sábado, 21 de Novembro de 2009

SUPER TOPs 78


VOYAGE/ROSSIL - VRSL 11002 - 1978

Face A

Cry To Me (Sérgio e Madi) - One For You, One For Me (Jonathan B.) - Velha Estrada (Grupo Maranata) - Eloise (Peter Lloyd) - Mocidade, Mocidade (António Calvário) - Nuvem Passageira (Hermes Aquino) - Stayin' Alive (Nadia Bayete) - Os Amigos (Fernando Tordo)

Face B

Verde Vinho (Paulo Alexandre) - I Remember Elvis Presley (Danny Mirror) - Monsieur Tu, Madame Vous (Art Sullivan) - Amélia Dos Olhos Doces (Carlos Mendes) - Parlez-Vous Français (Magazine) - Moving Like A Superstar (Amadeo) - A-Ba-Ni-Bi (Grupo Música) - My Life (Michael Sullivan)

RITA OLIVAES


ORFEU - ATEP 6392

Águas Do Rio Mansôa (Requiem pelos quatro deputados desaparecidos na Guiné em 25 de Julho de 1970) - João dos Jornais - Caravelas Moribundas - Mulher Flor

Arranjos e direcção de orquestra de Pedro Osório.

ROUTE 66


Rolling Stones, Manhattan Transfer, Nat King Cole Trio, Asleep At The Wheel, Them, Lee Jackson, Natalie Cole, Chuck Berry, Sandie Shaw, Nancy Sinatra, Legendary Tiger Man, Brian Setzer, Cramps, John Gregory Orchestra...

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (10)


…e se quiserem um pouco de “fofoca” poderão ficar a saber que aquele “Oatman Hotel”, que se vê na fotografia em que está a Cristina a atravessar a estrada, em vez do burro, foi o lugar onde Clark Gable e a Carole Lombard passaram a sua lua-de-mel, num casamento que na altura fez furor…

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (09)


…uma das mais célebres estações de serviço da Route 66: a de Hackberry, onde deparamos de imediato com o que resta de um velho Ford T, ao lado de um belo Chevrolet Corvette dos anos 50

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (08)


... E um local como o “Route 66 Motel” deverá ter muito que contar, já que era poiso habitual das vedetas do celulóide e da canção.

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (07)


A “Main Street” de Seligman é indescritível, pelo exotismo das suas esplanadas, manequins, garagens, bombas de gasolina, viaturas de todos os tempos e feitios...

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (06)


Esta loja “Return to the 50’s” tem um belo calhambeque no interior, cuja foto não vos envio por falta de espaço…

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (05)


…bem como a sua cadeira de barbeiro rodeada de cartões e de mensagens de toda a parte do mundo.

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (04)


Seligman é a verdadeira feira da Route 66. É lá que fica a barbearia de Angel Delgadillo, que foi o fundador da “Associação de Protecção da Route 66”. Podem ver a sua bonita e revivalista fachada, à qual não faltam reproduções de James Dean e de Marilyn Monroe…

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (03)


…mas convenhamos que já não o será o Studebaker que encontramos a servir de telhado à “DeSoto’s Beauty & Barber Shop”, em Ash Fork…!

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (02)


Um belo Chevrolet cor-de-rosa estacionado à porta do bar “Twisters Soda Fountain”, em Williams, pode ser normal…

GETTING MY KICKS ON ROUTE 66 (01)


Well it winds from Chicago to LA
More than two-thousand miles all the way
Get your kicks on Route Sixty-Six

É provável que, em toda a história da Música Popular, haja muito mais temas sobre ruas, largos, praças e jardins do que haverá sobre estradas. Mas isso não impede que sejam muitas as músicas sobre estradas, e o próprio Bob Dylan até dedicou a uma delas o título de um álbum: “Highway 61 Revisited”. E há também aquelas músicas que, não se referindo expressamente a nenhuma em particular, trazem dentro de si um enorme apelo pela estrada, como sucede em muitas dos Byrds ou de Bruce Springsteen, a começar por essa pérola de álbum que se arrisca a ficar injustamente esquecida na sua discografia que é o “Nebraska”.

Mas de todas as “road songs”, a mais célebre é bem capaz de ser “Get Your Kicks On Route 66”, que Bobby Troup escreveu em 1946 e que eu conheci, pela primeira vez, na interpretação de Nat King Cole com o seu trio.

A história da Route 66 é conhecida: foi a primeira estrada a atravessar completamente os Estados Unidos, desde Chicago até Santa Mónica, em Los Angeles, ao longo de oito estados diferentes. Steinbeck chamou-lhe “Mother Road”, a “Associação de Amigos” chama-lhe “Main Street of America” e há mesmo quem afirme que é a mais famosa estrada do mundo...

