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terça-feira, 24 de abril de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2012
GRANDE EXPOSIÇÃO DAS SARDINHAS
Parte das 193 sardinhas que estão expostas na Galeria Millennium, na rua Augusta, 96, em Lisboa, e que participaram no Concurso promovido pela Câmara Municipal de Lisboa no âmbito das Festas da Cidade.
Lá cima, à esquerda, na 2ª fila pode ver-se a Yellow Sardine, de Luís Veiga.
A exposição, com o horário 10H00-13H00 e 14H00-17H00, de 2ª a sábado, encerra a 30 de Setembro.
A Yellow Sardine está no 3º andar.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
VINIL RESISTE
O CICP (Centro Infantil e Cultural Popular), em parceria com o CAR e o Cineclube de Guimarães, realiza até ao dia 24 de Abril, em Guimarães, a exposição intitulada “Vinil Resiste”.
Esta iniciativa insere-se no âmbito do projecto CulturArte na Resistência do “Constelações – Projeto para o Movimento Associativo” e terá lugar nas instalações do Laboratório das Artes, em Guimarães.
Trata-se de uma mostra de cerca de 200 capas de discos de vinil sobre o tema da resistência e o protesto na música, e que representam um período da música portuguesa entre os anos 60 e 70.
Nesta exposição, estarão em evidência os discos dos músicos que marcaram o período de resistência portuguesa na música até ao 25 de Abril, dos quais se destacam, entre outros, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Fausto e Manuel Freire, em Portugal, bem como José Mário Branco, Luís Cília e Sérgio Godinho, no exílio.
Igualmente, o período revolucionário que se seguiu após o 25 de Abril e a intensa produção discográfica a ele associado serão abordados no contexto desta mostra, que passa também pela música de carácter independentista e da luta anticolonialista.
No âmbito do projecto CulturArte na Resistência, estão previstas ainda várias actividades para as comemorações do 25 de abril, entre as quais se incluem exposições, concertos, lançamento de fanzine e pintura de murais.
Horário da exposição: das 15H30 às 18H30 e das 21H30 às 23H30
Fonte: Centro Infantil e Cultura Popular
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
BEATLES NA RUA AUGUSTA
Os Beatles - quem mais poderia ser? - são o aperitivo externo para a exposição "É Proibido Proibir" que está patente no Museu do Design e da Moda, em Lisboa, até ao dia 31 de Janeiro.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
EXPOSIÇÃO DE VINIL EM ALMADA

Uma exposição de discos de vinil, intitulada "A Magia do Vinil", abre no dia 11 de Outubro ao público, às 17H00, na Oficina da Cultura, em Almada (próximo da praça da Renovação, no centro).
Organizada pela Associação dos Antigos Alunos da Escola Emídio Navarro (Almada), em colaboração com a Câmara Municipal, a exposição cobre um período entre 1955 e 1975.
Segundo a organização, "A Magia do Vinil" compreende os principais discos que marcaram cada época e cada género, do rock dos anos 50 aos blues, do folk ao pop, de Dylan aos Beatles e Stones, psicadelismo, anos 70, soul, jazz, etc.
Também o rock feito em Portugal estará representado na exposição que encerra ao público no dia 31 de Outubro.
Os discos pertencem à colecção privada de José António Correia dos Santos.
Organizada pela Associação dos Antigos Alunos da Escola Emídio Navarro (Almada), em colaboração com a Câmara Municipal, a exposição cobre um período entre 1955 e 1975.
Segundo a organização, "A Magia do Vinil" compreende os principais discos que marcaram cada época e cada género, do rock dos anos 50 aos blues, do folk ao pop, de Dylan aos Beatles e Stones, psicadelismo, anos 70, soul, jazz, etc.
Também o rock feito em Portugal estará representado na exposição que encerra ao público no dia 31 de Outubro.
Os discos pertencem à colecção privada de José António Correia dos Santos.
sábado, 10 de maio de 2008
EXPOSIÇÃO NOVA VAGA

Até ao dia 30 de Julho está patente no magnífico edifício do Museu Municipal de Montijo uma exposição do yé-yé português, designada por "Nova Vaga - O Rock Em Portugal 1955-1974", uma excelente iniciativa do colectivo Portuguese Nuggets, ou seja, Edgar Raposo e Luís Futre.
