sexta-feira, 26 de junho de 2009

FRAUDE: ÁLBUM AO VIVO, JÁ!!!


Quarenta anos depois, a Filarmónica Fraude continua... um conjunto diferente!

Recusa a facilidade e o óbvio, ignora a nostalgia e o revivalismo e reinventa, de novo, a modernidade da tradição musical portuguesa, seja lá o que isto quer dizer...

Tudo isto aconteceu esta noite, 26 de Junho, no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, perante as 439 pessoas que esgotaram a sala.

Era - e foi - o concerto comemorativo dos 40 anos de uma das mais prestigiadas (e injustiçadas) bandas portuguesas dos anos 60/70.

Com o sentido estético que caracterizou o grupo em 1969, o concerto exclusivo de Tomar, terra da naturalidade da maioria dos músicos, teve um conceito, original, da autoria do actor João Mota (Comuna), 66 anos, natural também da cidade nabantina.

Tudo muito simples.

Num palco negro, luzes para um rádio de válvulas onde se ouviam notícias de 1969: uma viagem de Marcelo Caetano às colónias, a inauguração da Gulbenkian, a guerrilha urbana na Irlanda do Norte e o nascimento da Filarmónica Fraude.

(Eu teria dado ênfase à crise académica de 69).

Com aspecto excelente, saídos de um qualquer spa, os músicos, todos de camisa branca, entram em palco às 21H55 e dão logo nas vistas com "Orícia", que deu o tom do que viria a ser o concerto: agarrar o passado para reviver o presente.

Foi uma opção arriscada, assumida, com os seus perigos, mas que se revelou, afinal, eficaz, eficiente, a provar que a Filarmónica Fraude nem à sua designação faz jus.

A opção por arranjos mais modernos, por roupagens novas, nalguns casos a roçar o sabor latino, foi por demais evidente em canções tão populares como "A Flor De Laranjeira" e "Animais de Estimação", que se seguiram.

Foi divertido ver a malta - tudo fã da Filarmónica como é natural (conheço um casal que veio propositadamente de Viana do Castelo para o concerto) - à pesca nos primeiros acordes - o que é isto? - e depois entrar em êxtase, cantando a plenos pulmões os respectivos refrões.

Não entendo nada de música, mas percebi uma atitude deveras inteligente nos novos arranjos: as coisas parecem diferentes, mas o refrão mantém-se intacto, permitindo a adesão emocional e emocionante da plateia, balcão e camarotes.

Em "Animais de Estimação", há um vibrante solo de guitarra de Antunes da Silva (Toneca) que nos remete para as caverns de Liverpool. Brilhante!

Luís Linhares, o cérebro da música da Fraude, actual director da Casa-Museu de Fernando Lopes Graça, compositor clássico internacionalmente premiado sob o nome (também verdadeiro) de António Sousa, emociona depois com um belo trecho ao piano que serve de banda sonora às divertidas imagens dos Inkas, os pais da FF.

"O Milhões" fez pele de galinha, após o que se seguiu um sexteto dedicado ao LP "Epopeia": "Epopeia (1ª Profecia)", "Na Ilha Virgem", "Digo Dai" (com o povo a cantar em uníssono), "Por Vós (Desgostoso, Carrancudo E Magro)", "Só Marinheiros E Escravos Se Afundam Com A Nau" (com vibrantes imagens das partidas das tropas para a guerra colonial no "Uíge") e "25" (das mais aplaudidas, com piano e baixo e harmonia vocal à Crosby, Stills Nash & Young (Teresa Lage dixit).

Finalmente, Antunes da Silva (uma bela voz, que ganhou com os 40 anos decorridos) resolveu falar com o povo da plateia para introduzir as novas canções da Fraude, da inimitável dupla António Pinho/Luís Linhares, "País Aprendiz", "Sexo de A a Z", "Talvez da Próxima Vez" e "Sacode" (canção com assobio, o que já não é vulgar).

Como Tó Pinho (como era carinhosamente apelidado por Toneca) assinalaria em notas escritas para a produção, "o país de hoje não é muito diferente de há 40 anos".

