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sábado, 13 de abril de 2013

ANDY WARHOL NO COLOMBO (LISBOA)


Até ao dia 11 de Julho, está patente na Praça Central do Centro Colombo, em Lisboa, uma exposição intitulada "Andy Warhol - Icons - Pasier and the Factory Artworks".

1.500 latas cinzentas guardam 27 quadros de Andy Warhol e do misterioso Pietro Psaier, que ninguém sabe quem é...

Dos Beatles, há um quadro de John Lennon ("War Is Over") do próprio Andy Warhol e outro, dos quatro, assinado pelo tal Psaier (na imagem).

Exclusivamente da autoria de Andy Warhold, há quadros de Monroe, Mick Jagger, Coca-Cola, Nico, sopa de tomate, apenas uns 9.

Uma das características da exposição é chamar a atenção para esse tal Pietro Psaier.

domingo, 1 de abril de 2012

UMA BOA INICIATIVA


Uma pequena mostra de peças do Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) na área central do Centro Colombo (Lisboa).

sexta-feira, 22 de julho de 2011

RENÉ MAGRITTE


Na Tate Liverpool, em Albert Dock, está uma exposição de René Magritte.

"La Chambre D'Écoute", 1958, é o título da obra de Magritte onde Paul McCartney se inspirou para a maçã da Apple (Granny Smith apple).

Jeff Beck também utilizou esta pintura para a capa do seu álbum "Beck-Ola" (1969).

E Paul Simon compôs em 1983 a canção "Rene And Georgette Magritte With Their Dog After The War".

segunda-feira, 20 de junho de 2011

THE SONG BEFORE THE SONG


VIPER - CD039 - 2007

Hound Dog (Big Mama Thornton) - Rock Around The Clock (Hal Singer) - Bull Doze Blues (Henry Thomas) - House Of The Rising Sun (Josh White) - Route 66 (Nat King Cole) - Gallis Pole (Leadbelly) - One Night (Smiley Lewis) - Down On Penny's Farm (Bently Boys) - Tutti Frutti (Slim Gaillard) - Summertime (Sidney Bechet) - T & NO Blues (Bessie Jackson) - Baby Please Don't Go (Big Joe Williams) - My baby Left Me (Arthur Crudup) - Diddie Wah Diddie (Blind Blake) - Lovesick Blues (Emmett Miller) - A Fool Such As I (Hank Snow) - Old Rock Island Blues (Lonnie Coleman) - Blue Moon Of Kentucky (Bill Monroe) - Highway N0 61 Blues (Jack Kelly) - I'm A Man Of Constant Sorrow (Emry Arthur)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

RTP: CANAL DE MÚSICA... JÁ ERA!


O Canal de Música que a RTP anunciou para o passado mês de Março... já não vai acontecer!

O seu principal responsável, Jaime Fernandes, até já foi desviado para outros projectos da televisão pública, como os canais internacionais.

terça-feira, 31 de maio de 2011

MORTE E VIDA SEVERINA 03


TEATRO AVENIDA

Espectáculo patrocinado pelo Ministério da Educação Nacional, Ministério dos Negócios Estrangeiros e com a colaboração da Embaixada do Brasil.

Maio de 1966

O Xico nem precisa de letristas. Faz ele próprio. Mas tem graça que a primeira vez que o vi (tão menino ainda) a “letra” era do poeta João Cabral de Melo Neto. Produzia-se “Morte e Vida Severina” no Teatro Avenida. Xico, autor da música vinha integrado no TUCA (Teatro da Universitário da Universidade Católica de S. Paulo) e também representava. João Cabral, que acorrera propositadamente de Sevilha ou de Marselha para assistir (ver e dar assistência…), estava sentado a meu lado. Creio que nunca tinha visto “Morte e Vida Severina” em cena. Creio que estava a redescobrir o seu texto (pelo qual não devia já nutrir grande admiração, perfeccionista como é…) Quando, no final, os aplausos explodiram e começaram a chamar o autor ao palco, João, sem se virar, cada vez mais enterrado na cadeira, ia-me dizendo apavorado: “Não olha para mim! Não olha para mim!” Acabou por ter de ser. João Cabral foi coxia abaixo, pôs a mão no bordo da ribalta e com agilidade saltou para o palco. Abraços, agradecimentos ao público pela sua estrondosa ovação: João Cabral ao seu lugar. Digo-lhe: “V. saltou com uma facilidade!” E ele, com orgulho de rapazinho: “V. esquece que eu joguei futebol!
Alexandre O’ Neill em “Já Cá Não está Quem Falou”, Assírio & Alvim, Abril 2008.

