
João Villaret morreu em Lisboa a 21 de Janeiro de 1961.
O Cinema São Jorge (em Lisboa) passou a evocar a sua memória em sessões, à hora do almoço, servindo-se dos discos que João Villaret deixara gravados. Não tenho elementos que permitam dizer quando essas evocações começaram e em que ano terminaram. Esta foi a única a que assisti.
Um foco de luz projectava-se sobre o palco que tinha o pano corrido. Tenho uma vaga ideia de haver também uma cadeira com um ramo de flores, mas não garanto. A minha memória já conheceu melhores dias.
À entrada foi fornecida a folha que aqui se pode ver e que dava conta dos poemas e dos autores que iríamos ouvir.
O preço era único e a receita do recital destinava-se à Cruz Vermelha Portuguesa.
Na folha podia, também, ler-se que o Cinema São Jorge registava o “amável patrocínio” dado pelo “Diário Popular” e que o Sistema de Alta Fidelidade fora montado pelos Serviços Técnicos de Valentim de Carvalho.
Colaboração de Gin-Tonic
O Cinema São Jorge (em Lisboa) passou a evocar a sua memória em sessões, à hora do almoço, servindo-se dos discos que João Villaret deixara gravados. Não tenho elementos que permitam dizer quando essas evocações começaram e em que ano terminaram. Esta foi a única a que assisti.
Um foco de luz projectava-se sobre o palco que tinha o pano corrido. Tenho uma vaga ideia de haver também uma cadeira com um ramo de flores, mas não garanto. A minha memória já conheceu melhores dias.
À entrada foi fornecida a folha que aqui se pode ver e que dava conta dos poemas e dos autores que iríamos ouvir.
O preço era único e a receita do recital destinava-se à Cruz Vermelha Portuguesa.
Na folha podia, também, ler-se que o Cinema São Jorge registava o “amável patrocínio” dado pelo “Diário Popular” e que o Sistema de Alta Fidelidade fora montado pelos Serviços Técnicos de Valentim de Carvalho.
Colaboração de Gin-Tonic
