sexta-feira, 10 de novembro de 2017

E O NATAL TÃO PERTO...


DN, 10 de Novembro de 2017.

THE BEST OF AMALIA


EMI - 5C 054-40071 - edição neerlandesa

Side 1

Formiga Bossa Nova - Viuvinha - Havemos de Ir A Viana - Gravos (sic) de Papel - Caracóis - Há Festa na Mouraria

Side 2

Ai Esta Pena De Mim - Timpanas - É Ou Não É - A Rota Yé-Yé - Vai De Roda Agora . Lá Na Minha Aldeia - Com Que Vos

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

BEATLES NA BULGÁRIA


BANKAHTON/POLYDOR - BTA 1789 - edição búlgara

Uma rara edição búlgara que nem no Maus aparece...

Não sei o que contém, mas pela capa e pela fotografia da capa podem ser as gravações de Hamburgo, digo eu...

APPLE ALEMÃ


HORZU - SHZE 327 - edição alemã

Uma magnífica e diferente capa de "Magical Mystery Tour".

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

THE WANDERERS


HALLMARK - SHM 3069 - 1981

Banda sonora de "The Wanderers", de Philip Kaufman (1979), com êxitos como "My Boyfriend's Back" (Angels), "Baby It's You" e "Soldier Boy" (Shirelles), "Wipeout" (Surfaris), "Do You Love Me" (Contours) e "The Wanderer" (Dion).

BRITISH POP


Esta série de LPs dos anos 80 era interessante, porque nos dava a conhecer êxitos distantes, muitos deles de acesso difícil.

Mas "para obter o melhor som possível", alguns dos artistas regravaram as canções, o que deita tudo a perder...

terça-feira, 7 de novembro de 2017

ELTON JOHN CANTA McCARTNEY


PURPLE PYRAMID - CLP 2158 - 2015

Antes de ser mundialmente conhecido como Elton John, Reginald Dwight fez pela vida, gravando anónimamente para os famosos álbuns de baixo orçamento, "Top Of The Pops", versões das canções então na moda.

Algumas delas estão reunidas neste CD, como "Spirit In The Sky" (Norman Greenbaum), "Travelin' Band" (Creedence Clearwater Revival), "Come And Get It" (Badfinger), "Yellow River" (Christie) e "Lady D'Arbanville" (Cat Stevens).

Já tinha havido anteriormente uma outra edição.

HÁ 100 ANOS


Diário de Notícias, 07 de Novembro de 2017.

NOS 100 ANOS DE UM CERTO NOVEMBRO


REGIS RECORDS   RRC 1074

Shostakovich: “Leningrad” – Symphony No, 7 C Major, Opus 60

1.      WAR, allegretto
2.      MEMORIES, adagio
3.       MY NATIVE FIELD
4.      VICTORY, allegro non troppo

Symphony Orchestra of West Germany Radio directed by Rudolf  Barshai

O pai não era um melómano.

Muito menos o é e, na família, apenas o filho chega a atingir o patamar da melomania.

A mãe, em devido tempo, colocou-o nas mãos da Dona Irene para lições de piano, mais tarde, muito mais tarde, andou pela guitarra clássica, para voltar, há meia dúzia de anos, ao piano.

Há bichinhos que ficam a morder por dentro e há que lhes abrir porta de saída.

Mas o quotidiano laboral dos dias que correm, é terra madrasta para quem, com uma família a cargo, pretende fazer algo de que muito gosta.

E hoje, nem piano, nem guitarra…

O pai limitava-se a adquirir as peças por puro gosto musical mas, em alguns casos, a política também o levava a adquirir os discos.

Tempo para invocar Tchaikovsky.

Quando o tempo era muito mais lento, a oferta musical de discos de música clássica, em vinil, era limitada e a Amazon ainda era um vago sonho na cabeça de alguém.

O advento dos CDs trouxe o que dantes se procurava e não encontrávamos.

Recorda-se de uma ou duas conversas sobre Shostakovich, do desejo que exprimia em ter a sua 7ª Sinfonia: Leningrad.

Não sabe se alguma vez a ouviu quando, madrugada dentro, passava horas à procura de estações de rádio europeias.

