terça-feira, 16 de janeiro de 2018

MORREU HOJE MADALENA IGLÉSIAS


Madalena Iglésias morreu hoje numa clínica em Barcelona, onde estava internada. Tinha 78 anos e vivia em Espanha.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

MORREU VOCALISTA DOS CRANBERRIES


Morreu hoje em Londres a vocalista dos Cranberries, Dolores O'Riordan, de causas ainda não completamente apuradas. Tinha 46 anos.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

PEDRO BANDEIRA FREIRE


Profissom (1982)

Lado A

Minha Quinta Sinfonia

Lado B

Ondas de Verão

Não é nada estimulante, motivos vários, a ideia que tem sobre Paco Bandeira.

Os motivos, agora, pouco importam, o cantor, apenas, aqui vem por mor de outra referência: Pedro Bandeira Freire.

Eram grandes amigos, ao ponto de o Pedro, ter comprado, em Andorra, um motor para o seu barco Providence que tinha em Sesimbra, e serviu-se da amabilidade de um tio do Paco Bandeira que era guarda-fiscal, em Badajoz-à-vista, para o passar à sorrelfa.

A semana passada, os passos quotidianos, a caminho de uma consulta médica em Entrecampos, fizeram-no descer a avenida dos Estados Unidos.

Ia a meio a caminhada quando lembrou a rua Flores do Lima, mesmo ali ao lado, o seu número 16, onde outrora foi o Quarteto, uma brilhante ideia de Pedro Bandeira Freire, não tendo habilitações para fazer alguma coisa de útil (o mesmo é dizer que não sabia nada de nada), dedicou-se a fazer um pouco de tudo.

Quatro Salas, Quatro filmes, mas uma noite houve em que as quatro salas exibiram o mesmo filme: All that Jazz, de Bob Fosse.

Boa parte da sua vida de cinéfilo tem a ver com o Quarteto, enquanto a grande parte tem a ver com os piolhos que existiam em redor da rua onde nasceu: o Cine-Oriente, o Royal, o Lys, o Rex, o Imperial, o Max.

Ia o passado ano nos primeiros meses quando a Lusa deu a notícia que onde tinha existido o Quarteto, iria nascer um cimentão qualquer destinado a escritórios.

Nos nossos cinemas, ou no que resta dos nossos cinemas, se me quiser fazer entender, para lembrar um início de crónica do João Bénard da Costa

Resolveu ir dar uma olhadela.

 Efectivamente, aquilo é agora um estaleiro de obras.

Terá que lá voltar para fazer um boneco, a história também se faz de pequeninas coisas e loisas.

Agora fica-se pela capa do disco, acrescentando que A Minha Quinta Sinfonia tem letra de Pedro Bandeira Freire e música de Paco Bandeira.

E de que é feita uma cantiga? Todos os que se lembram sabem que qualquer cantiga é feita da mesma matéria com que são feitos os sonhos da mesma matéria que nas palavras do Bogart era feito o Falcão de malta e de que o imortal Shakespeare já tinha falado. E também nascem como os sonhos. Nunca se sabe quando, como ou por onde começam e onde depois vão desguar. Um mistério, Pedro Bandeira Freire dixit, em Entrefitas e Entretelas.

Quando me lembro quem eras
Desse corpo que foi nosso
Desse amor que não deu certo
Era o tempo das quimeras
Das palavras em silêncio
Quando o mais longe era perto
Tinhas nos olhos a esperança
Os desejos de aventura
As ilusões que eram minhas
Nos momentos de ternura
Tinhas nos seios a graça
Das primaveras que tinhas
E foste a música que em mim ficou
Quando a distância nos fez separar
Ando louco para te encontrar

Foste a quinta sinfonia
Fuga da nossa verdade
Sonata tocada em mim
Foste o meu sol afinado
Neste samba de saudade
Vinicius, Nara e Jobim
Foste verso de balada
Foste pintura abstracta
Meu bolero de Ravel
Foste música sonhada
Numa canção de Sinatra
Com um poema de Brel
E foste a música que em mim ficou
Quando a distância nos fez separar
Ando louco para te encontrar

Foste estrela de cinema
Minha dama de Xangai
Hiroxima meu amor
A minha grande ilusão
Eras fúria de viver
Quanto mais quente melhor
Grande amor da minha vida
Senso, silêncio, paixão
Buñuel, Fellini, Troffaut
Foste luzes da ribalta
Música no coração
E tudo o vento levou
E és ainda o que me faz sentir
Dentro da vida p'ra te cantar
Ando louco para te encontrar…

Texto: Gin-Tonic

domingo, 7 de janeiro de 2018

MORREU FRANCE GALL


France Gall morreu hoje, tinha 70 anos, de cancro da mama.

Não era especialmente fã, mas era uma cara linda do ié-ié francês.