Ou seja, António Avelar de Pinho (como hoje é conhecido) mantém a veia mordaz e Luís Linhares ou António Sousa, se preferirem, também não deixa por mãos alheias a sua particular e peculiar veia para a bela música popular portuguesa.

O concerto terminou em êxtase com "Menino", num uptempo deslumbrante, praticamente a fazer esquecer a versão (mais aguerrida) contida no primeiro EP do conjunto.

A banda ainda viria a palco para saciar uma vontade de Tó Pinho (que não se calava na plateia), outra vez "Sexo de A a Z", contra a vontade do meu vizinho do lado que berrava que queria ouvir (e eu também) "Canção de Embalar".

Todos os músicos foram exímios, Zé Ricardo (discreto, mas eficiente, no baixo), Paulo Rodrigues (percussões e uma voz fantástica), Júlio Patrocínio (bateria à Ringo), Antunes da Silva (guitarra e voz e que guitarra! e que voz!) e Luís Linhares (um génio no sentimento de atitude no abraço às teclas).

No final, nenhum dos músicos dizia coisa com coisa. Cansados, extasiados, estavam delirantes, incrédulos: "mas vocês gostaram mesmo?".

Ó meu Deus, se gostámos!

PS: Proponho que seja editado um duplo álbum da Filarmónica Fraude: um primeiro CD com as 20 canções que a banda gravou em 1969 e um segundo CD, ao vivo, com o espectáculo de Tomar (ou semelhante).

Luís Pinheiro de Almeida

FILARMÓNICA FRAUDE AO VIVO


Fotografia de Teresa Lage

FILARMÓNICA FRAUDE AO VIVO


Luís Linhares (António de Sousa), Paulo Rodrigues, Antunes da Silva (Toneca), Júlio Patrocínio e Zé Ricardo

Fotografia de Teresa Lage

TONICHA


RCA VICTOR - TP 515 - edição portuguesa (s/data)

Senhora do Almortão - Pèsinho do Pico - Resineiro - Lírio Branco

Direcção musical de Filipe de Brito

BAT FOR LASHES


EMI - 6930202 - 2009

Glass - Sleep Alone - Moon And Moon - Daniel - Peace Of Mind - Siren Song - Pearl's Dream - Good Love - Two Planets - Travelling Woman - The Big Sleep

Uma bela surpresa, esta a de Bat For Lashes!

QUE AZAR!


Michael Jackson morreu ontem e a BLITZ saiu hoje...

COM DEDO DE PAULO JUNQUEIRO


EMI - 50999 696436 2 0 - 2009

A Arte do Barulho (com Seu Jorge e Aori) - Desabafo - Fala Sério! (com Mariana Aydar) - Pode Acreditar (Meu Laiá Laiá) (com Seu Jorge) - Oquêcêqué? - Atividade na Laje (com Stephan Peixoto) - Ela Disse (com Thalma de Freitas) - Kush (com Medaphor) - Meu Tambor (com Zuzuka Poderosa) - Afropunk no Valle do Rap (com Marcos Valle) - Minha Missão (com Roberta Sá) - Vem Comigo Que Eu Te Levo Pro Céu (com Cabeza de Panda)

Trata-se de um hip-hop brasileiro de esquerda, com produção de Mário Caldato Jr.

Paulo Junqueiro, big boss na EMI brasileira, dá uma forcinha em Marcelo D2.

HMV


Os novos sacos da HMV, Londres.

FRAUDE AO VIVO


A Filarmónica Fraude, a celebrar 40 anos de existência, dá hoje no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, de onde são praticamente naturais, às 21H30, um concerto comemorativo.

Conjunto avesso a rótulos, a Filarmónica Fraude teve uma carreira efémera, de apenas um ano, como praticamente todos os da época, a braços com o serviço militar obrigatório, que mutilava qualquer tentativa de projecto a longo prazo.

A música do grupo foi criação de António Pinho (autor das letras) e de Luís Linhares (autor das músicas e dos arranjos).