A Route 66 é assim chamada desde 1926, muito embora só tenha ficado completamente alcatroada dez anos depois. Teve o seu auge nos anos 40 e 50, e entrou em declínio a partir do final dos anos 60, quando as modernas auto-estradas começaram a substituir grande parte dos seus troços, ao ponto de, hoje, existirem já muito poucos em condições de uma normal utilização. Diz quem sabe que o pedaço da Route 66 que se encontra em melhor estado de conservação são os cerca de trezentos quilómetros que medeiam entre Williams, no Arizona, e Topock, na Califórnia. E foi esse mesmo que eu decidi fazer, de ponta a ponta…

Aquilo que mais salta à vista quando se atravessa a Route 66 é uma enorme nostalgia em relação ao passado, quando se viajava a caminho da Califórnia à procura do Sol e de uma vida melhor, quando não havia problemas de gasolina e os carros eram grandes e belos, diferentes uns dos outros e não quase iguais, como sucede nos dias de hoje… Seja nas lojas, nos cafés, nos automóveis estacionados, nas bombas de gasolina, nos móteis, na cor e no “design” dos “neons”, esse revivalismo está sempre presente, à mistura com algum exotismo, muito “kitsch” e grande extravagância…

Um belo Chevrolet cor-de-rosa estacionado à porta do bar “Twisters Soda Fountain”, em Williams, pode ser normal, mas convenhamos que já não o será o Studebaker que encontramos a servir de telhado à “Desoto’s Beauty & Barbershop”, em Ash Fork…! Mas tudo isso nos começa a preparar para a cena que vamos encontrar uns quilómetros adiante, em Seligman…

Seligman é a verdadeira feira da Route 66. É lá que fica a barbearia de Angel Delgadillo, que foi o fundador da “Associação de Protecção da Route 66”. Podem ver a sua bonita e revivalista fachada, à qual não faltam reproduções de James Dean e de Marilyn Monroe, bem como a sua cadeira de barbeiro rodeada de cartões e de mensagens de toda a parte do mundo. Delgadillo está reformado e não estava lá, mas estava o filho que sabia onde ficava Portugal e me deu os parabéns por ter sabido escolher o melhor livro sobre a Route 66, de todos quantos estavam à venda na prateleira. Talvez diga isso a todos, mas lembro-me agora que fiquei de lhe enviar um cartão pessoal e uma nota antiga de vinte escudos, e ainda não o fiz…

Esta loja “Return to the 50’s” tem um belo calhambeque no interior. E aqui foi a minha vez de dar os parabéns à simpática proprietária pela excelente colecção de filmes clássicos que tem à venda. Sorriu de satisfação e confessou-me uma coisa que me tocou: muito embora fique satisfeita com o negócio, sente sempre com um apertozinho no coração quando vê partir um filme daqueles que já não tem em stock, como foi o caso do Anthony Man que lhe comprei.

E um local como o “Route 66 Motel” deverá ter muito que contar, já que era poiso habitual das vedetas do celulóide e da canção. Deixo-vos ficar algumas fotografias para terem uma ideia…

Depois de Seligman vem a parte mais bonita da estrada, propriamente dita. Uma estrada interminável num planície sem fim, onde ouvimos apitar um comboio de vez em quando e vemos passar as Harley-Davidson e os descapotáveis, já que não somo nós os únicos parolos por estas bandas. A inveja que eu tive daqueles cabelos ao vento, eu que tinha de me contentar com uma simples janelinha aberta…

Essa bela estrada leva-nos até uma das mais célebres estações de serviço da Route 66: a de Hackberry, onde deparamos de imediato com o que resta de um velho Ford T, ao lado de um belo Chevrolet Corvette dos anos 50, que poderemos alugar para dar uma voltinha, se estivermos para aí virados.. Mas nem tempo temos para pensar nisso, porque de imediato a nossa atenção é atiçada pelos os “neons”, os belos exemplares de bombas de gasolina e de máquinas de Coca-Cola de há sessenta anos atrás, pela garagem nas traseiras apinhada de velharias…

Continuando em frente, passamos ao largo por Kingman, a maior e mais desinteressante cidade desta região. Começamos a ver as Montanhas Negras no horizonte e passamos pela bela estação de serviço de Cool Springs no preciso momento em que iniciamos a subida. Aqui a estrada já é a velha, que não foi reconstruída, e serpenteia ao longo das montanhas, numa paisagem que, indiciando a proximidade dos desertos da Califórnia, se torna mais árida e polvilhada de cactos à medida em que avançamos.

