Mostrar mensagens com a etiqueta Janis Joplin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Janis Joplin. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
JANIS JOPLIN
CBS - S-65470 - edição portuguesa (1973)
Side One
Piece Of My Heart - Summertime - Try (Just A Little Bit Harder) - Cry baby - Me And Bobby McGee
Side Two
Down On Me - Get It While You can - Bye, Bye Baby - Move Over - Ball And Chain
Capa de Bob Cato e John Berg.
Este disco custou-me 104$00 (0,51 €) em 1973.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
JANIS JOPLIN
CBS - 32063 - edição portuguesa
1
Try (Just A Little Bit Harder) (Ragovoy/Taylor) - Maybe (R. Barrett) - One Good Man (Janis Joplin) - As Good As You've Been To This World (N. Gravenites)
2
To Love Somebody (B. Gibb/R. Gibb) - Kozmic Blues (janis Joplin/G. Mekler) - Little Girl Blue (L. Hart/R. Rodgers) - Work Me, Lord (N. Gravenites)
Produzido por Gabriel Mekler, "I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama!" tem as participações de Janis Joplin (voz), Sam Andrew (guitarra), Richard Kermode e Gabriel Mekler (órgão), Brad Campbell (baixo) e Maury Baker e Lonnie Castille (bateria).
Este disco custou-me 1.000$00 (4,98 €).
terça-feira, 2 de abril de 2013
JANIS JOPLIN
CBS - 88492 - edição portuguesa (1980)
Side 1
Piece Of My Heart - Summertime - Maybe - Try (Just A Little Bit Harder)
Side 2
Kozmic Blues - Turtle Blues - Oh, Sweet Mary - Little Girl Blue - Trust Me
Side 3
Move Over - Half Moon - Cry Baby - Me And Bobby McGee - Mercedes Benz
Side 4 - Live
Down On Me - Bye Bye Baby - Get It While You Can - Ball And Chain
quinta-feira, 14 de março de 2013
JANIS JOPLIN
CBS - 32064 - edição portuguesa
Side One
Move Over (Janis Joplin) - Cry Baby (Ragovoy/Berns) - A Woman Left Lonely (Penn/Oldham) - Half Moon (John Hall) - Buried Alive In The Blues (Nick Gravenites)
Side Two
My Baby (Ragovoy/Schuman) - Me & Bobby McGee (Kris Kristopherson) - Mercedes Benz (Janis Joplin) - Trust Me (Bobby Womack) - Get It While You Can (Ragovoy/Schuman)
A Full Tilt Boogie era formada por Janis Joplin (voz), Brad Campbell (baixo), Clark Pierson (bateria), Ken Pearson (órgão), John Till (guitarra) e Richard Bell (piano).
Bobby Womack toca guitarra acústica na peça de sua autoria, "Trust Me".
A produção é de Paul A. Rothchild, mais conhecido pela sua produção dos Doors.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
JANIS JOPLIN
EDSEL - ED 135 - edição britânica (1983)
Side 1
Come On Baby, Let The Good Times Roll (Leonard Lee) - I Know You Rider (traditional) - Moanin' At Midnight (Chester Burnett) - Hey Baby (Big Brother & the Holding Company) - Down On Me (traditional) - Whisperman (Big Brother & the Holding Company)
Side 2
Women Is Losers (Janis Joplin) - Blow My Mind (Jimmy McCracklin) - Ball And Chain (Willie Mae Thornton) - Coo-Coo (traditional) - Gutra's Garden (Big Brother & the Holding Companhy) - Garry (David Gets)
Gravado ao vivo no dia 28 de Julho de 1966 no California Hall, em São Francisco, com produção de David Getz, baterista da banda.
Além de Janis Joplin (voz e maracas) e de David Getz (baterista), faziam ainda parte da Big Brother & the Holding Company Peter Albin (baixo e voz), Sam Andrew (guitarra) e James Gurley (guitarra).
Este disco custou-me 1.350$00 (6,7 €).
sábado, 9 de fevereiro de 2013
JANIS JOPIN
Me And Bobby McGee - Half Moon
Há um par de tarados a pedir 1.000 € por este single.
Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
PEARL
Logo a abrir, num documentário da BBC sobre Janis Joplin, pode ouvir-se: “Antes de Janis Joplin, nenhuma mulher branca cantava assim”.
Exagero?
Vamos admitir que sim, mas por mim penso que não. Para Janis Joplin faltam adjectivos à altura. Ouve-se “Pearl”, álbum publicado depois da sua morte, e que não poderia ter outro título, e pode concluir-se: puro génio!
Como todas as declarações de paixão poderei não estar certo, mas Janis Joplin é o que é.
Há centenas e centenas de versões de “Summertime”, mas nenhuma como a de Janis, como também ninguém canta “Me And Bobby McGee" como ela e aquela gargalhada final em “Mercedes Benz”, “oh! Lord por que não me compras um Mercedes Benz?”, jamais se esquecerá.
