terça-feira, 11 de agosto de 2009

SPOTNICKS


POLYDOR - 24 88 022 - edição espanhola (s/data)

DISCO 1

Cara 1

Amapola - One Has My name - Green Eyes - Ku'damm Promenade - Muddy Mississippy Line

Cara 2

Walk Right In - Last Date - Diamonds - I'm Coming Home - Steel Guitar Rag - Bye Bye Birdie

DISCO 2

Cara 1

Habanera - Everybody's Talkin' - In The Mood - Busted - Say Mama - Walking Back To Happiness

Cara 2

Havah Nagila - Wildwood Flower - Recado - I'll Remember You - Hot Toddy - Space Walk

14 comentários:

JC disse...

Mauzotes...

filhote disse...

Sim, JC, mas esta peça é difícil de apanhar...

JC disse...

Calculo que sim, Filhote. Tiveram alguma popularidade, mesmo em Portugal,mas hoje estão mtº esquecidos. O que acho curioso é que o rock instrumental americano seja quase desconhecido em Portugal, talvez c/ alguma excepção para o Duane Eddy e talvez tb para os Ventures, que não são os melhores exemplos. Para além da dificuldade das importações americanas, acho que os Shadows secavam tudo à volta.Mesmo as gravações de Harris e Meehan, que tiveram dois #1, são mtº pouco conhecidas, talvez pq mais próximas do rock americano, no som e c/ a utilização de sax. Enfim...

filhote disse...

Curiosamente, no Brasil os Shadows não "secaram nada à volta". Foram praticamente ignorados.

E hoje, quando cito Shadows, ou mesmo Cliff Richard, a malta desse tempo demonstra um total desconhecimento.

(alguns conhecem o Cliff, mas não muitos...)

Aqui, as referências da época, nesse estilo musical, são Ventures, Challengers, Surfaris, Dick Dale, Duane Eddy, e Johnny and the Hurricanes.

Para além de alguns agrupamentos nacionais ou de países vizinhos...

DANIEL BACELAR disse...

Meus queridos amigos
Pelo que li no comentário do JC,dá a ideia que considera os SPOTNICKS americanos.
Na realidade estes senhores eram suecos,tiveram uma certa popularidade em França julgo eu por se apresentarem ao principio com fatos de astronauta (com capacete e tudo)e diga-se de passagem que tinham um som esquisito com muito echo e pouca virtuosidade.
Realmente não podemos negar que fôram os Shadows que ensinaram na Europa toda uma geração a tocar guitarra e hoje em dia muitos dos nossos melhores guitarristas eram miudos naquela altura.
Claro que na América tinhamos os Ventures ,virtuosos da guitarra com o seu som inconfundivel .mas é curioso notar que cá pelo burgo só alguns entusiastas destas coisas os conheciam.
Injustiças.!!! Eram mesmo muito bons ,e aquela sua versão de "o voo do moscardo" era de se lhe perder o fôlego.

JC disse...

Consideras mal, Daniel,e se isso se depreende do meu comentário, peço desculpa. Não sou ignorante ao ponto de não saber que os Spotnicks eram suecos e, aliás, bastava alguma vez ter ouvido para facilmente concluir que não eram americanos. Aproveitei, isso sim, para tecer umas considerações s/ a (não)difusão do rock instrumental americano em Portugal.
Devo no entanto dizer-te que não dou assim tanto crédito aos Ventures. Mais a Dick Dale, Link Wray, Bill Justis, Johnny & The Hurricanes etc, etc.
Já agora, Filhote. dada a influência americana no Brasil nada de admirar que os Shadows sejam aí virtualmente desconhecidos.

Anónimo disse...

Basta ouvi-los para ver logo que aquilo era sueco! Desculpem, não resisti!

JC disse...

Caro anónimo: impossível concluir que eram suecos, mas fácil concluir que mtº dificilmente seriam americanos. Devia ter resistido, pois Oscar Wilde nem sempre tinha razão.

DANIEL BACELAR disse...

Caro JC
Permite-me discordar.pois os os Spotnicks eram como o bacalhau.
Olha-se para eles e diz-se logo !!
Hum!!!isto cheira-me a sueco!!!
Além disso não era só o Oscar Wilde que não tinha razão.
O Oscar Acúrcio também não e nem era preciso sair de cá!!!

filhote disse...

Sim, JC, a influência norte-americana é muito forte no Brasil.

Porém, nessa época, nem por isso. Basta constatar que todos os artistas franceses e italianos que se ouviam em Portugal, faziam estrondoso sucesso aqui. Bem mais que a maioria dos artistas que cantavam em inglês. Françoise Hardy, Adamo, Richard Anthony, Becaud, Brel, Brassens, Domenico Modugno, Peppino Di Capri, etc, etc, etc...

E, por exemplo, os Beatles e os Rolling Stones sempre foram as duas bandas de maior impacto no Brasil. Ao contrário dos Beach Boys, pouco conhecidos.

Não esquecendo que, nos anos 60, a nossa Amália ainda era enorme referência por aqui.

A ideia dos Shadows e do Cliff serem pouco conhecidos no Brasil não deixa até de ser estranha...

Jack Kerouac disse...

Não resisto, este comentário do Daniel foi das coisas que mais me fez rir nos últimos tempos. Grande Daniel.

JC disse...

Bacalhau por bacalhau, Daniel, conheces a exclamação do cego que ia a passar na Rua do Arsenal?

JC disse...

Cheirou e disse: Bom dia, meninas! Como vês, nem tudo o que parece é!

DANIEL BACELAR disse...

JC
Boa piada,sim senhor!!!!
20 valores!!!
Aquele abraço!!