O DIA SEGUINTE


Este anúncio foi publicado no jornal Público.

Desconhece a data de publicação, mas admite que seja inícios da década de 90.

O tempo em que, por esta altura do ano, depois do Dia de Reis, as ruas apareciam repletas de árvores de Natal.

O tempo em que as árvores de Natal ainda não se tinham convertido em crime ecológico.

O tempo em que a Câmara de Lisboa dizia aos lisboetas como deviam proceder para que as árvores de Natal pudessem ser recolhidas.

 O tempo…

Depois as árvores de plástico, made in China , entraram portas dentro para durar até ao fim dos nossos dias.

Oh! Vó conta aquela da árvore de Natal que não cabia em casa.

E a Aida, todos os natais, conta que foi com a cunhada a Sapadores comprar um pinheiro de Natal e chegando a casa, verificaram que não cabia na sala e voltaram a palmilhar toda a avenida General Roçadas até Sapadores para trazerem uma árvore mais pequena e, no regresso, pararam na Leitaria do Senhor Falcão, vulgo cara às riscas por, fraquezas do fígado, ter a cara malhada, para um galão e um bolo de arroz.

Texto: Gin-Tonic

sábado, 6 de janeiro de 2018

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

RAY THOMAS MORREU HOJE


Imagem de Rato Records.

Ray Thomas, que foi dos Moody Blues, morreu hoje, vítima de cancro na próstata. Tinha 76 anos.

CORTIÇO


Cortiço, rua Augusto Hilário, 45, Viseu - 916 461 576

Lentamente, lá vai indo ao que já foi: um dos melhores restaurantes do País.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

QUEBRA-MAR


Restaurante Quebra-Mar, praia do Pedrógão (Leiria) - 244 111 758.

O melhor robalo grelhado que alguma vez comi!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

CONCERTO DE ANO NOVO


SONY - SK 45808

New Year’s Concert 1990

Em 1990, o Concerto de Ano Novo da Orquestra Filarmórnica de Viena foi conduzido por Zubin Mehta.

 O deste Novo Ano foi conduzido por Riccardi Muti.

Ao longo dos tempos, o pai foi um atento espectador das transmissões televisivas dos Concertos para Jovens,  de Leonard Bernstein, dos Concertos Promenade, transmitidos  do Royal Albert Hall, dos Concertos de Ano Novo da  Orquestra de Viena.

Dos Concertos Promenade gostava particularmente da última noite, onde infalivelmente, aparecem a Marcha de Pompa e Circunstância, de Elgar, o Rule, Britannia e Jerusalém, com toda a sala a cantar em coro.

Nunca conseguiu encontrar um disco, ao vivo, de uma das últimas noites dos Proms, mas ouvia, com regularidade, a Marcha de Pompa e Circunstância.

Lembra-se do dia em que  telefonou a dizer que comprara o disco do Elgar, na Discoteca Melodia, e que isso merecia uma garrafinha.

 Comovia-se com os Concertos de Ano Novo, principalmente quando o maestro se dirigia ao público, na Grande Sala do Musikverein, cheia de glamour e arranjos de flores, e aos milhões de espectadores espalhados pelo Mundo, gritava o seu Prosit Neujahr, a habitual saudação de Ano Novo e acompanhava com júbilo as palmas na Radetzku March.

 Nos anos em que, juntamente com pai, via o concerto, lá estava ele a informar que os bilhetes para o concerto do ano seguinte esgotavam logo nos primeiros dias de Janeiro.

 Numa velha entrevista do António Lobo Antunes, ele dizia:

Eu vejo sempre o concerto de Ano Novo, com música do Strauss, e comovo-me ate às lágrimas.

Texto: Gin-Tonic

SIR RINGO STARR


Ringo Starr foi hoje feito Sir.

Já merecia, há muito!

A secção rítmica dos Beatles, os únicos vivos, são agora ambos Sir, Paul e Ringo (por ordem alfabética).

Parabéns!

domingo, 31 de dezembro de 2017

AULD LANG SYNE


Este salto, sem rede, no vazio incógnito do novo ano.

Chame-se-lhe raiva no desejo e na alegria de transformar as coisas que estão mal.

Chame-se-lhe futuro.

Chame-se-lhe o novo ano.

De tal forma que os melhores votos de Ano Novo que podemos hoje formular sejam o desejo de que o futuro nos dê algo que desejar.

Sophia Mello Breyner Andresen sempre se admirou por as pessoas celebrarem a passagem do ano, dizia ela, que o ano está sempre a passar.

Há quem nunca deseje bom ano a ninguém, afirmam que dá azar.

E depois há a velha sabedoria que nos diz que os anos só são novos enquanto os novos somos nós.

Num solene adeus a um qualquer ano velho, o poeta inglês Robert W. Service lembrava que o seu cachimbo estava apagado, o copo vazio, comboios atravessam as noites.

