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sexta-feira, 16 de setembro de 2016
FRANCIS MANN
Edição de Autor - 2015
Originais de Francis Mann, com excepção de "Silent Night", de Franz Xaver Gruber, que toca praticamente tudo.
Colaborações de António Pinheiro da Silva, Nanã Sousa Dias, Jorge Palma e Luís Filipe Barros, entre outros.
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sábado, 17 de outubro de 2015
À FLOR DA PELE
EMI - 11C 076-40554 - 1981
A
Rua do Carmo (António Manuel Ribeiro) - Rapaz Caleidoscópio (António Manuel Ribeiro/Renato Gomes) - Nove e Trinta (António Manuel Ribeiro) - (Anjo) Feiticeiro (António Manuel Ribeiro)
B
Modelo Fotográfico (António Manuel Ribeiro) - Rola Roleta (António Manuel Ribeiro/Carlos Peres/Zé Carvalho) - Geraldine (António Manuel Ribeiro/Carlos Peres) - Ébrios (Pela Vida) (António Manuel Ribeiro/Carlos Peres)
Primeiro LP dos UHF, de 1981, então formados por Carlos Peres (baixo), Renato Gomes (guitarras), Zé Carvalho (bateria) e António Manuel Ribeiro (voz, guitarra, teclas).
Produção de Luís Filipe Barros e Nuno Rodrigues, fotografia de Luís Vasconcelos.
ROCK EM STOCK
Hoje, o programa "Rock em Stock", da Rádio Comercial, e o seu protagonista, Luís Filipe Barros, são homenageados em Viseu no evento "Os Melhores Anos", organizado por Eduardo Pinto, antigo baterista dos Tubarões.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
"OS MELHORES ANOS"
Luis Filipe Barros explica como vai ser a homenagem ao "Rock em Stock" no dia 17 de Outubro em Viseu no evento denominado " Os Melhores Anos" (OMA), que já vai na 19ª edição, e se tornou num dos principais actos de variedades do centro do País.
Na mesa, à esquerda da imagem (de Teresa Lage), José Arimateia, administrador da Visabeira Turismo, um dos patrocinadores da festa, e, à direita, Eduardo Pinto, figura mítica de Viseu que foi baterista dos Tubaroes, conjunto ié-ié dos anos 60, o primeiro a musicar António Gedeão, dois anos antes da "Pedra Filosofal", e principal impulsionador da OMA.
Além da emissão em directo de "Rock Em Stock", "Os Melhores Anos" conta ainda com as actuações ao vivo de Expensive Soul, Jaycee n' the Believers, Tributal (tributo a Sting), orquestra "Os Melhores Anos", colectivo Gira Sol Azul, DJ António Arede e Tangerine.
A festa, que já é um ícone da região centro do País iniciou-se em 1993 e por ela já passaram, entre outros, Sheiks, José Cid, Paulo de Carvalho, Taxi, GNR, Carlos Mendes, Pedro Abrunhosa, Rui Veloso e Paulo Gonzo.
A gastronomia, outro dos pratos-forte da festa, é conduzida pelo restaurante Forno da Mimi & Rodízio Real.
Há bar aberto e dança até de manhã.
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quinta-feira, 4 de junho de 2015
ROXIGÉNIO
ORFEU - GSAT 9001 - 1981
Song At Middle Voice (António Garcez/Filipe Mendes/H. Slim) - My Vocation (António Garcez/Filipe Mendes)
Os Roxigénio eram aqui António Garcez (voz), Filipe Mendes (guitarra), José Aguiar (baixo) e Abílio Queirós (bateria).
Fotos de Luís Vasconcelos, produção de Luís Filipe Barros.
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quinta-feira, 28 de março de 2013
quarta-feira, 2 de março de 2011
BABY I LOVE YOU

SIRE - SRE 49182 NP - edição portuguesa (1980)
Baby I Love You - High Risk Insurance
A produção é de Phil Spector, que os Ramones tanto odiaram. A minha perspectiva é exactamente a oposta, uma excelente produção.
Este single foi editado em Portugal pela Nova para assinalar o 1º aniversário de "Rock Em Stock", o programa de Luís Filipe Barros na RDP/Rádio Comercial iniciado no dia 09 de Abril de 1979.
