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sábado, 11 de abril de 2020
DANCE
ALVORADA - MEP 60251
Fado Gingão (Moniz Trindade) - Por Causa De Você (António Carlos Jobim/Dolores Duran) - Júlia (Capotosti/Gentile) - Lisbona Mia (Marino Marini)
terça-feira, 17 de maio de 2016
VAMOS DANÇAR
ORFEU - ATEP 6016
As Crianças do Pireu (Conjunto Ligeiro Académico) - Adeus, Adeus (Conjunto António Mafra) - Manuela (Cojunto Pedro Osório) - Tenho A Tola Como Um Balão (Conjunto Walter Behrend)
quarta-feira, 7 de maio de 2014
WALTER BEHREND
ALVORADA - MEP 60250
Marina - De Degrau Em Degrau - Petite Fleur. Eu Tenho Uma Boneca
Nesta gravação, os Walter Behrend eram Walter Behrend (piano e vibrafone), Zé Ricardo (contrabaixo), Lourenço Pereira (bateria), Cassiano (viola eléctrica), Rui Pereira (acordeão) e Pedro Nuno (voz).
Lourenço Pereira e Rui Pereira estiveram depois nos Jotta Herre.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
terça-feira, 10 de abril de 2012
WALTER BEHREND E O SEU CONJUNTO
ALVORADA - MEP 60250
Marina (Rocco Granata) - De Degrau Em Degrau (Nóbrega e Sousa) - Petite Fleur (Sidney Bechet) - Eu Tenho Uma Boneca ("Yo Tengo Una Muñeca") (J. Tremble)
Típico conjunto de baile, pré-yé-yé.
Existe uma outra capa para o mesmo conteúdo deste EP.
Em 1960, o Conjunto de Walter Behrend era constituído por Walter Behrend (piano e vibrafone), Zé Ricardo (contrabaixo), Lourenço Pereira (bateria), Cassiano (viola eléctrica), Rui Pereira (acordeão) e Pedo Nuno (voz).
A foto desta capa foi tirada da Praia do Molhe, no Porto.
quarta-feira, 7 de março de 2012
RECEPÇÃO AOS CALOIROS
Carta de João Manuel Alexandre, um dos responsáveis pelo "Em Órbita", aqui na qualidade de dirigente da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, anunciando a realização no Espelho de Água, no dia 07 de Fevereiro (de 1964), do Baile de Recepção aos Caloiros, com o conjunto de Walter Behrend e o Quinteto Académico.
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Faculdade de Direito,
Quinteto Académico,
Walter Behrend
domingo, 27 de novembro de 2011
A NOIVA

ORFEU - ATEP 6027
A Noiva (Joaquin Prieto) - Folhas Verdes do Verão (Webster/Tiomkin) - Enamorada (R. de Leon/A. Alguero) - Tudo (A. Guijarro/A. Alguero)
Ana Maria é acompanhada pelo conjunto de Walter Behrend.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
CARLOS PINTO CANTAVA NO JAIME JOÃO

ALVORADA - MEP 60.389
Al Di Lá (Mogol/Donida) - Carolina Dai (Panzeri/Pace) - Marcianita (José Imperatore Marcone, versão de Fernando César) - I Go Ape (Greenfield/Neil Sedaka)
Al Di Lá (Mogol/Donida) - Carolina Dai (Panzeri/Pace) - Marcianita (José Imperatore Marcone, versão de Fernando César) - I Go Ape (Greenfield/Neil Sedaka)
Quem canta neste EP do Conjunto de Jaime João é Carlos Pinto, futuro Jotta Herre e voz, também, de "Penina".
Com este disco fomos à RTP-Porto uma duas ou três vezes, o que nos tornou razoavelmente conhecidos.
José Lima era em 1961 o baterista do conjunto, oriundo do Porto, mas pouco conhecido do grande público, navegando nas áreas do pré-yé-yé, ao estilos dos conjuntos italianos então em voga, como Marino Marini, Renato Carosone e/ou Andrea Tosi.
O Conjunto durou pouco tempo, confessa José Lima. Era também formado por Jaime João (piano e voz), Adolfo Lapa, ex-Walter Behrend, (guitarra e voz), já falecido, e Manuel Poças (contrabaixo).
Depois de algumas actuações na RTP-Porto e em bailes de Faculdades, etc, o conjunto durou pouco tempo, porque o seu titular foi para o Brasil, depois de uma passagem pelos Jotta Herre. Nunca mais soube nada dele, explica José Lima.
