sexta-feira, 16 de setembro de 2011

TRAVESSA DA HORTA DA CÊRA


Travessa entre a avenida de Liberdade e a rua do Salitre, em Lisboa.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PINK FLOYD EM VINIL PELA "MOJO"


MOJO VINYL EDITION - 2011

Side One

Speak To Me (Gallops) - Breathe (Our Broken Garen) - On The Run (Oscillation) - Time (Wolf People) - The Great Gig In The Sky (The Last Hurrah!!)

Side Two

Money (Pineapple Thief) - Us And Them (Doug Paisley and Garth and Maud Hudson) - Any Colour You Like (Matt Berry) - Brain Damage (Neville Skelly) - Eclipse (of Arrow Hill)

ANA PAULA DA SILVA NA "MOJO"


Mojo, nº 215, Outubro 2011, collector's cover

Além de um feature sobre os Pink Floyd, a edição de Outubro da revista britânica "Mojo" inclui ainda uma reportagem sobre a entrega dos Prémios Mojo, onde a portuguesa Ana Paula da Silva, das Raincoats, co-entregou aos Public Image Ltd o prémio chamado "The Mojo Outstanding Contribution To Music".

A revista publica uma fotografia de Ana Paula da Silva, Gina Birch e John Lydon.

Ringo Starr arrecadou o Prémio Ícone e Brian Wilson o de "Hall Of Fame".

Outros premiados: Rumer (Revelação), Donovan (Maverick), John Grant (Ao Vivo), Martha and the Vandellas (Mérito), "Screamadelica", Primal Scream (Álbum Clássico), Squeeze (Compositor), "Suck It And See", Arctic Monkeys (Melhor Álbum), "Grinderman", Heathen Child (Melhor Canção).

The Raincoats' Gina and Ana making their own film, even managed to video a Lydon monologue on the Post Punk Movement: "The meeeeedia never understood it. Only we knew..." - escreve-se na reportagem.

EDMUNDO FALÉ CANTA BEATLES


TECLA - TE 1004

Ei... Eu Chamei (Luís Waddington) - Sei (Luís Waddington) - O Teu Olhar (Luís Waddington) - Estou Tão Só ("Yesterday") (Lennon/McCartney/Luís Waddington)

Produção de Jorge Costa Pinto.

Curiosamente, o EP não tem qualquer referência aos Beatles na capa.

Edmundo Falé foi co-fundador dos Ekos.

ROCK PORTUGUÊS


"Música & Som", Agosto de 1981

Trata-se de uma edição especial sobre o (então) rock português com textos de Nuno Infante do Carmo (Tantra, Opinião Pública, Frodo, Rui Veloso, Seilasié, Banda do 2º Canal), João Gobern (NZZN, Salada de Frutas, Street Kids), Ana Rocha (Adelaide Ferreira, TNT, Jafumega, UHF, Taxi, Iodo, Rock & Varius, CTT, Trabalhadores do Comércio, Roxigénio) e Ricardo Camacho (GNR).

BEATLES VS STONES


"The Beatles VS The Rolling Stones", Jim Derogatis e Greg Kot, Editora Globo, tradução de Cristina Yamagami, 2011, 192 págs

Cortesia de Filhote, no Rio de Janeiro

OS MELHORES PASTÉIS DE VOUZELA


Não há pai!

ROYAL TEHRAN HILTON


Fiquei neste Royal Tehran Hilton de 04 para 05 de Janeiro de 1979, em viagem profissional de reportagem da evacuação de emigrantes portugueses no Irão por ocasião da queda do Xá.

Foi uma viagem bem atribulada com uma escala/dormida não prevista em Bagdad, na era pré-Saddam Hussein, por falta de autorização de aterragem em Teerão após o pôr do sol.

Eu e Joaquim Furtado (RTP) fomos os únicos jornalistas portugueses nesta aventura.

Se bem lembro, comemos divinamente neste Hotel, então estrategicamente ocupado pelos militares norte-americanos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

FALECEU ARLINDO CONDE


Arlindo Conde, promotor de espectáculos, um dos pioneiros do yé-yé português, faleceu hoje à tarde em Cascais. Tinha 88 anos.

Com o seu "Passatempo PAC", no Eden, em Lisboa, deu a conhecer muitos artistas, dos primeiros do rock português, como Zeca do Rock e Daniel Bacelar.