Baby I Love You - High Risk Insurance
A produção é de Phil Spector, que os Ramones tanto odiaram. A minha perspectiva é exactamente a oposta, uma excelente produção.
Este single foi editado em Portugal pela Nova para assinalar o 1º aniversário de "Rock Em Stock", o programa de Luís Filipe Barros na RDP/Rádio Comercial iniciado no dia 09 de Abril de 1979.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
VEDETAS DO ROCK PORTUGUÊS

VDC - VN.2049 ES - 1982
Onde É Que Está O Capital? (António Garcês/Filipe Mendes/João Belo) - Colar De Imitação (António Garcês/Filipe Mendes/João Belo)
Os Transatlântico eram constituídos por Leonor Seixas (voz), Rui Azul (sax tenor), Luís Monteiro (bateria) e Eduardo Silva (baixo).
António Garcez (Pentágono/Psico/Arte & Ofício/Roxigénio/Stick/Trabalhadores do Comércio) e Filipe Mendes (Chinchilas/Heavy Band/Psico/Roxigénio) foram duas das vedetas do rock português que mais brilharam na gala da SPA no passado sábado, em Lisboa.
E na capa deste single ainda aparece o desenho de Luís Filipe Barros, outra vedeta de sábado último.
Onde É Que Está O Capital? (António Garcês/Filipe Mendes/João Belo) - Colar De Imitação (António Garcês/Filipe Mendes/João Belo)
Os Transatlântico eram constituídos por Leonor Seixas (voz), Rui Azul (sax tenor), Luís Monteiro (bateria) e Eduardo Silva (baixo).
António Garcez (Pentágono/Psico/Arte & Ofício/Roxigénio/Stick/Trabalhadores do Comércio) e Filipe Mendes (Chinchilas/Heavy Band/Psico/Roxigénio) foram duas das vedetas do rock português que mais brilharam na gala da SPA no passado sábado, em Lisboa.
E na capa deste single ainda aparece o desenho de Luís Filipe Barros, outra vedeta de sábado último.
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domingo, 14 de novembro de 2010
HOMENAGEM AO POP/ROCK PORTUGUÊS

Original, autografado por Tim e Zé Pedro, do alinhamento do showcase com que os Xutos e Pontapés brindaram no sábado à noite no BBC, em Lisboa, os músicos pop/rock portugueses homenageados pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).
"É uma banda de referência dos nossos dias", sentenciou José Jorge Letria, músico, escritor e dirigente da SPA na apresentação da gala.
Luís Filipe Barros e Tózé Brito foram chamando depois ao palco os 40 músicos constantes da controversa lista. Na hora da festa, ninguém se lembrou dos ausentes.
Finda a entrega dos prémios e no meio de um caos mais ou menos organizado, actuaram sucessivamente o Quinteto Académico (com Dany Silva na voz e Filipe Mendes na guitarra), Afonsinhos do Condado, Arte & Ofício (das melhores prestações - António Garcez em grande forma), Charruas, Chinchilas (Vítor Mamede em todas), Miguel Ângelo ("Nasce Selvagem"), Taxi (brilhante execução do viola-solo Henrique Oliveira), Ekos, Ena Pá 2000 (com Manuel João Vieira e também Filipe Mendes e Vítor Gomes), Peste & Sida, Ritual Tejo e Sindicato.
Vítor Gomes, 70 anos, um dos pioneiros do rock português, teve um pequeno percalço em palco, mas dedicou "Unchained Melody" a todas as mulheres na sala.
"Vocês são as flores do meu jardim", disse.
Mesmo sem os Claves, Conchas, Conjunto Mistério, Daniel Bacelar (e outros), a festa foi porreira, pá, e acabou às 03H41 de hoje.
Um bom desempenho de Luís Filipe Barros.
"É uma banda de referência dos nossos dias", sentenciou José Jorge Letria, músico, escritor e dirigente da SPA na apresentação da gala.
Luís Filipe Barros e Tózé Brito foram chamando depois ao palco os 40 músicos constantes da controversa lista. Na hora da festa, ninguém se lembrou dos ausentes.