Depois, com amigos comuns, Renato Pombo (sax, voz), já falecido, que era filho do antigo presidente do FC Porto, dr. Paulo Pombo, Zeferino Lapa, irmão de Adolfo Lapa, (guitarra, voz) e Miguel Braga (piano, voz), formámos os Morgans.
Por causa do serviço militar, os Morgans acabaram e passei então para o Conjunto Académico Orfeu.
José Lima explicou também a este blogue as relações com os Jotta Herre, intérpretes originais de "Penina", da autoria de Paul McCartney:
Tínhamos relações de amizade com os Jotta Herre, oriundos do Conjunto Walter Behrend, e a coincidência foi que alugámos uma sala no mesmo prédio onde eles ensaiavam. Por vezes até alternávamos com eles nos bailes e/ou espectáculos.
José Lima era em 1961 o baterista do conjunto, oriundo do Porto, mas pouco conhecido do grande público, navegando nas áreas do pré-yé-yé, ao estilos dos conjuntos italianos então em voga, como Marino Marini, Renato Carosone e/ou Andrea Tosi.
O Conjunto durou pouco tempo, confessa José Lima. Era também formado por Jaime João (piano e voz), Adolfo Lapa, ex-Walter Behrend, (guitarra e voz), já falecido, e Manuel Poças (contrabaixo).
Depois de algumas actuações na RTP-Porto e em bailes de Faculdades, etc, o conjunto durou pouco tempo, porque o seu titular foi para o Brasil, depois de uma passagem pelos Jotta Herre. Nunca mais soube nada dele, explica José Lima.
Depois, com amigos comuns, Renato Pombo (sax, voz), já falecido, que era filho do antigo presidente do FC Porto, dr. Paulo Pombo, Zeferino Lapa, irmão de Adolfo Lapa, (guitarra, voz) e Miguel Braga (piano, voz), formámos os Morgans.
Por causa do serviço militar, os Morgans acabaram e passei então para o Conjunto Académico Orfeu.
José Lima explicou também a este blogue as relações com os Jotta Herre, intérpretes originais de "Penina", da autoria de Paul McCartney:
Tínhamos relações de amizade com os Jotta Herre, oriundos do Conjunto Walter Behrend, e a coincidência foi que alugámos uma sala no mesmo prédio onde eles ensaiavam. Por vezes até alternávamos com eles nos bailes e/ou espectáculos.
O Conjunto Walter Behrend foi formado em 1955 com Aníbal Cunha, Rui Pereira e Lourenço Pereira, elementos que, mais tarde, em 1963, apareceram no Jotta Herre.
Jaime João deu origem ao J de Jotta Herre, enquanto Rui Pereira deu o R.
O Jaime saiu do Jotta Herre antes de irmos para o Hotel Penina, mas nós decidimos não mudar o nome, pois já éramos bastante conhecidos, conta Carlos Pinto.
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Walter Behrend
sábado, 17 de outubro de 2009
LUÍS PINTO DE FREITAS

Autor de uma das mais belas canções yé-yé de sempre, "Crer", dos Claves, em 1966, Luís Pinto de Freitas, 63 anos, continua activo, agora nos Rockfellas.
Aos 13 anos, em 1959, comprou a sua primeira guitarra e três anos depois, em 1962, formou a sua primeira banda, Baby Faces, com António Villar de Sousa (viola ritmo), Manuel Athouguia (viola ritmo) e Diniz (bateria).
Aos Baby Faces sucederam em 1963 os Ecos (por causa das guitarras) com Manuel Athouguia (viola ritmo), que já vinha de trás, mais José Athouguia (bateria) e António Sallaty (baixo).
Actuaram na RTP e gravaram um disco instrumental no Centro de Cooperação Técnica, um pouco à maneira dos Quarrymen, antes dos Beatles.
Em 1964/65, Luís Pinto de Freitas fez parte do Conjunto Nova Onda (já depois da edição de "Vendaval"), com Gonçalo Lucena (vocalista), Manuel Lucena (baixo), Jorge Moniz Pereira (viola ritmo) e Fernando Mendes (bateria), tendo animado um cruzeiro de fim de ano à Madeira no "Santa Maria".
Em 1965, esteve nos Saints com Luís de Freitas Branco (viola ritmo e voz), João Valeriano (baixo e voz) e Alexandre Corte Real (bateria), este último substituído pouco depois por José Athouguia (bateria, ex-Ecos). O grupo viria a ser completado por João Ferreira da Costa (teclas e voz), fazendo ainda parte da equipa João Bragança e João Vicente Ribeiro, que tratavam dos contratos.