Que virá a seguir?

O que for será, como canta a Doris Day

Se viram um amável filme do realizador Rob Reiner, em que Nora Ephron mete a sua distinta colherada,  protagonizado por Meg Ryan e Billy Cristal, When Harry Meet Sally, o filme em que Meg Ryan, com o molho à parte, simula um orgasmo em pleno Katz's Delicatessen, esmerado restaurante de Manhattan e, finda a performance, a cliente da mesa ao lado, que aguardava para fazer o seu pedido, volta-se para o empregado e diz: quero o mesmo que aquela senhora,  certamente lembrar-se ão que, quase no final do filme, quando, numa festa de fim de ano, Harry reencontra Sally, começam a ouvir-se os acordes de «Auld Lang Syne», e Henry diz que nunca entendeu o significado da canção pois a canção diz que os velhos conhecidos devem ser esquecidos ou que se os esquecemos devemos recordá-los mas como recordar se já os esquecemos?

Sally não tem resposta mas, sorrindo, acaba por lhe dizer: seja o que for é uma canção sobre velhas amizades.

Chegamos a bom porto: velhas amizades.

Lembrar os que já não estão connosco, com os que estão, celebrar a amizade, sempre, enquanto não chega a hora do adeus.

Fará isso e aproveita para desejar aos ié-ié-viajantes uma viagem tranquila pelos novos dias de mais um ano.

Mas não queria sair sem lembrar a velha tia que repetia sempre os mesmos votos de Ano Novo:

Não se pede grande coisa: trabalho e saúde...

Texto: Gin-Tonic

PABLO MILANÉS


MOVIEPLAY - SP-20.158 - edição portuguesa (1974)

Pobre Del Cantor - Campesina

sábado, 30 de dezembro de 2017

ALVIN LIVES


MIDNIGHT MUSIC - 1990

Não me recordo por que comprei este LP, mas custou-me 1.900$00 em Portugal.

Provavelmente por causa das versões: "Chirpy Chirpy Cheep Cheep" (Lush), "My Sweet Lord" (Five Thirty), "Bohemian Rhapsody" (Cud), "Kung Fu Fighting" (Robyn Hitchcock), "Make Me Smile" (Wedding Present), "Wand'ring Star" (Perfect Disaster).

ESTÁ A COMEÇAR...


E SE A ACADÉMICA GANHASSE HOJE NAS CALDAS?


DISCOMAGIC - 1990

Concepção e produção de Severo Lombarboni.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

LES PLUS GRANDS SLOWS D'ÉTÊ


PHILIPS - 1989

Um duplo LP que faria as delícias do meu amigo Rato, tanto quanto o conheço.

Ora vejamos (só alguns exemplos):

"Only You" (Platters), "La Madrague" (Brigitte Bardot), "Et J'Entends Siffler Le Train" (Richard Anthony), "Le Ciel, Le Soleil Et La Mer" (Guy Mardel), "Aline" (Christophe), "I Love You You Love Me" (Anthony Quinn), "Monia" (Peter Hom), "Comme D'Habitude" (Claude François), "Que Je T'Aime" (Johnny Hallyday), "Wigh Is Wight" (Michel Delpech), "Laisse Moi T'Aimer" (Mike Brant), "I'll Never Leave You" (Nicole Croisille), "Feelings" (Morris Albert).

Sim, eu sei que ele tem isto tudo... e muito mais!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

NATAL71


M.N.F.

OPERAÇÃO PRESENÇA

Proibida a venda ou reprodução.

 Guerra Colonial:

- 800 mil jovens foram mobilizados para Angola, Guiné e Moçambique

- 11 mil mortos

- 40 mil estropiados e deficientes

- 140 mil antigos combatentes sofrem de “stress” de guerra.

Sabemos destes números – serão mais? Serão menos?

Mas como diz João Paulo Guerra no seu livro Memórias da Guerra Colonial, não há estatísticas para a solidão, a ansiedade, o medo, o sofrimento, a dor.

Há feridas que custam a cicatrizar, mas não é o silêncio o melhor remédio.

Uma guerra sem sentido, estúpida, inútil.

Adeus até ao meu regresso.

Lembram-se?

No Natal de 1971, o Movimento Nacional Feminino editou um disco que foi distribuído pelos soldados que combatiam em África onde, possivelmente, não existiam gira-discos e em alguns locais nem electricidade havia.

Na contracapa do disco fala-se das muitas vontades que permitiram que ele fosse feito.

Nasceu uma ideia, juntaram-se os esforços, bateram os corações no mesmo compasso, deram-se as mãos, uniram-se os pensamentos e então aconteceu o LP deste Natal 71.