Finda a entrega dos prémios e no meio de um caos mais ou menos organizado, actuaram sucessivamente o Quinteto Académico (com Dany Silva na voz e Filipe Mendes na guitarra), Afonsinhos do Condado, Arte & Ofício (das melhores prestações - António Garcez em grande forma), Charruas, Chinchilas (Vítor Mamede em todas), Miguel Ângelo ("Nasce Selvagem"), Taxi (brilhante execução do viola-solo Henrique Oliveira), Ekos, Ena Pá 2000 (com Manuel João Vieira e também Filipe Mendes e Vítor Gomes), Peste & Sida, Ritual Tejo e Sindicato.
Vítor Gomes, 70 anos, um dos pioneiros do rock português, teve um pequeno percalço em palco, mas dedicou "Unchained Melody" a todas as mulheres na sala.
"Vocês são as flores do meu jardim", disse.
Mesmo sem os Claves, Conchas, Conjunto Mistério, Daniel Bacelar (e outros), a festa foi porreira, pá, e acabou às 03H41 de hoje.
Um bom desempenho de Luís Filipe Barros.
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
OMISSÕES INCOMPREENSÍVEIS DA SPA

Beatnicks, Charruas, Chinchilas, Ekos, Pop Five Music Incorporated, Quarteto 1111, Quinteto Académico, Rocks, Sheiks, Sindicato e Victor Gomes e os Gatos Negros são das poucas bandas dos anos 60/70 que a SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) seleccionou para homenagear no dia 13 de Novembro o pop/rock português.
Esta selecção omite nomeadamente os Conchas e Daniel Bacelar, os primeiros músicos portugueses a gravar e a editar o que mais tarde se viria a designar por pop/rock, mas também Zeca do Rock, outro pioneiro, Claves, vencedores do Concurso Yé-Yé, no Monumental, Conjunto Mistério, vencedores do Concurso Tipo Shadows, no cinema Roma, entre muitos outros, como o Conjunto Académico João Paulo ou os Titãs.
A gala da SPA realiza-se no BBC (Belém Bar Café), em Lisboa, com apresentação de Luís Filipe Barros e Ana Bola.
Esta selecção omite nomeadamente os Conchas e Daniel Bacelar, os primeiros músicos portugueses a gravar e a editar o que mais tarde se viria a designar por pop/rock, mas também Zeca do Rock, outro pioneiro, Claves, vencedores do Concurso Yé-Yé, no Monumental, Conjunto Mistério, vencedores do Concurso Tipo Shadows, no cinema Roma, entre muitos outros, como o Conjunto Académico João Paulo ou os Titãs.
A gala da SPA realiza-se no BBC (Belém Bar Café), em Lisboa, com apresentação de Luís Filipe Barros e Ana Bola.
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segunda-feira, 15 de março de 2010
GO GRAAL BLUES BAND

RCS
Touch Me Now (J. Allain/Paulo Gonzo/Tó Andrade) - Lay Down (J. Allain/Paulo Gonzo/Tó Andrade)
Produção de Luís Filipe Barros
Cortesia de Carlos Santos
Touch Me Now (J. Allain/Paulo Gonzo/Tó Andrade) - Lay Down (J. Allain/Paulo Gonzo/Tó Andrade)
Produção de Luís Filipe Barros
Cortesia de Carlos Santos
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
LUÍS FILIPE BARROS

Luís Filipe Barros é uma velha glória da rádio portuguesa. Tem 42 anos, mas o gosto pelo rock ainda lhe corre no sangue. Não é de admirar. O rock fez exactamente em Setembro último a bonita idade de 40 anos.
Foi por isso que Barros começou a ouvir rock. Se o rock fosse mais velho, de certeza que o "berros" já o teria ouvido. Na Rádio Comercial, Luís Filipe Barros foi um dos mestres do rock com "Rock Em Stock" que marcou uma geração no ínício da década de 80. O pior foi na televisão quando se aliou a Manuela "bocas" Moura Guedes. Mas é melhor nem falar nisso...
Actualmente realizador na RDP-FM, Luís Filipe Barros não deixou de gravar a sua cassete para a D. Rosa.
Aqui está ela, com os melhores cumprimentos:
Eve Of Destruction - Barry McGuire
Foi por isso que Barros começou a ouvir rock. Se o rock fosse mais velho, de certeza que o "berros" já o teria ouvido. Na Rádio Comercial, Luís Filipe Barros foi um dos mestres do rock com "Rock Em Stock" que marcou uma geração no ínício da década de 80. O pior foi na televisão quando se aliou a Manuela "bocas" Moura Guedes. Mas é melhor nem falar nisso...
