeito (ao melhor estilo japonês) de Jota Marques na transposição do EP "Eu Sei", dos Night Stars, para CD.

Terceiro e último EP do conjunto moçambicano, inclui também "Hungry For Love", dos Searchers, "Stop, Look And Listen" e "She Only Wants A Friend".

"Eu Sei" é a versão, em português, de "I'll Be Back", dos Beatles.

Para a gravação deste EP, os Night Stars eram formados por Alex Rodrigues (piano, viola ritmo), Mário Sousa (viola solo), Noel Cardoso (viola baixo), Dino Antunes (bateria) e Bob Woodcock (voz).

Ver mais informação sobre os Night Stars aqui.

Cortesia de Jota Marques

quarta-feira, 30 de maio de 2012

INFLEXOS


Acetato e cópia de promoção do single do conjunto moçambicano Inflexos, "You're Much Too Proud", de 1969, single que nunca viria a ser comercializado, mas que não impediu que fosse um dos seus principais êxitos radiofónicos.

Os Inflexos surgiram em Lourenço Marques em 1966, com Carlos Nelson (voz), Francisco Pereira (viola-baixo), Jorge Montenegro (teclas), José Belchior (guitarra) e Carlos Saavedra (guitarra-solo).

Em 1969, gravaram para a etiqueta sul-africana Coronet um EP (SCEP 4001), em 33 rotações, com uma divertida versão em português de “Ob-La-Di Ob-La-Da”, dos Beatles, que levou o nome de “Verdes Anos”. A versão é da jornalista MJ Arriaga.

O EP inclui ainda um original da banda, “Furtivo Olhar”, da autoria de Jorge Montenegro e Carlos Nelson, e ainda “Uma Velha Foi À Feira” e “Let Me Live My Life”, de Luís Miguel de Oliveira, autor, entre outras canções, de “Lonely, Lost And Sad” (Sheiks) e “D. Pedro (Que Volta Da Pinga)” (Tonicha).

Cortesia de Carlos Nelson, vocalista dos Inflexos

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

VERDES ANOS (OB-LA-DI OB-LA-DA)


CORONET - SCEP 4001 - edição sul-africana 33 RPM (1969)

Ob-La-Di Ob-La-Da (Verdes Anos) (Lennon/McCartney/MJ Arriaga) - Furtivo Olhar (Jorge Montenegro/Carlos Nelson) - Uma Velha Foi À Feira (Luís Miguel Oliveira) - Let Me Live My Life (Luís Miguel Oliveira/Carlos Nelson)

Helder Matias (viola), Francisco Pereira (baixo), Carlos Alberto (baterista), Jorge Montenegro (organista) e Carlos Nelson (vocalista).

Moçambique está de parabéns! O agrupamento número um de música moderna daquela Província Portuguesa do Índico gravou o seu primeiro disco! O conjunto Os Inflexos é composto por um grupo de jovens dispostos a lançar o seu próprio estilo. E neste seu primeiro disco apenas uma das canções é a versão portuguesa de um grande êxito internacional. As outras são criações suas. O êxito é a sua maior ambição. Mas isso dependerá única e simplesmente de todos vós
!

Texto de A.C. na contracapa

terça-feira, 24 de março de 2009

SYGMA BAND


Esta é banda residente no Casino da Figueira da Foz, Sygma Band, constituída, em 1995, pelos seguintes músicos: Carlos Alberto Silva (bateria, ex-Night Stars, ex-Corsários, ex-Inflexos e ex-AEC 68), Pedro Abreu (piano e teclas), Zeka Carvalho (ex-Storm), Zé Violante (ex-Conjunto Oliveira Muge) e Domigos Fu (vocalista, bateria e percussão, ex-Storm).

Neste CD tiveram também a participação especial do teclista Carlos Santos (um dos fundadores do grupo) em dois dos temas, "Amor Morre" e "Mundo da Lua".

Colaboração de Carlos Santos

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

CONTACTO


Cortesia de Carlos Santos

sábado, 27 de dezembro de 2008

CONJUNTO ACADÉMICO


Conjunto Académico (com legenda) e fãs em Lourenço Marques, num dos concursos de conjuntos que de vez em quando se proporcionavam naquele tempo.

Reconhecem-se facilmente alguns dos elementos do Conjunto Night Stars (Dino, Bob...)

Colaboração de Carlos Santos

sábado, 20 de dezembro de 2008

TRIO BOREAL


Sem informação.

Colaboração de Carlos Santos

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

OPUS-79

Um sucedâneo dos Flinstones em que alguns dos elementos deste conjunto transitaram para o OPUS 79, aquando da sua extinção.

Constituição: Joca (Jorge Soares - viola solo) - mais tarde foi substituido por Fonseca, Juca ou Juka (viola baixo), Tony - viola ritmo, Vasquinho - bateria, Aurélio Lebon - vocalista e Guilherme (conhecido por Piston) - trompete.

Colaboração de Carlos Santos

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CARLOS DUARTE E OS BEATNICKS


Conjunto com embrião nos Corsários e posteriormente nos Inflexos e nos Impacto.

Colaboração de Carlos Santos

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

CONJUNTO OLIVEIRA MUGE


Uma foto descontraida e pouco conhecida do Conjunto Oliveira Muge.

Cortesia de Carlos Santos

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

MADALENA IGLÉSIAS E RENATO SILVA


Madalena Iglésias e o Conjunto Renato Silva em Lourenço Marques em 1964.

Cortesia de Rato Records

domingo, 7 de dezembro de 2008

ANIMAIS


Cortesia de Carlos Santos