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domingo, 25 de dezembro de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
BROTO CERTINHO
PARLOPHONE - LMEP 1070 - edição portuguesa
Billy - Os Mandamentos do Brôto - Para Mim E Você - Não Tenho Namorado
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
ESTÚPIDO CUPIDO
PARLOPHONE - LGEP 4013 - edição portuguesa
Estúpido Cupido (Stupid Cupid) (Neil Sedaka/Greenfield/F Jorge) - The Secret (Jope Lubin/J Roth) - Tunel do Amor (Tunnel Of Love) (Fisher/B Roberts/F Jorge) - Muito Jovem (Just Young) (S Roberts/F Jorge)
segunda-feira, 30 de março de 2015
QUERIDO CUPIDO
PARLOPHONE - LMEP 1056
Lacinhos Côr de Rosa - Fale-me Com Carinho - Querido Cupido - Brôto Já Sabe Chorar
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
CELLY CAMPELLO A AMARELO
ODEON - BWB 1.084 - edição brasileira
Estúpido Cupido/Stupid Cupid (Neil Sedaka/Howard Greenfield/Fred Jorge) - The Secret (Joe Lubin/I.J. Roth) - Túnel do Amor/Have Lips Will Kiss In The Tunnel Of Love (Patty Fisher/Bob Roberts/Fred Jorge) - Muito Jovem/Just Young (Lya S. Roberts/Fred Jorge)
A edição portuguesa tem capas com cores diferentes: azul, roxo e vermelho.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
CELLY CAMPELLO A AZUL
domingo, 7 de fevereiro de 2010
CELLY CAMPELLO
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
CELLY CAMPELLO

RCA CAMDEN - CL-40567 - edição portuguesa (1976)
Lado A
Diga Que Eu Mando Um Alô (Please Tell Him I Said Hello) - Não Quero Nem Saber (That'll Be The Day) - Os Anos 60 - Jolene - Cante (Enquanto Houve Canção) (Dance (While The Music Still Goes On)) - Estúpido Cupido (Stupid Cupid) - Banho de Lua (Tintarella di Luna)
Lado B
Vamos Começar Tudo Outra Vez (Right Back Where We Started From) - A Estação (Station) - Alguém Bobo de Alguém (Ev'rybody's Somebody's Fool) - É Mais Um Dia - No Fim do Mundo - Deixe O Amor Entrar (Let Your Love Flow)
Este LP custou-me 140$00 (0,70 €) já não me lembro quando e onde.
Lado A
Diga Que Eu Mando Um Alô (Please Tell Him I Said Hello) - Não Quero Nem Saber (That'll Be The Day) - Os Anos 60 - Jolene - Cante (Enquanto Houve Canção) (Dance (While The Music Still Goes On)) - Estúpido Cupido (Stupid Cupid) - Banho de Lua (Tintarella di Luna)
Lado B
Vamos Começar Tudo Outra Vez (Right Back Where We Started From) - A Estação (Station) - Alguém Bobo de Alguém (Ev'rybody's Somebody's Fool) - É Mais Um Dia - No Fim do Mundo - Deixe O Amor Entrar (Let Your Love Flow)
Este LP custou-me 140$00 (0,70 €) já não me lembro quando e onde.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
CELLY CAMPELLO A ROXO

PARLOPHONE - LGEP 4013 - edição portuguesa (s/data)
Estúpido Cupido - The Secret - Túnel do Amor - Muito Jovem
Há uma outra edição nacional com esta capa a vermelho...