Actualmente realizador na RDP-FM, Luís Filipe Barros não deixou de gravar a sua cassete para a D. Rosa.
Aqui está ela, com os melhores cumprimentos:
Eve Of Destruction - Barry McGuire
Cuts You Up - Peter Murphy
How Soon Is Now? - Smiths
Pets - Porno For Pyros
Killing Moon - Echo and the Bunnymen
Black - Pearl Jam
Plush - Stone Temple Pilots
Waiting On A Friend - Rolling Stones
Mia - Aerosmith
Panama - Van Hallen
Alabama Song - Doors
Heroes - David Bowie
A Day In The Life - Beatles
Wheel's On Fire - Julie Driscoll, Brian Auger and the Trinity
Stairway To Heaven - Led Zeppelin
in Blitz, 30 de Novembro de 1993
in Blitz, 30 de Novembro de 1993
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terça-feira, 16 de junho de 2009
STREET KIDS

VDC - VN-2018 ES - 1980
Let Me Do It - Spy
Produção de Luís Filipe Barros, assistente de produção, Mike Sergeant (o mundo às avessas).
Banda de Cascais, os Street Kids foram a primeira grande experiência de Nuno Rebelo (ex-Plástico) antes dos Mler Ife Dada. O grupo compreendia também Nuno Canavarro, Emanuel Ramalho (ex-Faíscas, ex-Corpo Diplomático, futuro Delfins), Eduardo Sobral e Luís Ventura (Mané) (ambos ex-Plástico).
Ao single de estreia (na imagem), segue-se no ano seguinte "Super Wen" que teve menor eco nas rádios, mas, mesmo assim, o grupo é votado como uma das promessas para 1982, ano em que editam o primeiro e único álbum, "Trauma".
(Em 1983, sai ainda um máxi, "So Far For So Long", onde regressavam ao inglês).
Produzido pelo ex-Tantra Manuel Cardoso (Frodo), o álbum é cantado em português, destacando-se "Tropa Não", "Propaganda", "Tóquio Ano 82" e "Todos São Paranóicos Menos Eu".
Ver mais informação aqui.
Let Me Do It - Spy
Produção de Luís Filipe Barros, assistente de produção, Mike Sergeant (o mundo às avessas).
Banda de Cascais, os Street Kids foram a primeira grande experiência de Nuno Rebelo (ex-Plástico) antes dos Mler Ife Dada. O grupo compreendia também Nuno Canavarro, Emanuel Ramalho (ex-Faíscas, ex-Corpo Diplomático, futuro Delfins), Eduardo Sobral e Luís Ventura (Mané) (ambos ex-Plástico).
Ao single de estreia (na imagem), segue-se no ano seguinte "Super Wen" que teve menor eco nas rádios, mas, mesmo assim, o grupo é votado como uma das promessas para 1982, ano em que editam o primeiro e único álbum, "Trauma".
(Em 1983, sai ainda um máxi, "So Far For So Long", onde regressavam ao inglês).
Produzido pelo ex-Tantra Manuel Cardoso (Frodo), o álbum é cantado em português, destacando-se "Tropa Não", "Propaganda", "Tóquio Ano 82" e "Todos São Paranóicos Menos Eu".
Ver mais informação aqui.
quinta-feira, 12 de março de 2009
LAGARTOS!!!
segunda-feira, 17 de março de 2008
INÍCIO DA RÁDIO COMERCIAL

Éramos três à mesa, unidos por este blog. Não nos víamos há uns bons 20 anos, mas este blog teve o condão de nos reaproximar: eu e os meus amigos e ex-companheiros de profissão Vítor Soares e Armando Pires.
No Portal das Laranjeiras, em Lisboa, quase ficámos até à hora de jantar, tal a conversa - e a má-língua - para pôr em dia.
Reviveram-se muitas histórias da rádio e do PREC. Muita gente (conhecida) da rádio ficou com as orelhas a arder.
Vítor Soares mandou-me depois a notícia da ANOP que relata o início da Rádio Comercial em Março de 1979.