Era pai de Fernando Conde, ele próprio também um pioneiro do yé-yé na qualidade de rocker.

Arlindo Conde organizava também os populares concursos do Rei da Rádio.

VOLTA A PORTUGAL

MOCIDADE EM FÉRIAS


COLUMBIA - SLEM 2154 - edição portuguesa

Summer Holiday - A Swingin' Affair - Dancing Shoe - Big News

É, fora de dúvida, um espectáculo atraente o que ontem se estreou no Roma, impressionando favoravelmente a enorme plêiade de admiradores de Cliff Richard.

Baseando-se num estilo agora em aura, isto é, a comédia musical provida de curioso enredo (quatro mecânicos de camiões montam um autocarro de dois pisos para viagem experimental encontrando outras tantas moças), Peter Yates realizou com todos os requisitos indispensáveis ao êxito (podia talvez ter reduzido o excessivo número de melodias existentes na segunda metade) uma película viva, alegre e de cunho optimista, que teve o condão específico de captar o interesse da assistência, não só pelo argumento, como pela partitura musical, assinada por Herbert Ross. Digna de encómios a sequência ritmada da parte inicial.

Rodado em cinemascópio e com magnífico colorido, este esfuziante hino de juventude, pleno de sequências do mais belo efeito coreográfico, conta com correctas interpretações de Cliff Richard, Lauri Peters, Melvyn Hayes, Una Stubbs, Teddy Green e Pamela Hart, secundados pelos "The Shadows" em curtas passagens.

À guisa de complemento, registe-se que Cliff Richard manifesta cada vez mais talento e sabe, como poucos, tirar partido dele, pois joga com um factor de capital importância para manutenção de prestígio: irradia simpatia contagiante. É comunicativo. Tem personalidade. Poeta, comediante, cançonetista, este jovem é bem uma das revelações do mundo dos espectáculos, não só em Inglaterra e na América, como também no resto do Mundo.

Complementos diversos. Após o intervalo e apresentados por Fernando Pessa, exibiram-se em barulhentas intervenções os discutidos "reis do twist de 63". Adequado aperitivo para o certame que se avizinha.

Paulo de Medeiros, "Diário Popular", 14 de Setembro de 1963

terça-feira, 13 de setembro de 2011

ÍDOLOS DA JUVENTUDE


ODEON - MOFB 324 - edição brasileira (1965)

Lado 1

Ticket To Ride (Beatles) - Don't Let Me Be Misunderstood (Animals) - Reelin' And Rockin' (Dave Clark Five) - Silhouettes (Herman's Hermits) - For Your Love (Yardbirds) - I'll Never Find Another You (Seekers)

Lado 2

Eight Days A Week (Beatles) - Bring It On Home To Me (Animals) - Show Me Girl (Herman's Hermits) - Louie, Louie (Bryan and the Brunelles) - What Kind Of Woman (Simon Scott) - A World Of Our Own (Seekers)

Cortesia de Filhote, no Rio de Janeiro

MOCIDADE EM FÉRIAS


Um dos filmes que revolucionou a música yé-yé em Portugal foi estreado faz hoje 47 anos!

Repare-se no pormenor: rigorosamente suspensas as entradas de favor nas sessões da noite.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

CASINO COSTA RICA


O prometido é devido, tal como diz a canção do Rui Veloso.

Agora que já tenho o PC e net em ordem aqui vai uma pouco da história que eu conheço sobre o casino Costa Rica que existiu na Trafaria no Beco da Praia.

O casino Costa Rica foi um dos mais prestigiados casinos da zona de Lisboa, e existiu até aos finais dos anos 40 início dos anos 50, pois eu, nascido em 1953, já não me lembro como casa de espectáculos e casino, mas sim como fábrica de malhas, propriedade da firma STAL-Sociedade Técnica Aliança, Lda, também conhecida pela fábrica do Moura, onde algumas vezes servi de modelo, dada a proximidade com a residência da minha avó.

Nunca consegui reunir qualquer documento da época do casino e a única informação da existência é um emblema de lapela, que suponho ser desse casino, pela heráldica, ou seja, tem garfo e colher, uma fateixa e uma fragata, (símbolos da restauração e da borda de água),
acrescidos do nome Costa Rica.