A exposição pode ser vista de 2ª a 6ª entre as 10H00 e as 12H30 e entre as 14H00 e as 17H30 e aos sábados e domingos entre as 16H00 e as 19H00.
A partir de Junho, às sextas e sábados haverá também visitas nocturnas, entre as 21H00 e as 23H00 "para aproveitar o fluxo de turistas".
É com inegável carinho que a Câmara Municipal de Montijo acolhe esta exposição, ela própria representando um salto qualitativo significativo relativamente à que esteve aberta no Barreiro em finais do ano passado pelos mesmos autores.
São agora 4 salas, bem coloridas à "anos 60", com alguns ícones da nossa memória colectiva como o fato negro e o medalhão de Victor Gomes, um dos pontos altos da exposição.
Em todo o caso, com tanto coleccionador credenciado entre nós e com protagonistas felizmente ainda vivos, presumo que seja possível e desejável ir mais longe. É preciso ter ambição. O rock português de 1955 a 1974 não pode ser limitado ao que está exposto no Montijo, embora este seja um bom princípio.
Na exposição é vendido um catálogo (€ 5) que inclui uma interessante, embora obviamente incompleta, iconografia de discos yé-yé portugueses editados naquele período de 19 anos.
Colaboração de Luís Pinheiro de Almeida
A exposição pode ser vista de 2ª a 6ª entre as 10H00 e as 12H30 e entre as 14H00 e as 17H30 e aos sábados e domingos entre as 16H00 e as 19H00.
A partir de Junho, às sextas e sábados haverá também visitas nocturnas, entre as 21H00 e as 23H00 "para aproveitar o fluxo de turistas".
É com inegável carinho que a Câmara Municipal de Montijo acolhe esta exposição, ela própria representando um salto qualitativo significativo relativamente à que esteve aberta no Barreiro em finais do ano passado pelos mesmos autores.
São agora 4 salas, bem coloridas à "anos 60", com alguns ícones da nossa memória colectiva como o fato negro e o medalhão de Victor Gomes, um dos pontos altos da exposição.
Em todo o caso, com tanto coleccionador credenciado entre nós e com protagonistas felizmente ainda vivos, presumo que seja possível e desejável ir mais longe. É preciso ter ambição. O rock português de 1955 a 1974 não pode ser limitado ao que está exposto no Montijo, embora este seja um bom princípio.
Na exposição é vendido um catálogo (€ 5) que inclui uma interessante, embora obviamente incompleta, iconografia de discos yé-yé portugueses editados naquele período de 19 anos.
Colaboração de Luís Pinheiro de Almeida
terça-feira, 11 de março de 2008
TROCADERO

O Filhote chamou a atenção, num comentário, para uma exposição sobre os Beatles, "Revolution", que existia no Trocadero, em Piccadilly, Londres.
Existiu esta como também existiu uma outra, "Yellow Submarine". E no mesmo espaço existiu também uma extensão de Madame Tussaud, intitulada "Rock Circus", com as maiores estrelas do rock em cera.
Lembro-me bem, por exemplo, de Jimi Hendrix numa das varandas para o exterior.
Nunca percebi por que razão estas exposições nunca permaneceram muito tempo, até porque Piccadilly é o local londrino mais visitado pelos turistas estrangeiros.
Lembro-me bem, por exemplo, de Jimi Hendrix numa das varandas para o exterior.
Nunca percebi por que razão estas exposições nunca permaneceram muito tempo, até porque Piccadilly é o local londrino mais visitado pelos turistas estrangeiros.
domingo, 2 de março de 2008
ROCK PORTUGUÊS EM PINTURA

Vitinho - como é conhecido - não é uma personagem qualquer.
Em Coimbra, vanguarda da cultura urbana musical, foi um dos expoentes dos Tédio Boys.
Mas foi em Londres que atingiu o seu zenite com os Parkinsons. Fugazmente, foram a banda mais querida na capital britânica do post-punk.
Hoje em dia, Vitinho, conhecido como Sardine, artista plástico, juntou-se a um amigo suiço, igualmente residente em Londres, Tobleroni, e toca de retratar a história do pop português desde sempre.
Intitulada "Espelho Meu", a exposição vai agora percorrer o País, numa vitalidade da imaginação e criatividade de Sardine & Tobleroni.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
PINTORES OLHAM PARA O ROCK PORTUGUÊS

Dois pintores apresentados como britânicos e residentes em Londres - Sardine & Tobleroni - apresentam a partir do dia 01 de Março no espaço Santiago Alquimista, em Lisboa, uma série de 38 pinturas sobre o rock português.