Nesta grelha, o "Em Órbita" ia até às 21H00 com Jorge Gil e Jaime Fernandes (um dos que terá ficado com as orelhas a arder).
Entre as 15H00 e as 18H00 havia o "Rock Em Stock" com Jaime Fernandes (outra vez), Paulo Coelho, Rui Morrison e Luís Filipe Barros.
Quanto à Informação, Vítor Soares, que estava na Antena 1, foi com Rui Paulo da Cruz, chefe de redacção, para a recém-baptizada Rádio Comercial.
Na frequência do antigo Rádio Clube Português, Rui Paulo da Cruz , Vítor Soares e mais uma dúzia de jornalistas, entre os quais Adelino Gomes, Joaquim Furtado, Armando Pires e Jorge Moreira (o grande JóJó, "voz de ouro"), procuraram retomar o espírito informativo do ex-RCP antes de ser nacionalizada, em 1975.
Segundo Vítor Soares, foi uma experiência abortada a partir de 1981 com as sucessivas incursões de influências partidárias na redacção da Comercial. Nesta fase, o socialista António Ribeiro foi o primeiro a assumir a Direcção de Informação.
Começaram as emissões já com a designação Rádio Comercial no dia 01 de Março, mas apenas com música e referências à Rádio Comercial (OM e FM) para que se fizesse a diferença dos antigos Programa 3 e Programa 4.
As primeiras grelhas de programas foram efectivamente para o ar em 12 de Março.
Eu considero que 01 de Março de 1979 é verdadeiramente o nascimento da RC, disse-me João David Nunes, primeiro director da estação.
No Portal das Laranjeiras, em Lisboa, quase ficámos até à hora de jantar, tal a conversa - e a má-língua - para pôr em dia.
Reviveram-se muitas histórias da rádio e do PREC. Muita gente (conhecida) da rádio ficou com as orelhas a arder.
Vítor Soares mandou-me depois a notícia da ANOP que relata o início da Rádio Comercial em Março de 1979.
Nesta grelha, o "Em Órbita" ia até às 21H00 com Jorge Gil e Jaime Fernandes (um dos que terá ficado com as orelhas a arder).
Entre as 15H00 e as 18H00 havia o "Rock Em Stock" com Jaime Fernandes (outra vez), Paulo Coelho, Rui Morrison e Luís Filipe Barros.
Quanto à Informação, Vítor Soares, que estava na Antena 1, foi com Rui Paulo da Cruz, chefe de redacção, para a recém-baptizada Rádio Comercial.
Na frequência do antigo Rádio Clube Português, Rui Paulo da Cruz , Vítor Soares e mais uma dúzia de jornalistas, entre os quais Adelino Gomes, Joaquim Furtado, Armando Pires e Jorge Moreira (o grande JóJó, "voz de ouro"), procuraram retomar o espírito informativo do ex-RCP antes de ser nacionalizada, em 1975.
Segundo Vítor Soares, foi uma experiência abortada a partir de 1981 com as sucessivas incursões de influências partidárias na redacção da Comercial. Nesta fase, o socialista António Ribeiro foi o primeiro a assumir a Direcção de Informação.
Começaram as emissões já com a designação Rádio Comercial no dia 01 de Março, mas apenas com música e referências à Rádio Comercial (OM e FM) para que se fizesse a diferença dos antigos Programa 3 e Programa 4.
As primeiras grelhas de programas foram efectivamente para o ar em 12 de Março.
Eu considero que 01 de Março de 1979 é verdadeiramente o nascimento da RC, disse-me João David Nunes, primeiro director da estação.
sexta-feira, 14 de março de 2008
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
DAVE DEE, DOZY, BEAKY, MICK AND TICH

REPERTOIRE REPUK 1004 - 2003
DDD-BMT - We've Got A Good Thing Goin' - Here's A Heart - Something I Gotta Tell You - All I Want To Do - Frustration - Hold Tigh - Hard To Love You - Nose For trouble - No More Love - After Tonight - No Time - Double Agent
Bonus tracks: Is It Love - All I Want (single version) - It Seems A Pity - You Make It Move 8single version) - I Can't Stop - You Know What I Want - Hideaway (single version) - Bend It (single version) - She's So Good (single version) - Loos Of England (EP version) - Over And Over Again - Bend It (US version)
Se soubesse que os Dave Dee eram assim tão apreciados já aqui tinha falado deles. É que eu adoro-os e era um ás a dizer o nome deles na rádio. Quando tinha o "Mensageiro da Moita", na Voxx, levava sempre os discos deles só para dizer o nome.