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Jovem Guarda,
Made In Portugal
domingo, 4 de janeiro de 2009
CELLY CAMPELLO

PARLOPHONE - LMEP 1140 - 1962 - edição portuguesa
A Lenda Da Conchinha - Ordens De Mais (Too Many Rules) - Juntinhos (Together) - Flamenco Rock
A Lenda Da Conchinha - Ordens De Mais (Too Many Rules) - Juntinhos (Together) - Flamenco Rock
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sábado, 25 de outubro de 2008
CELLY CAMPELLO

EMI COPACABANA
CD 1
Banho de Lua (Tintarella Di Luna) - Túnel do Amor (Have Lips, Will Kiss In The Tunnel Of Love) - Hey Mama - Isso É Amor (That's Love) - O Jolly Joker (Der Jolly Joker) - Broto Já Sabe Esquecer - Muito Jovem (Just Young) - Presidente dos Brotos (That's All You Gotta Do) - Tchau Baby Tchau (Angel Of Love) - Meu Pranto A Deslizar (As Tears Go By) - Marquei Encontro Com Você, Em Meus Sonhos - Handsome Boy (Belo Rapaz) - The Secret - Canário (Yellow Bird)
CD 2
Estúpido Cupido (Stupid Cupid) - Lacinhos Cor de Rosa (Pink Shoe Laces) - A Lenda da Conchinha) - Broto Legal (I'm In Love) - Eternamente (Forever) - Querido Cupido - Grande Amor (Instant Love) - Não Tenho Namorado (Ain't Got No Steady Date) - Hey! Ex-Amor - Mal.Me-Quer (Please Don't Eat The Daisies) - Unchained Melody - Little Devil - Bonnie e Clyde - Diz Que Me Amas (Tell Me That You Love Me)
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
BANHO DE LUA

PARLOPHONE LGEP 4021
Querida Mamãe – Grande Amor – Banho de Lua - Frankie
Este post também poderia chamar-se: “Vem aí Tempestade!...
A Aida encontrou o disco no boteco do costume, trouxe-o para casa, mostrou-o, e ele ficou a olhar com um sorriso, diga-se feliz: “eh pá! há quanto tempo!...”.
Pela Celly Campello pode-se chegar a Tom Waits, a Peter Paul and Mary, a Bruce Springsteen, a Tom Paxton, a Hank Williams, a Jacques Brel, a Adriano Correia de Oliveira, à “Oratória de Natal” de Bach, ao concerto “Alla Rustica” de Vivaldi , e por aí fora?
Ele pensa que sim, mas é um tipo de pouca confiança. Não será politicamente correcto, mas também no tempo do “Banho de Lua” ninguém sabia o que isso era. Sabia-se que as coisas eram, aparentemente, fáceis, se resolviam nos que estavam do lado do regime e os que estavam contra, os que eram do Benfica e os que eram do Sporting, o Porto era apenas um clube de aldeia que, como dizia o Zé do Boné, logo que entrava na Ponte D. Luís, já estava a perder.
A Celly Campello – outras e outros – fazia o traço de união entre os dois lados, o resto era uma taça de vinho branco, um bolinho sortido da “Fábrica Triunfo” - as raparigas ficavam sempre com os de chocolate e as bolachas de baunilha…
Todos gostaríamos que os nossos amigos pensassem como nós, fossem do mesmo clube, gostassem dos mesmos livros, dos mesmos filmes, das mesmas músicas, mas isso é a história das nossas vidas.
A família acontece-nos, os amigos escolhem-se, dizia o BB no tempo em que era BB. Mas não havia hostilidade, antes uma compreensão que inexplicavelmente – ou talvez não - viemos mais tarde a perder.
A malta da rua, a malta do bairro era um todo e, juntos, íamos ao futebol, ao cinema, à praia, aos bailes. Talvez isto desse mestrado numa qualquer universidade privada – se, tardiamente, muito tardiamente mesmo, o governo não as estivesse a encerrar.
Os filhos interrogam-no como foi possível termos ouvidos para isto. Foi possível, pois então! Os filhos deles hão-de dizer o mesmo das músicas e intérpretes, que eles ouviram, que ouvem.
Sempre assim foi e assim será, se o capitalismo selvagem deixar. Era esta a música que tocava nos nossos gira-discos e, sabe, que não se pode passar uma esponja por tudo isto, que não se pode esquecer, nem ignorar.
Do mesmo modo que não se esquece a criada feiinha da avó materna que, na luz escura da manhã, lhe ensinou os primeiros passos por um corpo e o espanto que lhe ficou depois daí os vidros partidos a jogar à bola, as laranjas roubadas ao merceeiro da esquina, andar à boleia nos eléctricos.