A minha mãe falou-me também deste casino e casa de espectáculos.

Outro sinal da existência é ter havido em Lisboa uma Orquestra com o nome Orquestra Costa Rica, que actuou nos anos 50 pelas casas prestigiadas de baile na zona de Lisboa e Margem Sul, que penso ter sido o resultado da continuidade da orquestra que ali tocou.

A História é feita destas pequenas memórias.

Colaboração de Carlos Caria

SÉRGIO GODINHO


DIAPASÃO - DIAP 18003

Lado A

Romance De Um Dia Na Estrada - Etelvina - A Minha Cachopa - A Noite Passada - Aprendi A Amar - Charlatão

Lado B

Cão Raivoso - Pontos Nos III - Que Força É Essa - Barnabé - Liberdade - O Homem Dos Sete Instrumentos

Hoje saiu novo disco de Sérgio Godinho, "Mútuo Consentimento".

Cortesia de João Pedro Martins, em Marinhais

VÊM AÍ OS PINK FLOYD!!!

Os Pink Floyd e a EMI, cuja associação remonta a 1967, iniciam dia 26 de Setembro um extenso calendário de edições, denominado "Why Pink Floyd?", que só terminará a 27 de Fevereiro do próximo ano.

As edições compreendem CDs, DVDs, Blu-ray, SACD, vinil, vários formatos digitais, iPhone Apps e um "Best Of".

Trata-se do maior projecto de catálogo de sempre dos Pink Floyd, que inclui a reedição de todos os álbuns de estúdio com novas remasterizações, edições especiais e edições para coleccionadores com gravações inéditas recolhidas nos arquivos da banda.

No dia 26 de Setembro são editados os 14 álbuns de estúdio remasterizados ("Discovery Editions"), uma caixa, “Discovery”, com os 14 álbuns e ainda edição especial ("Experience Edition"), uma edição limitada ("Immersion Edition") e uma edição em vinil do álbum “The Dark Side Of The Moon”.

No dia 07 de Novembro é editado o "best of", intitulado “A Foot In The Door”, bem como a edição especial ("Experience Edition"), a edição limitada ("Immersion Edition") e uma edição em vinil do álbum “Wish You Were Here”.

O plano de edições termina dia 27 de Fevereiro de 2012 com a edição especial ("Experience Edition") a edição limitada ("Immersion Edition") e uma edição em vinil do duplo álbum “The Wall”.

Os 14 álbuns são os seguintes: "The Piper At The Gates Of Dawn" (1967), "A Saucerful Of Secrets" (1968), "More" (1969), "Ummagumma" (1969), "Atom Heart Mother" (1970), "Meddle" (1971), "Obscured By Clouds" (1972), "The Dark Side Of The Moon" (1973), "Wish You Were Here" (1975), "Animals" (1977), "The Wall" (1979), "The Final Cut" (1983), "A Momentary Lapse Of Reason" (1987) e "The Division Bell (1994).

O alinhamento de "A Foot In The Door" é o seguinte:

"Hey You", "See Emily Play", "The Happiest Days Of Our Lives", "Another Brick In The Wall pt2", "Have A Cigar", "Wish You Were Here", "Time", "The Great Gig In The Sky", "Money", "Comfortably Numb", "High Hopes", "Learning To Fly", "The Fletcher Memorial Home", "Shine On You Crazy Diamond (edit)", "Brain Damage" e "Eclipse".

VIVA O NATAL


"Neve de Natal", original pintado com a boca por Natalina Marcantoni

domingo, 11 de setembro de 2011

THORNS


AWARE RECORDS/COLUMBIA - 511373 2 - 2003

Runaway Feeling - I Can't Remember - Blue - Think It Over - Thorns - No Blue Sky - Now I Know - Dragonfly - Long, Sweet Summer Night - I Told You - Such A Shame - I Set The World On Fire - Among The Living

Os Thorns (americana) são um trio fantástico composto por Matthew Sweet, Shawn Mullins e Pete Droge que teve aqui a ajuda de nomes como Jim Keltner, Greg Leisz, Brendan O'Brien (que também produziu), Roy Bittan, Ricky Keller e Paul Buckmaster.