Com este entusiasmo pela banda, acabei de ir ao eBay e arrematar o single original (com capa original) de "Hideaway/Here's A Heart" (o tal que me gamaram). Baratucho. Obrigado, pessoal, por me avivarem a memória.
Desta banda, até um DVD tenho!
Esta reedição do primeiro álbum que vos apresento foi adquirida em Outubro do ano passado na Irlanda, de visita ao filhote mais velho que se refugiou no campo in the middle of nowhere como veterinário de "grandes animais".
Presumo que conheçam esta Repertoire. É fundamental!
E o que me dizem, por exemplo, de "Hard To Love You", um autêntico pré-"Hold Tight!"? E de "After Tonight"? E de "You Know What I Want"? Ó meu Deus! Os lados B confundiam-se com os lados A.
Naqueles anos 60, lá para 67/68, eu e o irmão caçula gravávamos em casa num esplêndido gravador de bobinas, primeiro um Grundig Elizabethan, depois um B&O (que ainda existe), programas de rádio a que chamávamos Rádio Pirata Lisboa-1. "Lisboa-1" era o nosso código postal. Até o Luís Filipe Barros lá foi um dia gravar. E mandávamos as bobinas para Moçambique para uma qualquer estação de rádio, já não me lembro qual.
Bom, uma das coisas que fazíamos era colagens de pedações de música. Por exemplo, dos Dave Dee, retirámos a frase "i beg you pardon, sir" de "Nose For Trouble" que ficava uma delícia.
Acho que ainda temos essas colagens por aí.
DDD-BMT - We've Got A Good Thing Goin' - Here's A Heart - Something I Gotta Tell You - All I Want To Do - Frustration - Hold Tigh - Hard To Love You - Nose For trouble - No More Love - After Tonight - No Time - Double Agent
Bonus tracks: Is It Love - All I Want (single version) - It Seems A Pity - You Make It Move 8single version) - I Can't Stop - You Know What I Want - Hideaway (single version) - Bend It (single version) - She's So Good (single version) - Loos Of England (EP version) - Over And Over Again - Bend It (US version)
Se soubesse que os Dave Dee eram assim tão apreciados já aqui tinha falado deles. É que eu adoro-os e era um ás a dizer o nome deles na rádio. Quando tinha o "Mensageiro da Moita", na Voxx, levava sempre os discos deles só para dizer o nome.
Com este entusiasmo pela banda, acabei de ir ao eBay e arrematar o single original (com capa original) de "Hideaway/Here's A Heart" (o tal que me gamaram). Baratucho. Obrigado, pessoal, por me avivarem a memória.
Desta banda, até um DVD tenho!
Esta reedição do primeiro álbum que vos apresento foi adquirida em Outubro do ano passado na Irlanda, de visita ao filhote mais velho que se refugiou no campo in the middle of nowhere como veterinário de "grandes animais".
Presumo que conheçam esta Repertoire. É fundamental!
E o que me dizem, por exemplo, de "Hard To Love You", um autêntico pré-"Hold Tight!"? E de "After Tonight"? E de "You Know What I Want"? Ó meu Deus! Os lados B confundiam-se com os lados A.
Naqueles anos 60, lá para 67/68, eu e o irmão caçula gravávamos em casa num esplêndido gravador de bobinas, primeiro um Grundig Elizabethan, depois um B&O (que ainda existe), programas de rádio a que chamávamos Rádio Pirata Lisboa-1. "Lisboa-1" era o nosso código postal. Até o Luís Filipe Barros lá foi um dia gravar. E mandávamos as bobinas para Moçambique para uma qualquer estação de rádio, já não me lembro qual.
Bom, uma das coisas que fazíamos era colagens de pedações de música. Por exemplo, dos Dave Dee, retirámos a frase "i beg you pardon, sir" de "Nose For Trouble" que ficava uma delícia.
Acho que ainda temos essas colagens por aí.
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