Janis Joplin nasceu em 1943 em Port Arthur, uma pasmaceira perdida no meio do Texas.
A mãe, como boa conservadora americana que era, queria que Janis fosse professora, casasse com um rapaz simples, tivesse filhos, que aos domingos ficasse em casa a fazer tartes de maçã.
Mas Janis descobriu que sabia cantar e passou a querer ir longe, o mais longe possível. Gostava de “blues” e cantava-os com energia, sensualidade, atrevimento, uma loucura extravagante, uma rebeldia cheia de inteligência.
Os colegas de universidade chamavam-lhe “amante de pretos”, ela disse: “vão-se lixar” e voou para outras paragens.
Sofreu com os homens que lhe apareceram na vida, Country Joe MacDonald portou-se particularmente mal –“ nobody is perfect” – mas Joplin só queria cantar e ter um pouco de paz. Contudo o álcool e as drogas apanharam-na na esquina mais próxima.
A mãe chegou a dizer-lhe que mais valia não ter nascido, mas estava escrito que ninguém a veria sentada no alpendre, ao cair da tarde, numa cadeira de baloiço a beber whisky e a contar histórias.
Nunca controlou os sentimentos, considerava-se o máximo – e era! – só que o fardo apresentou-se demasiado pesado.
Terá dito aos amigos: “Nunca chegarei aos trinta anos!”.
A 4 de Outubro de 1970, devido a uma overdose de heroína, foi encontrada morta num quarto de hotel. Tinha 27 anos. “Era cega mas agora vejo".
A frase batida de que morre jovem os que os deuses amam.
“De que serve beber? Posso beber toda a noite e continuar triste na manhã seguinte. Dêem-me gin, bourbon, não interessa o que eu beba desde que me apague as mágoas".
“No palco faço amor com mais de 25.000. pessoas e depois vou para casa sozinha”.
“Trocaria todos os meus amanhãs por um único ontem”.
Conheceu a angústia, o encantamento, a alegria.
Acontece aos poetas.
Colaboração de Gin-Tonic
Exagero?
Vamos admitir que sim, mas por mim penso que não. Para Janis Joplin faltam adjectivos à altura. Ouve-se “Pearl”, álbum publicado depois da sua morte, e que não poderia ter outro título, e pode concluir-se: puro génio!
Como todas as declarações de paixão poderei não estar certo, mas Janis Joplin é o que é.
Há centenas e centenas de versões de “Summertime”, mas nenhuma como a de Janis, como também ninguém canta “Me And Bobby McGee" como ela e aquela gargalhada final em “Mercedes Benz”, “oh! Lord por que não me compras um Mercedes Benz?”, jamais se esquecerá.
Janis Joplin nasceu em 1943 em Port Arthur, uma pasmaceira perdida no meio do Texas.
A mãe, como boa conservadora americana que era, queria que Janis fosse professora, casasse com um rapaz simples, tivesse filhos, que aos domingos ficasse em casa a fazer tartes de maçã.
Mas Janis descobriu que sabia cantar e passou a querer ir longe, o mais longe possível. Gostava de “blues” e cantava-os com energia, sensualidade, atrevimento, uma loucura extravagante, uma rebeldia cheia de inteligência.
Os colegas de universidade chamavam-lhe “amante de pretos”, ela disse: “vão-se lixar” e voou para outras paragens.
Sofreu com os homens que lhe apareceram na vida, Country Joe MacDonald portou-se particularmente mal –“ nobody is perfect” – mas Joplin só queria cantar e ter um pouco de paz. Contudo o álcool e as drogas apanharam-na na esquina mais próxima.
A mãe chegou a dizer-lhe que mais valia não ter nascido, mas estava escrito que ninguém a veria sentada no alpendre, ao cair da tarde, numa cadeira de baloiço a beber whisky e a contar histórias.
Nunca controlou os sentimentos, considerava-se o máximo – e era! – só que o fardo apresentou-se demasiado pesado.
Terá dito aos amigos: “Nunca chegarei aos trinta anos!”.
A 4 de Outubro de 1970, devido a uma overdose de heroína, foi encontrada morta num quarto de hotel. Tinha 27 anos. “Era cega mas agora vejo".
A frase batida de que morre jovem os que os deuses amam.
“De que serve beber? Posso beber toda a noite e continuar triste na manhã seguinte. Dêem-me gin, bourbon, não interessa o que eu beba desde que me apague as mágoas".
“No palco faço amor com mais de 25.000. pessoas e depois vou para casa sozinha”.
“Trocaria todos os meus amanhãs por um único ontem”.
Conheceu a angústia, o encantamento, a alegria.
Acontece aos poetas.
Colaboração de Gin-Tonic
Subscrever:
Mensagens (Atom)