Umas boas milhas à frente, no cimo das montanhas, surge-nos a velha “cidade fantasma” de Oatman, hoje habitada apenas por burros, turistas e alguns comerciantes que tentam ganhar a sua vida. Mas há setenta anos atrás esta antiga região mineira tinha outra relevância, e se quiserem um pouco de “fofoca” poderão ficar a saber que aquele “Oatman Hotel”, que se vê na fotografia em que está a Cristina a atravessar a estrada, em vez do burro, foi o lugar onde Clark Gable e a Carole Lombard passaram a sua lua-de-mel, num casamento que na altura fez furor…

De Oatman à entrada do Estado da Califórnia, e daí até Topock, é um saltinho, numa paisagem que se mantém deserta e magnífica até ao fim.

Mas é quando começamos a subir e a descer estas montanhas que nos recordamos que a Route 66 não foi só o prazer e o lazer que a ela associamos. Esta estrada assistiu à dor, à angústia e ao sofrimento daqueles pobres fazendeiros do Midwest que fugiam da seca e dos efeitos do “Dust Blow” e procuravam a todo o custo chegar à Califórnia em busca de um “job with honest pay”, como cantava Woody Guthrie, montados em carripanas apinhadas de tralha e a caírem aos bocados. É inacreditável como conseguiam atravessar estas montanhas e não admira que muitas tenham dado a alma ao criador… Não só os carros mas os próprios ocupantes, porque ao longo da estrada encontramos vários túmulos assinalados com uma cruz, que me abstive de profanar e de fotografar, embora imagine que alguns possam ser desses tempos. Mas tudo isto é conversa muito séria que ficará para a próxima “crónica”, já que me recuso a misturá-la com estas brincadeiras da Route 66…

Colaboração de Luís Mira

FAUL


Rua S. Pedro de Alcântara, Lisboa

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

PABLO NERUDA


LE CHANT DU MONDE - G.U. LDX 7 6031

Poemas de Pablo Neruda ditos, em francês, por Jean-Louis Barrault, Maria Casares, François Maistre, Laurent Terzief.

Pablo Neruda diz o Soneto VI e XXVIII.

Música de Francisco Marin e Virgílio Rojas.

Face A

Alguns sonetos de “Cem Sonetos de Amor”

Face B

Extracto de “Estravagario – Extracto de “Residência En La Tierra” – Extracto de “As Colinas de Macchu Picchu”

Soneto XXIX

Vens da pobreza das casas do Sul,
das regiões duras do frio e terramotos
que, mesmo quando os seus deuses rolaram para a morte,
nos deram a lição da vida na argila.

Tu és um cavalinho de argila preta, um beijo
de barro escuro, amor, papoila de argila,
pomba do crepúsculo que voou nos caminhos,
mealheiro de lágrimas da nossa pobre infância.

Moça, tu conservaste o coração de pobre,
os pés de pobre acostumados às pedras,
a boca que nem sempre teve pão ou delícia.

Tu és do Sul pobre, donde a minha alma vem:
no seu céu a tua mãe continua a lavar roupa
com a minha. Por isso te escolhi, companheira.

Para o “Soneto XXIX”, inserido na Face A, utilizámos a tradução de Albano Martins em “Cem Sonetos de Amor”, Campo das Letras, Porto, Maio de 2004.

Colaboração de Gin-Tonic

O CARTEIRO DE PABLO NERUDA


MIRAMAX 162 029-2

Banda sonora de “O Carteiro de Pablo Neruda”, composta por Luis Bacalov e incluindo o tango “Madeselva”, cantado por Carlos Gardel.

“The Postman” (“Il Postino”) foi realizado, em 1994, por Michael Redford e é adaptado do romance de António Skármeta”, “O Carteiro de Pablo Neruda (Ardente Paciência)”, traduzido em português por José Colaço Barreiros para a Editorial Teorema.

Ganhou o Oscar da Academia para a melhor Banda Sonora e ainda foi nomeado para Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actor – Massimo Troisi – e melhor Roteiro Adaptado.

O carteiro é interpretado por Massimo Troisi que morreu de ataque cardíaco escassas horas após a conclusão das filmagens.

Com problemas cardíacos, necessitando de descanso, esqueceu o pormenor e persistiu na representação de um personagem que tem tanto de cativante como de mágico.

- Poça, como eu gostava de ser poeta!

- Homem! No Chile todos são poetas. É mais original que continues a ser carteiro. Pelo menos andas muito e não engordas. No Chile todos os poetas são barrigudos.

Um filme amável que esteve mais de um ano em exibição no “Mundial” em Lisboa.

Há quem tenha perdido o conto às vezes que viu o filme.

O CD da banda sonora, como bonus track, apresenta poemas ditos, em inglês, por Sting, Miranda Richardson, Juli Roberts, Glenn Close, Samuel L. Jackson, entre outros.