Por ele, só há coisa de quatro/cinco anos, graças a uma natalícia oferta do filho, a conheceu.

Coloca de lado a carga política da sinfonia, dedicada por Shostakovich às vítimas de Estalinegrado durante o cerco da Alemanha Nazi, em 1942, para dizer -  dizer o quê? -  que ficou surpreendido, agradado, uma alegria que começa e acaba no  inexplicável.

E lamenta que, por desconfianças muito suas, não a tenha ouvido mais cedo.

É bem provável que o pai, marxista-leninista que era, soubesse que Álvaro Cunhal reconhecia uma força artística, única, a esta sinfonia, que era uma das suas peças sinfónicas preferida.

Lamenta que o pai nunca tivesse encontrado o disco.

Mas está, agora em fundo a ouvi-la.

Pode ser que a música seja um ar que os mortos respiram.

Privilégios de quem gosta de sonhar que as coisas possam ser assim…

Ou como diz o cego do costume: é preciso ousar ser ingénuo.

Texto de Gin-Tonic

ÁLAMO


Cinema Monumental, Lisboa.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

RAY DAVIES E COMPANHIA


UNIVERSAL - 2752942 - 2010

Better Things (Bruce Springsteen) - Celluloid Heroes (Jon Bon Jovi and Richie Sambora) - Days/This Time Tomorrow (Mumford & Sons) - Long Way From Home (Lucinda Williams & the 88) - You Really Got Me (Metallica) - Lola (Paloma Faith) - Waterloo Sunset (Jackson Browne) - 'Til The End Of The Day (Alex Chilton & rhe 88) - Dead End Stree (Amy MacDonald) - See My Friens (Spoon) - This Is Where I Belong (Black Francis) - David Watts (88) - Tired Of Waitng For You (Gary Lightbody) - All Day And All Of The Night/Destroyer (Ray Davies & Billy Corgan)

Ray Davies foi um dos principais compositores britânicos (dos Kinks) dos anos 60.

Esta espécie de homenagem é bem merecida, daí ter optado por incluir o alinhamento na íntegra que precisa de ser ouvido.

"You Really Got Me" (1964) é geralmente considerada a primeira música de heavy metal.

AINDA NÃO POSSO MORRER!


DECCA - 5770808 - 2017

Ainda não posso morrer! Ainda não consegui ver Cat Stevens ao vivo!

Este seu último álbum é um regresso ao passado, como tal fantástico! Até foi buscar Alun Davies, na guitarra.

Não me canso de o ouvir e de o aconselhar.

Tem uma versão nova de "Blackness Of The Night", uma das suas melhores canções.

O álbum é dedicado às crianças que nunca cresceram.

domingo, 5 de novembro de 2017

CLIFF RICHARD


HOODOO - 263468 - 2014

Uma feliz junção de dois dos primeiros álbuns de Cliff Richard gravados em 1960 e 1961, provavelmente a sua melhor fase... ou quase!

Before Cliff and the Shadows, there had been nothing worth listening to in British music (John Lennon).

ARMAZÉNS GRANDELA


Antes dos centros comerciais, dos "drugstores", dos "shoppings", já havia, há muito, os "armazéns" ou "grandes armazéns"...

BRIAN WILSON


RHINO - 081227937416 - 2017

Uma bela antologia de Brian Wilson, a sua primeira, com canções suas e também dos Beach Boys.

Inclui os inéditos "Some Sweet Day" e "Run James Run".

sábado, 4 de novembro de 2017

MAIS UMA REEDIÇÃO DOS BEATLES


SFM - SFMBCD001 - 2004

Mais uma reedição a beneficiar da alteração da lei dos direitos que fez cair no domínio público algumas gravações dos Beatles.

É um duplo CD, sendo que o 2º CD é uma interessante gravação ao vivo do Palácio dos Desportos (Paris) de 1 de Agosto de 1965.

HOJE NO CANAL ARTE


É às 23H20.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

DOMÍNIO PÚBLICO


Com a anterior lei europeia dos direitos, algumas canções dos Beatles caíram no domínio público e muitos se lançaram em reedições.

Esta é uma delas, feita na República Checa e vendida em Portugal a preço barato!