Os Saints concorreram ao Concurso Yé-Yé no Teatro Monumental, em Lisboa, vencendo a 12ª eliminatória no dia 13 de Novembro de 1965, a 2ª meia-final, no dia 15 de Janeiro de 1966 e, já como Claves (designação sugerida por Moreno Pinto, técnico da Rádio Renascença), a final do referido concurso no dia 30 de Abril de 1966.
A balada "Crer" foi especialmente composta por Luís Pinto de Freitas para a final deste concurso.
No mesmo ano de 1966, os Claves editaram dois EPs (os únicos), o primeiro (MARFER - MEL 2016) com "Keep On Running" (Spencer Davis Group), "Where Have All The Good Times Gone" (Kinks), "Crer" (Luís Pinto de Freitas) e "Fare Thee Well" (Chad and Jeremy) e o segundo (ALVORADA - AEP 60 814) com "California Dreamin'" (Mamas and Papas), "Somebody Help Me" (Spencer Davis Group), "Daydream" (Lovin' Spoonful) e "Sha La La Lee" (Small Faces).
Ambos saíram após a final do concurso Yé-Yé do Monumental, de Abril 1966.Tanto quanto me recordo, o da Alvorada foi gravado primeiro, nos estúdios da Emissora Nacional no Quelhas, mas demoraram mais tempo a publicar. A Marfer foi mais rápida, gravou depois, aproveitaram fotografias do mesmo fotógrafo da Alvorada, tiradas no lago do Campo Grande e publicaram o disco primeiro, imediatamente após a final do Concurso Yé-Yé no Monumental, lembra Luís Pinto de Freitas.
Desfeitos os Claves em 1967, Luís Pinto de Freitas viria a ser chamado a cumprir o serviço militar obrigatório (onde reencontra o seu amigo de escola Alfredo Laranjinha) e grava no Porto, ainda em 1967, um EP com o Conjunto Walter Behrend (ALVORADA - AEP 60.948), onde se inclui um original seu, "I Want And I Need You".
Fazia parte desse conjunto um grande músico italiano, o Italo Caffi, que veio a Portugal como pianista do Conjunto Andrea Tosi e ficou por cá. Depois abriu a empresa de instrumentos musicais "Caffi", no Porto.
Mobilizado para a guerra colonial, em Angola, forma no teatro de operações os Tigers, com um microfone e um amplificador da única máquina sonora de projectar filmes que existia.
De regresso a Portugal, começa a tocar com Pamela Murphy, futura mulher, que conhecera no Algarve e com quem forma o duo LP (Luís/Pamela).
Em 1970, com Pamela Murphy, edita um único EP (POLYDOR - 10 023 CR), gravado no ano anterior, com "Lullaby", "Why" (da autoria do duo), "Glad Bluebird Of Happiness" e "Please Come Back" (outro original do duo).
Toquei viola acústica em todas as faixas, mas só Pamela é que cantou. Primeiro foi todo gravado só com a Pamela a cantar e eu em viola acústica (o Pedro Caldeira Cabral colaborou no "Lullaby").
Depois, o Thilo Krassmann meteu mais tarde as orquestrações. Ele próprio tocou piano no "Why", fez as orquestrações para as cordas em três e convidou o Raul Mendes, do Mendes Harmonica Trio, que gravou a harmónica por cima da voz e guitarra, no "Lullaby", "Why" e "Glad Bluebird of Happiness".
O Bossa Jazz Trio tocou o instrumental no "Please Come Back". Os produtores foram o João Martins e Luis Villas Boas.
Em 1980, concorre ao Festival da RTP da Canção com "Ai, Ai, Tão, Tão", com letra de António Pinho e música de Pinto de Freitas, mas não chega à final.
Desde então tem tocado e cantado com a mulher, Pamela Murphy, tendo também participado num trio de jazz, Jazzamataz, com João Olias (teclas) e Michel Mounier (bateria) e nos Rockfellas, com José Santos Fernandes (teclas e voz), Alfredo Laranjinha (viola ritmo e voz), Jaime Pereira (baixo e voz) e Michel Mounier (bateria).
Hoje mesmo, os Rockfellas, com os amigos da escola Luís Pinto de Freitas e Alfredo Laranjinha, tocam no Liceu de Oeiras.
Luís Pinto de Freitas morreu no dia 02 de Agosto de 2015, vítima de cancro.