Meninos, a vida é isto e também mau gosto musical, livros do FBI, editados pela Agência Portuguesa de Revistas, filmes de última gaveta, cobardias várias, o gajo que viu na rua roubar o velhote e não mexeu uma palha, e quando o podia fazer, com um qualquer medo que não sabe, não quer explicar, e vem-lhe ainda à memória o intelectual que lia “A Bola” às escondidas, porque entendia pecaminoso gostar de a ler e que disso soubessem, o cunhado que esperava que os putos fossem para a cama e, no silêncio da casa adormecida, deliciar-se com os álbuns de Banda Desenhada.
Poderia ter visto o disco e assobiar para o lado, mas sabe que não ficaria bem se não dissesse que esta música o tocou e - why not? - ainda toca. Apetece-lhe lembrar Álvaro de Campos, e pede desculpa aos puristas por trazer o Álvaro de Campos quando está a falar da Celly: “Nunca conheci quem tivesse levado porrada, todos os meus amigos têm sido campeões em tudo".
Talvez houvesse mais qualquer coisinha a acrescentar, mas não quer maçar os viajantes blogue e também porque em caminho já se pôs a trautear:
“Tomo um banho de lua, fico branca como a neve, seu luar é meu amigo, censurar ninguém se atreve".
Como então se dizia, logo que o disco arrancava: “A menina Dança?”
Em tempo – Conseguem imaginar tudo isto?
Se estiverem para aí virados, Mr. Mouse, em http://ratorecordsblog.blogspot.com/ ,em tempos, publicou 3-Antologias-3 da Celly Campello, também uma do irmão, o Tony Campello. Os links já não estão disponíveis, mas se lhe pedirem por e-mail, na volta do correio, terão os ficheiros em casa. Depois é só ouvirem…
No fim de tudo podem mandar o escriba tomar os comprimidos calmantes que tem esquecido ou pedirem à família que lhe proporcionem um internamento urgente.
Colaboração de Gin-Tonic
Querida Mamãe – Grande Amor – Banho de Lua - Frankie
Este post também poderia chamar-se: “Vem aí Tempestade!...
A Aida encontrou o disco no boteco do costume, trouxe-o para casa, mostrou-o, e ele ficou a olhar com um sorriso, diga-se feliz: “eh pá! há quanto tempo!...”.
Pela Celly Campello pode-se chegar a Tom Waits, a Peter Paul and Mary, a Bruce Springsteen, a Tom Paxton, a Hank Williams, a Jacques Brel, a Adriano Correia de Oliveira, à “Oratória de Natal” de Bach, ao concerto “Alla Rustica” de Vivaldi , e por aí fora?
Ele pensa que sim, mas é um tipo de pouca confiança. Não será politicamente correcto, mas também no tempo do “Banho de Lua” ninguém sabia o que isso era. Sabia-se que as coisas eram, aparentemente, fáceis, se resolviam nos que estavam do lado do regime e os que estavam contra, os que eram do Benfica e os que eram do Sporting, o Porto era apenas um clube de aldeia que, como dizia o Zé do Boné, logo que entrava na Ponte D. Luís, já estava a perder.
A Celly Campello – outras e outros – fazia o traço de união entre os dois lados, o resto era uma taça de vinho branco, um bolinho sortido da “Fábrica Triunfo” - as raparigas ficavam sempre com os de chocolate e as bolachas de baunilha…
Todos gostaríamos que os nossos amigos pensassem como nós, fossem do mesmo clube, gostassem dos mesmos livros, dos mesmos filmes, das mesmas músicas, mas isso é a história das nossas vidas.
A família acontece-nos, os amigos escolhem-se, dizia o BB no tempo em que era BB. Mas não havia hostilidade, antes uma compreensão que inexplicavelmente – ou talvez não - viemos mais tarde a perder.