SUNDAY MORNING, 6 AM


Hey, Mr. Spaceman,
Won’t you please take me along for a ride

(Mr. Spaceman – The Byrds)

Se alguém me falasse na eventualidade de ser apanhado às 6 e picos da manhã nas estreitas estradas dos lagos austríacos, montado num FIAT 500 a ouvir a música dos Byrds, eu responderia que seria um cenário altamente improvável.

Mas aconteceu…

Eu explico, mas teremos de ir por partes.

A região dos lagos de Salzkammergut, a norte de Salzburg, foi um dos lugares onde decidi poisar com um pouco mais de tempo, nesta curta passagem em férias por terras austríacas.

O FIAT 500 foi alugado de propósito para me acompanhar nesse périplo. Por ser pequenino e fácil de estacionar, gastar pouco e também, confesso, porque tinha alguma curiosidade em o experimentar.

Os Byrds, ou melhor, esta colectânea que aqui vêem, foi comprada na véspera por mera coincidência, numa “feira da ladra” de Bad Ischl. Pura incapacidade minha de passar defronte dessas velharias de LPs e CDs sem meter o bedelho.

Foi a única coisa que se aproveitou, muito embora ainda tenha pensado em comprar o Richard Clayderman a tocar canções de Natal para a colecção do meu Amigo Gin Tonic. Mas arrepiei caminho, não fosse o Querido Gin, com a sua subtileza habitual, mandar-me ir meter o “Peyderman” num sítio que eu cá sei…

Resta-me explicar-vos o porquê da estranha hora, para tudo se compor.

Quando na véspera, após um agradável mergulho no Lago Grundlsee, me preparava para rumar a outras paragens, fui confrontado com mais uma daquelas comoventes cenas de desespero da Minha Querida Companheira de Viagem (MQCV)…

Quase a fazer beicinho, alegou que já estava farta da tirania dos meus horários em viagem e que as férias também eram feitas para as pessoas descansarem e não para andarem sempre a saltitar de um lado para o outro…

Ser acusado de tirano em terras de Hitler e, ainda por cima, com memórias de campos de concentração nas redondezas é coisa capaz de provocar graves danos psicológicos a qualquer um, pelo que nem hesitei em meter travões a fundo, fazer uma rápida inversão de marcha e rumar direitinho à nossa querida casinha de St. Wolfgang.

Mas quem me conhece sabe bem o quanto me custa abdicar dos programas que idealizei, neste caso a visita ao Gosausee, um dos mais secretos e recônditos lagos dessa bela região.

Passar por lá no dia seguinte não seria solução, porque ficaria fora de mão e teria de abdicar de outras coisas, o que também não deixaria de me provocar alguma frustração. A solução seria fazer esticar o dia, levantar-me perto das 6 da manhã, dar as minhas voltinhas tranquilamente e regressar ainda a tempo de, com um sorriso provocador nos lábios, poder acompanhar a MQCV no seu pequeno-almoço… E se bem o pensei, melhor o fiz…

Voilá! Está explicado todo o cenário.

E em boa hora o fiz, porque as recordações que guardo são magníficas.

O dia acordou solarengo, que é coisa rara naquelas paragens. Olhar o sol a subir no horizonte e, à medida que subia, ir salpicando de diversas tonalidades de rosa, amarelo e laranja as estradas desertas, a floresta à volta, o raro casario existente. Ver o reflexo de tudo isso nos lagos a mudar a cada instante… Sentir a tranquilidade de um povoado que acorda a pouco e pouco e nos aparece à porta com um balde na mão, provavelmente para ir ao leite… Sentir bem no rosto o ar húmido da manhã e o cheirinho da terra e dos animais à sua volta.

Aquelas pachorrentas vacas calmamente refasteladas na relva, que pareciam levantar a orelha à minha passagem, como se a música lhes trouxesse reminiscências de antepassados há muitas gerações emigrados nas longínquas planícies dos Estados Unidos.

Aquele pequeno veado parado à beira da estrada, como que hipnotizado pela guitarra de Roger McGuinn…

É que a música, já o perceberam, ia bem alta, a um nível sonoro absolutamente inimaginável para os sensíveis ouvidos da MQCV.