O disco é composto por mensagens patrióticas de um leque de personagens onde, entre outros, aparecem Hermínia Silva, Eusébio, Parodiantes de Lisboa, Inspector Varatojo, Joaquim Agostinho, Amália Rodrigues, Maria de Lurdes Modesto, Florbela Queiroz.

Vai o disco a meio e ouve-se:

Sou a Cilinha. Cabem-me as missões mais gratas neste LP de carinho. Antes de mais a de representar as vossas famílias. É com toda a alegria que o faço. Em nome delas: “Olá rapazes! Santo Natal.

Mais ainda:

A fechar este disco a presença dum soldado que é vosso chefe e irmão: o General Sá Viana Rebelo.

Da fala do então Ministro da Defesa Nacional:

Destinam-se estas palavras a figurar no disco do simpático Movimento Nacional Feminino para lembrança individual no Natal de 1971 dos militares do Exército, Marinha e Força Aérea. Tais palavras serão uma mensagem de esperança e de paz (…) vejamos um dia recompensados os nossos esforços para que a paz volte à terra portuguesa. (…) Mais um ano em que há afastamento de militares das suas famílias (…) Quantos Natais muitos dos nossos militares passaram já afastados das famílias? (…) Mas é sacrifício de que os nossos filhos e netos irão mais tarde beneficiar. Nada daquilo que se faz em África se irá perder. Tudo durará. Haja o ânimo de defender o que é nosso e Portugal continuará na terra africana a celebrar na nossa África os Natais de Cristo como agora. E mais tarde de regresso aos lares ao ouvirem este disco estou certo de que muitos, todos, dirão: custou-me bastante mas valeu a pena!

Trata-se de um documento, mas é doloroso (re)ouvir este disco.

Ridículo, trágico, ou ambas as coisas.

O que nele se diz é tão lamentável, tão chocante, de uma hipocrisia miserável.

E ninguém perguntou àqueles jovens se queriam, ou não, participar naquela guerra.

Notas do escriba:

Cilinha, de seu nome Cecília Supico Pinto, rosto do Movimento Nacional Feminino, «um Salazar de saias», como alguém lhe chamou.

António Lobo Antunes em Os Cus De Judas coloca uma madame do Movimento a dizer aos soldados:

 Sigam descansados que nós na rectaguarda permanecemos vigilantes.

 O Serviço de Informação Pública das Forças Armadas, regularmente comunicava os soldados que, nas três frentes da guerra colonial, morriam em combate, por doença, ou desastre de viação.

 As mortes por desastres de viação eram superiores à dos soldados mortos em combate, o que poderia levar a pressupor que os militares serviam-se das picadas para, com as unimogs, realizarem corridas de Fórmula 1.

 Paluteia Mendes, que ficou cego em combate, contou há uns anos, o diálogo que mantivera com uma daquelas damas do Movimento Nacional Feminino:

 - Isso foi um acidente de viação?

 - Foi, sim, minha senhora. Foi um desastre de trotinete.

 Baseado neste disco, Margarida Cardoso realizou, em 2000, um documentário com o mesmo nome e de que existe uma edição em DVD.

Texto: Gin-Tonic

ONE WORLD ONE VOICE


VIRGIN/EDISOM - edição portuguesa (1990)

Álbum de solidariedade com a contribuição de muitos, muitos, entre os quais Laurie Anderson, Chieftains, Clannad, Bob Geldof, David Gilmour, Chrissie Hynde, Milton Nascimento, Lou Reed, Robbie Robertson, Sting, Suzanne Vega.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

INSTRUMENTAIS 02


SEE FOR MILES - 1985

Mais uma colecção de instrumentais, de "Danger Man" a "Take Five".

INSTRUMENTAIS 01


SEE FOR MILES - 1987

Os instrumentais costumam ser os parentes pobres da música, mas há aqui boas malhas, de 1959 a 1967.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

REMEMBER THE PIRATES


EMI - GO 2027 - 1990

Interessante colect^nea com jingles das estações e com as canções que então eram êxitos, como "It's My Life" (Animals), "Don't Turn Your Back" (Jackie DeShannon), "I Can't Let Go" (Hollies), "The Days Of Pearly Spencer" (David McWilliams).

Apesar da natureza da colectânea, trata-se de uma edição oficial da EMI que colocou na contracapa o seguinte aviso:

This compilation is essentially a historical view of pirate radio in the mid '60s. Although it is undeniable that record sales and the growth of the UK record business were assisted by their existence it should be borne in mind that they did not pay record companies or publishers (PPL or PRS) for the broadcast of their material. The release of this album by EMI in no way condones the non payment of these fees.

FOREVER CHANGING


RTM - EVER 001 - 1991

Belíssimas bandas dos anos 90, como Blur, Real People, World Of Twist, Ocean Colour Scene, High ou Rain.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

BOM NATAL


Autógrafos de Rui Ressurreição e Thilo Krasmann, ambos já falecidos.

Cortesia de PPBEAT