A malta da rua, a malta do bairro era um todo e, juntos, íamos ao futebol, ao cinema, à praia, aos bailes. Talvez isto desse mestrado numa qualquer universidade privada – se, tardiamente, muito tardiamente mesmo, o governo não as estivesse a encerrar.
Os filhos interrogam-no como foi possível termos ouvidos para isto. Foi possível, pois então! Os filhos deles hão-de dizer o mesmo das músicas e intérpretes, que eles ouviram, que ouvem.
Sempre assim foi e assim será, se o capitalismo selvagem deixar. Era esta a música que tocava nos nossos gira-discos e, sabe, que não se pode passar uma esponja por tudo isto, que não se pode esquecer, nem ignorar.
Do mesmo modo que não se esquece a criada feiinha da avó materna que, na luz escura da manhã, lhe ensinou os primeiros passos por um corpo e o espanto que lhe ficou depois daí os vidros partidos a jogar à bola, as laranjas roubadas ao merceeiro da esquina, andar à boleia nos eléctricos.
Meninos, a vida é isto e também mau gosto musical, livros do FBI, editados pela Agência Portuguesa de Revistas, filmes de última gaveta, cobardias várias, o gajo que viu na rua roubar o velhote e não mexeu uma palha, e quando o podia fazer, com um qualquer medo que não sabe, não quer explicar, e vem-lhe ainda à memória o intelectual que lia “A Bola” às escondidas, porque entendia pecaminoso gostar de a ler e que disso soubessem, o cunhado que esperava que os putos fossem para a cama e, no silêncio da casa adormecida, deliciar-se com os álbuns de Banda Desenhada.
Poderia ter visto o disco e assobiar para o lado, mas sabe que não ficaria bem se não dissesse que esta música o tocou e - why not? - ainda toca. Apetece-lhe lembrar Álvaro de Campos, e pede desculpa aos puristas por trazer o Álvaro de Campos quando está a falar da Celly: “Nunca conheci quem tivesse levado porrada, todos os meus amigos têm sido campeões em tudo".
Talvez houvesse mais qualquer coisinha a acrescentar, mas não quer maçar os viajantes blogue e também porque em caminho já se pôs a trautear:
“Tomo um banho de lua, fico branca como a neve, seu luar é meu amigo, censurar ninguém se atreve".
Como então se dizia, logo que o disco arrancava: “A menina Dança?”
Em tempo – Conseguem imaginar tudo isto?
Se estiverem para aí virados, Mr. Mouse, em http://ratorecordsblog.blogspot.com/ ,em tempos, publicou 3-Antologias-3 da Celly Campello, também uma do irmão, o Tony Campello. Os links já não estão disponíveis, mas se lhe pedirem por e-mail, na volta do correio, terão os ficheiros em casa. Depois é só ouvirem…
No fim de tudo podem mandar o escriba tomar os comprimidos calmantes que tem esquecido ou pedirem à família que lhe proporcionem um internamento urgente.
Colaboração de Gin-Tonic
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
CELLY CAMPELLO A VERMELHO
PARLOPHONE - LGEP 4013 - edição portuguesa (s/data)
Estúpido Cupido/Stupid Cupid (Neil Sedaka/Howard Greenfield/Fred Jorge) - The Secret (Joe Lubin/I.J. Roth) - Túnel do Amor/Have Lips Will Kiss In The Tunnel Of Love (Patty Fisher/Bob Roberts/Fred Jorge) - Muito Jovem/Just Young (Lya S. Roberts/Fred Jorge)
Adquirido pelo irmão mais velho em Pereiras, aldeia do Vale do Vouga, no dia 04 de Setembro de 1960.
Estúpido Cupido/Stupid Cupid (Neil Sedaka/Howard Greenfield/Fred Jorge) - The Secret (Joe Lubin/I.J. Roth) - Túnel do Amor/Have Lips Will Kiss In The Tunnel Of Love (Patty Fisher/Bob Roberts/Fred Jorge) - Muito Jovem/Just Young (Lya S. Roberts/Fred Jorge)
Adquirido pelo irmão mais velho em Pereiras, aldeia do Vale do Vouga, no dia 04 de Setembro de 1960.
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