Denominada "Espelho Meu - História do Rock Português Em 38 Pinturas", a exposição retrata músicos e bandas como António Variações, Ban, Bunnyranch, Conjunto Mistério, Corpo Diplomático, Delfins, Filipe Mendrix, GNR, Heróis do Mar, Mler Ife Dada, Peste & Sida, Quarteto 1111, Rádio Macau, Rui Veloso, Sheiks, Tédio Boys, UHF, Vítor Gomes e Xutos e Pontapés.
A escolha do tema está relacionada com a nacionalidade de Sardine, nascido em Coimbra, e antigo guitarrista dos Tédio Boys e dos Parkinsons (Vitinho).
A inauguração da exposição está prevista para as 20H30, após o que se segue a actuação dos Pop Dell'Arte e dos BunnyRanch em DJ Set.
Denominada "Espelho Meu - História do Rock Português Em 38 Pinturas", a exposição retrata músicos e bandas como António Variações, Ban, Bunnyranch, Conjunto Mistério, Corpo Diplomático, Delfins, Filipe Mendrix, GNR, Heróis do Mar, Mler Ife Dada, Peste & Sida, Quarteto 1111, Rádio Macau, Rui Veloso, Sheiks, Tédio Boys, UHF, Vítor Gomes e Xutos e Pontapés.
A escolha do tema está relacionada com a nacionalidade de Sardine, nascido em Coimbra, e antigo guitarrista dos Tédio Boys e dos Parkinsons (Vitinho).
A inauguração da exposição está prevista para as 20H30, após o que se segue a actuação dos Pop Dell'Arte e dos BunnyRanch em DJ Set.
sábado, 27 de outubro de 2007
ANOS 60 BARREIRENSES
Está patente na Galeria Municipal, no Barreiro, uma bem interessante exposição sobre a música dos anos 60/70 em Portugal. A exposição tem por título "Ritmos - O Rock em Portugal 1955/1974" e está aberta até ao dia 20 de Dezembro, de terça-feira a sábado, entre as 14H00 e as 20H00.
Foi bem escolhida a cidade do Barreiro para local da exposição. O Barreiro é bem a "nossa Liverpool", cidade cinzenta, deprimente, industrial, ribeirinha.
A exposição tem cerca de 150 fotocópias de capas de EPs e singles portugueses da altura. Há ainda guitarras eléctricas (a famosa Eko), gravadores de bobinas, gira-discos, recortes de imprensa, bilhetes, fotos.
Há ainda a fotografia de um 78 rotações de Joaquim Costa ("Rip It Up"), uma única cópia amadora gravada na Rádio Graça em 1959 que os autores da exposição dizem ser o primeiro registo fonográfico de um artista rock em Portugal (o EP, na imagem, é uma edição de agora).
Vi fotos dos Babies de José Cid, dos Ekos, dos Tártaros, dos Atlas (Portalegre), 1111, cópias de bilhetes de espectáculos dos Ekos (1965), do 1111 (1970), recortes de imprensa da época (infelizmente muitos deles não identificados).
Eis uma lista mais ou menos completa das capas que vi: Conchas, Pedro Osório, Daniel Bacelar, Conjunto Mistério, Titãs, Fanatic's, Tártaros, José Manuel Concha, Plutónicos, Diamantes Negros, Espaciais, Ekos, Demónios Negros, Conjunto Académico João Paulo, Nova Onda, Rebeldes, Keepers, Guitarras de Fogo, Álamos, Banda 4, Charruas, Claves.
Também Conjunto Académico Orfeu, Conjunto Universitário Hi-Fi, Victor Gomes, José Nóvoa, Zoo, Dinâmicos com Valério Silva, Duo Ouro Negro, Diamantes, Quinteto Académico, Grupo 5, Florbela Queirós, Chinchilas, Tubarões, Deniz Cintra, Conjunto de Oliveira Muge, Taras e Montenegro, Edmundo Falé, Alex, Strollers, Vodkas.