Colaboração de Luís Pinheiro de Almeida
Aos 13 anos, em 1959, comprou a sua primeira guitarra e três anos depois, em 1962, formou a sua primeira banda, Baby Faces, com António Villar de Sousa (viola ritmo), Manuel Athouguia (viola ritmo) e Diniz (bateria).
Aos Baby Faces sucederam em 1963 os Ecos (por causa das guitarras) com Manuel Athouguia (viola ritmo), que já vinha de trás, mais José Athouguia (bateria) e António Sallaty (baixo).
Actuaram na RTP e gravaram um disco instrumental no Centro de Cooperação Técnica, um pouco à maneira dos Quarrymen, antes dos Beatles.
Em 1964/65, Luís Pinto de Freitas fez parte do Conjunto Nova Onda (já depois da edição de "Vendaval"), com Gonçalo Lucena (vocalista), Manuel Lucena (baixo), Jorge Moniz Pereira (viola ritmo) e Fernando Mendes (bateria), tendo animado um cruzeiro de fim de ano à Madeira no "Santa Maria".
Em 1965, esteve nos Saints com Luís de Freitas Branco (viola ritmo e voz), João Valeriano (baixo e voz) e Alexandre Corte Real (bateria), este último substituído pouco depois por José Athouguia (bateria, ex-Ecos). O grupo viria a ser completado por João Ferreira da Costa (teclas e voz), fazendo ainda parte da equipa João Bragança e João Vicente Ribeiro, que tratavam dos contratos.
Os Saints concorreram ao Concurso Yé-Yé no Teatro Monumental, em Lisboa, vencendo a 12ª eliminatória no dia 13 de Novembro de 1965, a 2ª meia-final, no dia 15 de Janeiro de 1966 e, já como Claves (designação sugerida por Moreno Pinto, técnico da Rádio Renascença), a final do referido concurso no dia 30 de Abril de 1966.
A balada "Crer" foi especialmente composta por Luís Pinto de Freitas para a final deste concurso.
No mesmo ano de 1966, os Claves editaram dois EPs (os únicos), o primeiro (MARFER - MEL 2016) com "Keep On Running" (Spencer Davis Group), "Where Have All The Good Times Gone" (Kinks), "Crer" (Luís Pinto de Freitas) e "Fare Thee Well" (Chad and Jeremy) e o segundo (ALVORADA - AEP 60 814) com "California Dreamin'" (Mamas and Papas), "Somebody Help Me" (Spencer Davis Group), "Daydream" (Lovin' Spoonful) e "Sha La La Lee" (Small Faces).
Ambos saíram após a final do concurso Yé-Yé do Monumental, de Abril 1966.Tanto quanto me recordo, o da Alvorada foi gravado primeiro, nos estúdios da Emissora Nacional no Quelhas, mas demoraram mais tempo a publicar. A Marfer foi mais rápida, gravou depois, aproveitaram fotografias do mesmo fotógrafo da Alvorada, tiradas no lago do Campo Grande e publicaram o disco primeiro, imediatamente após a final do Concurso Yé-Yé no Monumental, lembra Luís Pinto de Freitas.
Desfeitos os Claves em 1967, Luís Pinto de Freitas viria a ser chamado a cumprir o serviço militar obrigatório (onde reencontra o seu amigo de escola Alfredo Laranjinha) e grava no Porto, ainda em 1967, um EP com o Conjunto Walter Behrend (ALVORADA - AEP 60.948), onde se inclui um original seu, "I Want And I Need You".
Fazia parte desse conjunto um grande músico italiano, o Italo Caffi, que veio a Portugal como pianista do Conjunto Andrea Tosi e ficou por cá. Depois abriu a empresa de instrumentos musicais "Caffi", no Porto.
Mobilizado para a guerra colonial, em Angola, forma no teatro de operações os Tigers, com um microfone e um amplificador da única máquina sonora de projectar filmes que existia.
De regresso a Portugal, começa a tocar com Pamela Murphy, futura mulher, que conhecera no Algarve e com quem forma o duo LP (Luís/Pamela).
Em 1970, com Pamela Murphy, edita um único EP (POLYDOR - 10 023 CR), gravado no ano anterior, com "Lullaby", "Why" (da autoria do duo), "Glad Bluebird Of Happiness" e "Please Come Back" (outro original do duo).
Toquei viola acústica em todas as faixas, mas só Pamela é que cantou. Primeiro foi todo gravado só com a Pamela a cantar e eu em viola acústica (o Pedro Caldeira Cabral colaborou no "Lullaby").