Transcreve-se o “Soneto XXVII”, no disco, dito por Sting. Voltamos a utilizar a tradução de Albano Martins:

Nua, és tão simples como uma das tuas mãos,
lisa, terrestre, minúscula, redonda, transparente,
tens linhas de lua, caminhos de maçã,nua, és delgada como o trigo nu.

Nua, és azul como a noite em Cuba,
tens trepadeiras e estrelas no cabelo,
nua, és enorme e amarela
como o verão numa igreja de ouro.

Nua, és pequena como uma das tuas unhas,
curva, subtil, rosada até que o dia nasce
e entras no subterrâneo do mundo

como num longo túnel de roupas e trabalhos:
a tua claridade apaga-se, veste-se, desfolha-se
e volta a ser outra vez uma mão nua.

Colaboração de Gin-Tonic

THE ULTIMATE BEE GEES


REPRISE - 8122-79847-7 - 2009

Ver alinhamento aqui - estou com preguiça.

LISBON STORY


SERVE 4 - CUIDADO!


Gimme Some Truth (John Lennon) - Lay Down (O.A.R.) - If There Was No You (Brandi Carlile) - Listen Up (Starsailor) - The River In Reverse (Elvis Costello & Allen Toussaint) - You (Earth, Wind & Fire and Chicago) - OK It's Alright With Me (Eric Hutchinson) - Home I'll Never Be (Low Anthem) - Heartbreak Monday (Arno Carstens) - Heaven (Brett Dennen) - One Day (Toby Lightman) - Wicked Awesome (Moe) - Oh I Buried You Today (Raveonettes) - Smile (Uncle Kracker)

Por falta de atenção, fui enganado! Não se trata de um CD físico, como eu gosto, mas de um cartão com um código que permite baixar o álbum, o que detesto!

Se não fosse de solidariedade, voltava para o mesmo sítio, no Hard Rock Cafe de Lisboa!

CASH-IN


CLARION - SD 601

Só vale pela capa e mesmo assim...

NOIR CITY


Um dos meus desejos, para a reforma, é ir assistir a este Festival pelo menos uma vez…

Luís Mira

PRAÇA LUÍS DE CAMÕES (LISBOA)


Ao menos, em Oliveira de Frades, trata-se o nosso Poeta como Vate Nacional!

THE HAWK IS HOWLING


WALL OF SOUND – WOS040DLP - 2008

Side 1

I’m Jim Morrison, I’m Dead – Batcat – Danphe And The Brain

Side 2

Local Authority – The Sunsmells To Loud – Kings Meadow

Side 3

I Love You, I’m Going To Blow Up Your School – Scotland’s Shame

Side 4

Thank You Space Expert – The Precipice

Cortesia de Pedro Brandão

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

REGRESSO DAS LISTAS


Começam as listas dos Melhores do Ano.

Esta é a da Q:

01 - West Ryder Pauper Lunatic Asylum - Kasabian
02 - Lungs - Florence & The Machine
03 - It's Blitz - Yeah Yeah Yeahs
04 - Merriweather Post Pvilion - Animal Collective
05 - Journal For Plague Lovers - Manic Street Preachers
06 - Humbug - Arctic Monkeys
07 - The Resistende - Muse
08 - It's Not Me, It's You - Lily Allen
09 - No Line On The Horizon - U2
10 - Wolfgang Amadeus Phoenix - Phoenix

ELAS CANTAM ROBERTO CARLOS


SONY MUSIC - 88697571122 - 2009

CD1

Você Não Sabe (Hebe Camargo) - Canzone Per Te (Luiza Possi e Zizzi Possi) - Proposta (Zizi Possi) - Sua Estupidez (Alcione) - Desabafo (Fáfá de Belém) - A Distância (Celine Imbert) - Se Você Pensa (Daniela Mercury) - Você Vai Ser O Meu Escândalo (Wanderléa) - Nossa Canção (Rosemary) - Todos Estão Surdos (Fernanda Abreu) - 120... 150... 200 Km por hora (Marilia Pera)

CD2

As Curvas Da Estrada De Santos (Paula Toller) - Como Dois E Dois (Marina Lima) - As Canções Que Você Fez Pra Mim (Sandy) - Só Você Não Sabe (Mart'nália) - Do Fundo Do Meu Coração (Adriana Calcanhotto) - Falando Sério (Cláudia Leitte) - Não Se Esqueça De Mim (Nana Caymmi) - Força Estranha (Ana Carolina) - Olha (Ivette Sangalo) - Emoções (Roberto Carlos e Elas) - Como É Grande O Meu Amor Por Você (Roberto Carlos e Elas)