Para além de Linhares (piano), o grupo era constituída por Júlio Patrocínio (bateria), José Parracho (baixo), Antunes da Silva (voz e guitarra), tendo contado com a colaboração em diferentes alturas de João José Brito (voz), João Carvalho (guitarra), Jaime de Almada (guitarra) e do tomarense Carlos Barata.

Quarenta anos depois de vidas percorridas, os filarmónicos tomarenses (Linhares, Antunes da Silva e Patrocínio) começaram a juntar-se de vez em quando para fazer o que há 40 anos não foi possível: montar um concerto apenas com música de António Pinho e Luís Linhares.

Juntaram José Ricardo, um baixo da geração, e Paulo Rodrigues, cantor e instrumentista tomarense conhecido de outros percursos. A pouco e pouco prepararam-se para apresentar em público o seu repertório, revisitando-o com 40 anos de vivências.

Mas não quiseram ficar por aqui. Com a colaboração do António Pinho, acrescentaram novas canções, com o entusiasmo de quem descobre que o seu espaço na música portuguesa ainda está aberto, após um interregno que até fica a parecer de poucos momentos.

Hoje, às 21h30, na terra natal, apresentam-se em público, num primeiro espectáculo em que o som, a luz e imagens ajudarão a uma cenografia cuidada que integram a apresentação das músicas.

UM FÃ PORTUGUÊS DE MICHAEL JACKSON


The King is dead! Long live the King!

Às vezes, os deuses andam entre nós e nós tentamos sofregamente ter um vislumbre da luz divina…

Estar tão perto de ter esse vislumbre e vê-lo recusado deixa um sabor que parece vir a subsistir durante muito tempo!

Morreu o Rei da Pop, absoluto e justo. Uma lenda viva. Um homem que se ultrapassou a si próprio e conseguiu atingir a imortalidade, justa medida da grandeza que nos trouxe.

Agrada-me pensar nele a entrar nas portas de São Pedro e ser recebido pelo Elvis, pelo Freddie Mercury e por outros. Agora tenho música, de facto divina, para quando for lá bater.

"Qualquer artista pop que se preze dirá que o gozo das digressões reside em todos os concertos serem diferentes. Mas Michael Jackson é o maior e, se calhar por isso, as actuações desta sua “Dangerous Tour” são tiradas a fotocópia, sem que isso implique a mínima perda de espectacularidade". 26.08.1992 - Luís Maio.

Colaboração de João Troni

ONE DAY IN YOUR LIFE


IMAVOX - IM-26029 - 1975

One Day In Your Life – Take Me Back

Homenagem de Gin-Tonic

quinta-feira, 25 de junho de 2009

MORREU MICHAEL JACKSON


Inesperadamente - ou talvez não - acaba de falecer Michael Jackson, vítima de uma paragem cardio-respiratória.

Tinha 50 anos e estava em vésperas do grande regresso aos palcos.

A notícia foi dada em primeira mão pela TMZ, um site norte-americano de mexericos.

Por mim, nunca alinhei no coro daqueles que maltratavam Michael Jackson.

Sempre tive respeito pela sua obra, pelo seu génio musical, mesmo depois de ter adquirido a Northern Songs, detentora das canções Lennon/McCartney nos Beatles.

A propósito, recordo a história divertidíssima que Paul McCartney me contou (e costuma contar):

Com o dinheiro ganho na música, sobretudo com "Off The Wall" (1979) e "Thriller" (1982), Michael Jackson pediu conselhos de investimento ao então seu amigo McCartney, ao que este respondeu: "investe na música!".

"Qualquer dia compro as tuas canções dos Beatles!", dizia McCartney, imitando a voz de Michael Jackson.

E comprou, arrefecendo as relações entre ambos.

Com a morte de Michael Jackson - que lamento, uma vez mais -, volta a falar-se do destino da propriedade dos direitos de autor das canções Lennon/McCartney.

Não esquecer que Michael Jackson começou nos Jackson Five, de boa memória: "I'll Be There", "ABC", "I Want You Back", etc.