Nota do escriba: Se forem ao “You Tube”, chamarem por Morte e Vida Severina – Chico Buarque de Holanda, encontrarão vídeos da representação da peça.

Colaboração de Gin-Tonic

MORTE E VIDA SEVERINA 02


PHILIPS - P 632.900 L - 1966

Lisboa, por esses anos 60, era uma cidade de um torpor quase provinciano.

Lembra-se de andar pelas ruas à noite, e de Lisboa ser um sítio acolhedor, não a ditadura.

Por um Maio de 66, mais precisamente no seu 31º dia, sem se saber muito bem como, o “TUCA - Teatro da Universidade Católica de São Paulo” aparece em Lisboa, também foram ao Porto, para apresentar, em espectáculos únicos, o poema de João Cabral de Melo Neto a que, em 1965, Francisco Buarque de Hollanda emprestara música.

Em Abril tinham ganho o Grande Prémio de Teatro Universitário de Nancy.

Mantém uma ponta de espanto de como a ditadura proporcionou, a quem o pôde ver, este belíssimo espectáculo. Ainda agora um pedaço de nostalgia se eleva do teclado onde escreve. Um verdadeiro luxo para ávida sede de conhecimento de então.

Circunstâncias pontuais, que agora não vêm ao caso, permitiram-lhe arranjar um bilhete de imprensa para o espectáculo. Nunca soube se as bilheteiras chegaram a abrir ao público.

Lembra-se dos enormes magotes de gente postados em frente do teatro, à espera de um qualquer passe de mágica que lhes permitisse assistir ao espectáculo.

Uma boa parte da sala, a rebentar pelas costuras, era constituída por agentes da PIDE.

Um espectáculo memorável, uma encenação simples, uma humildade de representação que fazia realçar todo o colectivo e em que se sentia toda a força do poema, a que a música de Chico Buarque emprestava, um viver e um sentir tão expressivos, e que a leitura do poema não permitiu, sequer, imaginar.

Passaram todos estes anos e nunca mais sentiu uma embriagues cultural como a daquela.
noite.
Ainda hoje não consegue alinhar meia dúzia de linhas decentes, apenas lhe saem banalidades.

Com o espectáculo a percorrer-lhe as veias, meteu pés por Lisboa fora, madrugada dentro, a falar sozinho ou, como dizia o José Gomes Ferreira, a falar com os fantasmas e a sua sombra.

Por um Dezembro-quase-Natal, de 1967, a descer a Rua do Carmo, viu na montra da Discoteca do Carmo, o disco de “Vida e Morte Severina”. Entrou, deparou-se com um preço-de-nota-preta.

Contou os tostões, o parco subsídio de Natal já tinha viajado para paragens outras, e os que pelo bolso viajaram, ficaram como sinal. Num ápice voltaria para finalizar o pagamento e, a certeza certa, que o resto do mês passaria a pão e água, salsichas Izidoro, mas que se lixasse: aquele gozo já ninguém lhe tirava.

Porque há coisas de que não podemos deixar passar ao lado.
Soube depois que o disco na montra era exemplar único, e já há alguns dias que por ali estava, sem ninguém nele reparar.

Por uma vez, sentiu-se um tipo com sorte!

Colaboração de Gin-Tonic

domingo, 7 de novembro de 2010

ESTÁTUA DE GUALDIM PAIS


Tomar.

Colaboração de PPBEAT

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

JOÃO QUEIROZ NA CULTURGEST (LISBOA)


Tenho o privilégio de ser primo, por afinidade, de João Queiroz.

terça-feira, 27 de abril de 2010

BELA PINTURA DE RUA


Torres Vedras.

domingo, 25 de abril de 2010

PRAÇA 25 DE ABRIL 02


Ao contrário da vox populi, esta gigantesca escultura de José de Guimarães, capitão de Abril, na Praça 25 de Abril, em Lisboa, NÃO é uma homenagem ao 25 de Abril, mas sim "Aos Construtores da Cidade".

EVOCAÇÃO DO 25 DE ABRIL 02


Autor: João Cutileiro

quarta-feira, 7 de abril de 2010

GOAT PARADE...


Exposição em Vila Real de Santo António (Maio de 2009).

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO


Se bem me lembro, era uma exposição em Vila Real de Santo António, uma espécie de cow parade.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

GOAT PARADE...


... em Vila Real de Santo António!

terça-feira, 28 de abril de 2009

JOANA VASCONCELOS


Na rua do Alecrim, em Lisboa, mesmo ao chegar ao Cais do Sodré, um prédio em obras teve a feliz ideia de pedir a Joana Vasconcelos uma instalação para a fachada.

Se a ideia germinar, será muito mais interessante passear a pé pelas ruas das cidades e vilas...