Depois, o Thilo Krassmann meteu mais tarde as orquestrações. Ele próprio tocou piano no "Why", fez as orquestrações para as cordas em três e convidou o Raul Mendes, do Mendes Harmonica Trio, que gravou a harmónica por cima da voz e guitarra, no "Lullaby", "Why" e "Glad Bluebird of Happiness".
O Bossa Jazz Trio tocou o instrumental no "Please Come Back". Os produtores foram o João Martins e Luis Villas Boas.
Em 1980, concorre ao Festival da RTP da Canção com "Ai, Ai, Tão, Tão", com letra de António Pinho e música de Pinto de Freitas, mas não chega à final.
Desde então tem tocado e cantado com a mulher, Pamela Murphy, tendo também participado num trio de jazz, Jazzamataz, com João Olias (teclas) e Michel Mounier (bateria) e nos Rockfellas, com José Santos Fernandes (teclas e voz), Alfredo Laranjinha (viola ritmo e voz), Jaime Pereira (baixo e voz) e Michel Mounier (bateria).
Hoje mesmo, os Rockfellas, com os amigos da escola Luís Pinto de Freitas e Alfredo Laranjinha, tocam no Liceu de Oeiras.
Luís Pinto de Freitas morreu no dia 02 de Agosto de 2015, vítima de cancro.
Colaboração de Luís Pinheiro de Almeida
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Walter Behrend
quinta-feira, 9 de abril de 2009
MAIS UMA CAPA FANTÁSTICA!

ORFEU - ATEP 6018 - 1960
Carinha de Bébé (Davies/Akst/V. Sousa) - Quando Está A Lua Cheia (Lorenzo/Malgoni/Behrend) - O Meu Carro Pequenino (Alfred/Kroudes/V. Sousa) - Tu E Eu (Amurri/Ballotta/Behrend)
Na foto, do lado esquerdo, está o contrabaixista, um tipo muito alto, a quem carinhosamente chamávamos "Pedro Patolas" (tinha os pés muito grandes) [segundo um familiar, Miguel, não é o Pedro Patolas (meu tio) mas sim o irmão deste Henrique (Quito) que é o meu pai]. A seguir, está o Walter e abaixo dele o baterista Lourenço Pereira.
De camisola vermelha, o Rui Pereira e o da direita não sei quem é. Provávelmente, nesta formação, é o guitarrista. Não é, de certeza absoluta, o Jaime João. Vou pesquisar nos meus arquivos (memória) tenho poucas fotos dessa época.
Colaboração de José Lima, baterista do Conjunto de Jaime João
Este é, provavelmente, o 6º EP de Walter Behrend, sendo a capa assinada por Foto Reportex. É posterior, por exemplo, ao "Bikini Piquinino Às Bolinhas Amarelas", de Pedro Osório.
Deste conjunto fizeram parte, por exemplo, Luís Pinto de Freitas, que foi dos Claves, e Rui Pereira e Lourenço Pereira, que foram fundadores dos Jotta Herre.
Carinha de Bébé (Davies/Akst/V. Sousa) - Quando Está A Lua Cheia (Lorenzo/Malgoni/Behrend) - O Meu Carro Pequenino (Alfred/Kroudes/V. Sousa) - Tu E Eu (Amurri/Ballotta/Behrend)
Na foto, do lado esquerdo, está o contrabaixista, um tipo muito alto, a quem carinhosamente chamávamos "Pedro Patolas" (tinha os pés muito grandes) [segundo um familiar, Miguel, não é o Pedro Patolas (meu tio) mas sim o irmão deste Henrique (Quito) que é o meu pai]. A seguir, está o Walter e abaixo dele o baterista Lourenço Pereira.
De camisola vermelha, o Rui Pereira e o da direita não sei quem é. Provávelmente, nesta formação, é o guitarrista. Não é, de certeza absoluta, o Jaime João. Vou pesquisar nos meus arquivos (memória) tenho poucas fotos dessa época.
Colaboração de José Lima, baterista do Conjunto de Jaime João
Este é, provavelmente, o 6º EP de Walter Behrend, sendo a capa assinada por Foto Reportex. É posterior, por exemplo, ao "Bikini Piquinino Às Bolinhas Amarelas", de Pedro Osório.
Deste conjunto fizeram parte, por exemplo, Luís Pinto de Freitas, que foi dos Claves, e Rui Pereira e Lourenço Pereira, que foram fundadores dos Jotta Herre.
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