A determinada altura, uma espécie de asa-delta pôs-se a dançar bem lá no cimo e imaginei a beleza que não teria toda esta cena vista lá do alto, dando por mim a pedir a Mr. Spaceman para me deixar dar uma voltinha lá por cima…

Ele há males que valem por bem e, como a MQCV não é cliente assídua deste “blogue”, penso que não correrei grandes riscos de retaliação se vos confessar que aquelas quase quatro horitas que andei a pastar à solta são das memórias mais fortes que guardarei de toda a viagem.

Quanto à música em si, pouco haverá a dizer. Trata-se de mais uma das conhecidas colectâneas que acompanham a Uncut, esta com data de 2003. Imagino que a acompanhar uma revista dedicada aos Byrds, embora o simpático senhor da feira da ladra não me tenha dado qualquer revista como bónus.

Para além dos Byrds ou dos seus antigos membros com outra companhia, há muita gente que conheço, pelo menos de nome (Diesel Park West, The Searchers, Orange Juice, The Flamin’ Groovies, Giant Sand, The Coal Porters, Blue Oyster Cult), e outros que não tanto (The Replacements, Cosmic Rough Riders, Captain Soul, Miracle Legion, The Sons of Champlin and so on…).

E apenas duas boas revelações, com direito a análise mais detalhada já encomendada na Amazon: Marc Carrol e The Thorns.

É claro que tudo isto não passa de um pretexto para desejar “bon courage” a quem vai retomar o seu trabalho.

Não se chateiem e façam como eu: virem a cadeira na direcção da janela, fechem os olhos e revejam-se onde muito bem quiserem…

Boa “rentrée”!

Um abraço do

Luís Mira

SANTA JOANA PRINCESA


S. João de Brito, Lisboa.

sábado, 10 de setembro de 2011

III FESTIVAL DA CANÇÃO PORTUGUESA


ALVORADA - AEP 60430

De Cá Para Lá (Maria Clara) - Adeus Minha Mãe Não Chore (Artur Ribeiro) - Oração Para Dois (Simone de Oliveira) - Canção do Passado (Artur Garcia)

O III Festival da Canção Portuguesa, organizado pela Emissora Nacional, realizou-se nos dias 20 e 21 de Agosto de 1961 no Casino da Figueira da Foz.

Foi o primeiro Festival transmitido em directo pela RTP.

O Festival foi ganho pela canção "Ontem E Hoje", na interpretação de Simone de Oliveira, canção não incluída neste EP.

Maria Clara, presente nesta edição com "De Cá Para Lá", ganhou o Prémio de Interpretação.

THE LOVE WE MAKE


O documentário de Paul McCartney sobre os ataques terroristas às Torres Gémeas em Nova Iorque, "The Love You Make", estreia-se hoje em diversas salas nos Estados Unidos.

O Beatle encontrava-se em Nova Iorque quando os ataques ocorreram tendo então organizado um concerto de solidariedade com nomes famosos, "Concert For New York", com Elton John, Mick Jagger, Billy Joel, Eric Clapton e David Bowie, entre outros.

Acompanhado por uma câmara de filmar, deambulou também pelas ruas da cidade cumprimentando pessoas e dando-lhes abraços como manifestação de amizade e de solidariedade.

Não sei se alguma vez os portugueses verão este espécime de cinema verité.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

TROVA DO VENTO QUE PASSA


COLUMBIA - 8E 006 40325 G

Trova Do Vento Que Passa (Manuel Alegre/Alain Oulman) - Libertação (David Mourão-Ferreira/Santos Moreira)

O sax-tenor Don Byas participa na gravação de "Trova Do Vento Que Passa".

ROGER DALTREY


ODE RECORDS - 8E 006-94 852 MF - edição portuguesa (1973)

I'm Free (Pete Townshend) - Overture (Pete Townshend)

Roger Daltrey, voz dos Who, é acompanhado pela London Symphony Orchestra e pela English Chamber Choir.

Trechos da ópera-rock "Tommy", dos Who (1974).

Colaboração de PPBEAT

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

JOÃO C BOM


EMI - 7929271 -

1

Fora de Mão - Fantasmas - Cidade Nua - Expresso do Oriente - Esboço

2

O Meu Ideal - Sempre - Quero Ser Sempre Assim - Modas Negras & Olhos No Infinito - Estrada

Produção de Rui Veloso e co-produção de Zé Carrapa