Cheguei a estar uma vez com Michael Jackson, à distância, claro, em Fevereiro de 1992, em Nova Iorque, quando anunciou a digressão que o traria a Lisboa - concerto no Estádio Alvalade no dia 26 de Setembro desse ano.

Quanto à vida privada de Michael Jackson... é extremamente difícil deslindar a verdade da fantasia.

É autor de uma das mais belas e solidárias canções que conheço, "We Are The World".

BORRACHA PRETA


É um regalo entrar nestas lojas londrinas.

Desta feita, o meu recuerdo foi uma borracha... preta!

LEMONHEADS


COOKING VINYL - COOKCD495 - 2009

I Just Can't Take It Anymore (Gram Parsons) - Fragile (Wire) - Layin' Up With Linda (GG Allin) - Waiting Around To Die (Townes Van Zandt) - The Green Fuz (Randy Alvey & Green Fuz) - Yesterlove (Sam Gopal) - Dirty Robot (com Kate Moss - Arling & Cameron) - Dandelion Seeds (July) - New Mexico (FuckEmos) - Hey, That's No Way To Say Goodbye (com Liv Tyler - Leonard Cohen) - Beautiful (Linda Perry/Christina Aguilera) - How Can We Hang On? (Tim Hardin)
"Varshons" pretende ser a transcrição fonética de versions. A produção é de Gibby Haynes, dos Buthole Surfers.

CALENDÁRIOS DOS BEATLES


Calendários portugueses dos Beatles de 1988 manufacturados por Hajonnus (fabricante/ distribuidor - Lisboa - Coimbra - Olhão)

DINGWALLS


Em Camden Town, Londres, outra característica sala de espectáculos: Dingwalls.

O MEU PIANO


ORFEU - KSAT 618 - 1978

O Meu Piano - A Mansarda

MARADONA


CARRERE - 503467 - edição portuguesa (1987)

Maradona - Nos Veux Font L'Amour

Conhecia este, sr. (S)LB?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

A MAIS FASCINANTE DAS PROFISSÕES MODERNAS


Peça hoje mesmo, sem qualquer compromisso, o folheto informativo do curso de rádio e televisão por correspondência.

PETER GREEN


WISE BUY - WB 886002 - 1998

In The Skies - Slaybo Day - Apostle - Loser Two Times - Baby When The Sun Goes Down - One Woman Love - Time For Me To Go - The Clown - Proud Pinto - Bullet In The Sky - Last Train To San Antone - Watcha Gonna Do - Woman Don't - Bandit
Sou fã de Peter Green!

PETER GREEN A SOLO


CREOLE RECORDS - RISLP 14 057 - edição portuguesa (s/data)

Lado 1

In The Skies - Slaybo Day - Fool No More - Tribal Dance

Lado 2

Seven Stairs - Funky Chunk - Just For You - Proud Pinto - The Apostle

375$00 no final da década de 70

FLEETWOOD MAC


CBS - 31798 - edição portuguesa (reedição 1980)

Side One

Black Magic Woman - Coming Home - Lazy Poker Blues - Something Inside Of Me - Evenin' Boogie - If You Be My Baby - Without You - Rockin' Boogie (com JT Brown, Honey Boy Edwards e Willie Dixon)

Side Two

Need Your Love So Bad - Rollin' Man - Dust My Broom - I've Lost My Baby - The Big Boat (com Eddie Boyd) - Shake Your Moneymaker - The Sun Is Shining - Last Night (com Walter "Shakey" Horton)

Além de Peter Green (voz, guitarra, harmonica), este Fleetwood Mac eram compostos por Jeremy Spencer (voz, slide), Danny Kirwan (voz, guitarra), John McVie (baixo) e Mick Fleetwood (bateria).

O álbum é produzido por Mike Vernon.

23ª HORA


Este blogue tem amiúde enaltecido o "Em Órbita", do Rádio Clube Português, por um lado, e João Martins, por outro, um programa e um nome que fazem parte da história da rádio portuguesa.
Nada a opôr, obviamente.

Mas a voragem leva-nos por vezes a esmagar outros nomes, outros programas, igualmente meritórios da história do éter nacional.