O mais interessante, para mim, são os ensaios na Cavern em Outubro de !964: "Seventeen" (harmonica version), "The One After 909" (take 1) e "Catswalk" (take 1).

REGRESSO AO PASSADO


Com este seu novo álbum, "Damage and Joy", também os Jesus and Mary Chain fizeram um feliz regresso ao seu passado.

Muito bom!

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

AMIGOS DE ALEX FARIAM HOJE 32 ANOS!


Os "Amigos de Alex", na Rádio Renascença, fariam hoje 32 anos!

THE NAT KING COLE COLLECTION



CCSLP 144 (1986)

Side 1

Don’t Cry, Cry Baby – Last But Not Least – On The Sunny Side of The Street – Sweet Georgia Brown – Yes Sir Thtt’s My Baby – Body and Soul

Side 2

Cole’s Bop Blues – Frim Fram Sauce – If You Can’t Smile and Say Yes – Miss Thing – Satchelmouth Baby – Sweet Lorraine

Side 3

The Troubled With Me Is You – Old Piano Plays the Blues – It’s Only a Paper Moon – The Gratest Invention – Bugle Call Rag – Blues

Side 4

I’m Lost – Nat Meets June – Rosetta – Tea For Two – The Man on the Little White Keys

Quando o pai conseguiu comprar, em suaves prestações, um televisor lá para casa, um enorme Nordmend, naturalmente a preto e branco, o primeiro programa que, espantados e felizes, vimos, foi um Nat King Cole Show.

Suponho que foi aí que o pai agarrou o gosto pelo velho Nat.

Foi ele quem comprou todos os EPs de Nat King Cole a cantar em espanhol e português, discos que fizeram o sucesso dos bailes da casa.

Esses EPs perderam-se pelo caminho, mais tarde recuperou-os, editados em LP, e ainda por aqui moram.

Curiosamente, foi a partir desses cachitos, desses quizás, desses perfidia , desses quero chorar não tenho lágrimas, desses ay coisita linda, que, anos mais tarde, passou a uma outra escala e conheceu o verdadeiro Nat, o pianista de jazz, mas também o cantor de standards que vira nos tais Nat King Cole Show e considerava uma seca de todo o tamanho, porque quase não sabia português, quanto mais inglês

A voz de Nat King Cole é um veludo eterno. É tão macia que apetece embrulharmo-nos nela.

Ninguém soube cantar como ele – como se respirasse, sem esforço, sem exibição, como se ciciasse aos nossos ouvidos, disse alguém de que não lembra o nome.

Mas lembra que foi João Gilberto quem disse: ele não é preto, não. É azul.

Um cancro nos pulmões levou-nos, prematuramente, essa voz, esse doce sussurro.

Texto de Gin-Tonic

"SÓ BOB DYLAN É BOB DYLAN"


Mojo, 289, Dezembro 2017 - 8,99 € 

DAVE CLARK FIVE


Os Dave Clark Five são uma das minhas bandas preferidas dos anos 60.

Assim que me mostraram esta revista, de 1964, qui-la logo!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

HARDER TO LIVE


Greyscale - GSGZ043CD

Como se vê, o dia de hoje é dos Splinter, dada a reedição oficial dos seus álbuns.

Este é o 2º e, em minha opinião, o último que vale a pena.

É produzido por Tom Scott, mas a canção "Lonely Time" tem co-produção de George Harrison que também toca guitarra.

Há uma versão em japonês desta canção.

SPLINTER EM CD


Greyscale - GSGZ076CD

Os Splinter são um duo britânico que Mal Evans, roadie dos Beatles, descobriu e os levou a George Harrison.

Foram a primeira contratação da Dark Horse, editora do Beatle.

Mas Bill Elliot já tinha gravado a solo com John Lennon para a Apple.

É a primeira vez que os Splinter aparecem oficialmente em CD. Presume-se que a Greyscale esteja licenciada pela Dark Horse.

"The Place I Love", o primeiro e, provavelmente, o melhor álbums dos Splinter data de 1974 e tem produção de George Harrison.

O Beatle também participou nas gravações, bem como Billy Preston, Klaus Voorman, Alvin Lee, Gary Wrught e outros.

"Costafine Town", incluída neste álbum de estreia, é a sua canção mais conhecida.