Também Thilo's Combo, Steamer's Quarteto 1111, Rock's, Sheiks, Nuno Filipe, Fernando Conde, Tibério & Lúcia, Jets, Fliers, Nómadas, Duques, Pop Five Music Incorporated, Mini-Pop, Petrus Castrus, Movimento Antecipação, Beatniks, Plexus, José Cid, Fluido, Controle, Fausto, Ex-Libris, Objectivo, Zeca do Rock.
Os textos, da autoria de Afonso Cortez, estão escritos em português do Brasil ("projecto", "psicodélico") e contextualizam a mostra, embora tivesse a sensação de um défice de informação relativamente a datas (gritante nos discos). A revisão é de Carolina Hofs.
A exposição foi realizada pela Câmara Municipal do Barreiro, Groovie Records, Hey Pachuco! e Plano Piloto, com concepção e produção de Edgar Raposo, Flávia Diab e Luís Futre. O "projeto" gráfico é de Edgar Raposo.
As imagens e os materiais expostos são dos acervos pessoais de Alfredo Laranjinha, António José Portela, Edgar Raposo, Francisco Dias, Joaquim Costa, José Couto, José João, José Francisco, Jorge Pinheiro, Luís Futre, Nuno Emídio, Sérgio Lemos, Vítor Rodrigues, José Santos Fernandes.
Foi bem escolhida a cidade do Barreiro para local da exposição. O Barreiro é bem a "nossa Liverpool", cidade cinzenta, deprimente, industrial, ribeirinha.
A exposição tem cerca de 150 fotocópias de capas de EPs e singles portugueses da altura. Há ainda guitarras eléctricas (a famosa Eko), gravadores de bobinas, gira-discos, recortes de imprensa, bilhetes, fotos.
Há ainda a fotografia de um 78 rotações de Joaquim Costa ("Rip It Up"), uma única cópia amadora gravada na Rádio Graça em 1959 que os autores da exposição dizem ser o primeiro registo fonográfico de um artista rock em Portugal (o EP, na imagem, é uma edição de agora).
Vi fotos dos Babies de José Cid, dos Ekos, dos Tártaros, dos Atlas (Portalegre), 1111, cópias de bilhetes de espectáculos dos Ekos (1965), do 1111 (1970), recortes de imprensa da época (infelizmente muitos deles não identificados).
Eis uma lista mais ou menos completa das capas que vi: Conchas, Pedro Osório, Daniel Bacelar, Conjunto Mistério, Titãs, Fanatic's, Tártaros, José Manuel Concha, Plutónicos, Diamantes Negros, Espaciais, Ekos, Demónios Negros, Conjunto Académico João Paulo, Nova Onda, Rebeldes, Keepers, Guitarras de Fogo, Álamos, Banda 4, Charruas, Claves.
Também Conjunto Académico Orfeu, Conjunto Universitário Hi-Fi, Victor Gomes, José Nóvoa, Zoo, Dinâmicos com Valério Silva, Duo Ouro Negro, Diamantes, Quinteto Académico, Grupo 5, Florbela Queirós, Chinchilas, Tubarões, Deniz Cintra, Conjunto de Oliveira Muge, Taras e Montenegro, Edmundo Falé, Alex, Strollers, Vodkas.
Também Thilo's Combo, Steamer's Quarteto 1111, Rock's, Sheiks, Nuno Filipe, Fernando Conde, Tibério & Lúcia, Jets, Fliers, Nómadas, Duques, Pop Five Music Incorporated, Mini-Pop, Petrus Castrus, Movimento Antecipação, Beatniks, Plexus, José Cid, Fluido, Controle, Fausto, Ex-Libris, Objectivo, Zeca do Rock.
Os textos, da autoria de Afonso Cortez, estão escritos em português do Brasil ("projecto", "psicodélico") e contextualizam a mostra, embora tivesse a sensação de um défice de informação relativamente a datas (gritante nos discos). A revisão é de Carolina Hofs.
A exposição foi realizada pela Câmara Municipal do Barreiro, Groovie Records, Hey Pachuco! e Plano Piloto, com concepção e produção de Edgar Raposo, Flávia Diab e Luís Futre. O "projeto" gráfico é de Edgar Raposo.
As imagens e os materiais expostos são dos acervos pessoais de Alfredo Laranjinha, António José Portela, Edgar Raposo, Francisco Dias, Joaquim Costa, José Couto, José João, José Francisco, Jorge Pinheiro, Luís Futre, Nuno Emídio, Sérgio Lemos, Vítor Rodrigues, José Santos Fernandes.
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