Lembro agora a "23ª Hora", da Rádio Renascença, e um dos seus esteios (juntamente com João Martins, é certo) Joaquim Pedro.

A "23ª Hora" começou a ser transmitida em 1959 com Joaquim Pedro, Matos Maia e João Pedro Baptista, seus criadores, e também João Martins, Armando Marques Ferreira e Fernando Curado Ribeiro.

Não sendo tão elitista nem inovador como "Em Órbita", a "23ª Hora" cumpria no entanto os objectivos de então que eram sobretudo as novidades que se produziam extra-fronteiras, designadamente a chamada música pop anglo-saxónica, e o incentivo ao chamado yé-yé português.

Voz provavelmente mais conhecida pelo extraordinário "Quando O Telefone Toca" (está lá? é o senhor joaquim pedro? muito prazer em conhecê-lo! posso dizer a frase? posso pedir um disco?), Joaquim Pedro foi o primeiro a abrir o microfone na noite de 08 de Novembro de 1959.

A vigésima, como também era conhecido o programa, teve mais vozes do que uma equipa de futebol: Joaquim Pedro, Matos Maia, João Pedro Baptista, Fernando Curado Ribeiro, João Martins, Armando Marques Ferreira, Carlos Cruz, Fernando Pires, Isa Maria, Maria José Baião, Pedro Castelo, José Manuel Nunes, Dora Maria, Helena Lisboa, Maria Madalena, Clarisse Guerra, Isabel Maria, Dinis de Abreu, José Duarte, Couto Santos...

Na técnica, havia nomes como Moreno Pinto, José Videira, Vítor Cunha...

E o programa tinha diversas rubricas, "Cinco Minutos de Jazz" (José Duarte), "Os Corvos Ao Ouvido" (Leitão de Barros), "Conversas Curtas e Médias" (Américo Leite Rosa), "Os Homens da Meia-Noite" (Santos Fernando e Ferro Rodrigues), "Ao Sabor do Improviso" (António Sérgio), "Quando Os Corações Se Encontram" (Maria Carlota Álvares da Guerra).

O grande problema era a música portuguesa:

As coisas vão melhorando, embora essa melhoria não seja ainda tão evidente quanto desejaríamos... Felizmente que, graças a uma mesa-redonda que realizámos há tempos sobre a música portuguesa e os seus problemas, têm aparecido alguns novos com qualidades excepcionais para o nosso meio. Já estamos a incluir muitas das suas interpretações e estamos esperançados em alargar o seu número. Aguardemos, esperançados que a nossa iniciativa dê os seus frutos (Joaquim Pedro, no 10º aniversário da "23ª Hora").

Foi, por exemplo, a vigésima, que baptizou os Claves.

LISTAS, LISTAS, LISTAS


As 10 maiores atracções turísticas de Londres (2005):

01 - British Museum
02 - National Gallery
03 - Tate Modern
04 - London Eye
05 - National History Museum
06 - Science Museum
07 - Tower of London
08 - Tate Britain
09 - Victoria and Albert Museum
10 - National Portrait Museum

4ª EDIÇÃO DE HUNTER DAVIES (2009)

"The Beatles", Hunter Davies, Ebury Press, 2009, 544 págs.

A única biografia autorizada dos Beatles, da autoria de Hunter Davies, publicou este ano a 4ª edição, para assinalar os 40 anos da .

Trata-se de uma edição revista, aumentada, actualizada e... mórbida!

Inclui um memento mori:

- Neil Aspinall (1942-2008)
- Mal Evans (1935-1975)
- Derek Taylor (1934-1997)
- Aunt Mimi (1903-1992)
- Freddie Lennon (1912-1976)
- Jim McCartney (1902-1976)
- Louise Harrison (1911-1970)
- Harold Harrison (1909-1978)
- Elsie Graves (1914-1987)
- Linda McCartney (1941-1998)
- Maureen Starkey (1946-1994)
- Mona Best (1924-1988)
- Bob Wooler (1926-2002)
- Clive Epstein (1936-1988)
- Dick James (1920-1986)
- Maharishi (1917-2008)