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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

CENTROS COMERCIAIS


Av. de Roma, 48, Lisboa.

O Centro Comercial Roma, que que foi recuperado em 2018, com 40 lojas de bairro em 3 pisos e 4 restaurantes, acabou por encerrar três anos depois.

O primeiro centro comercial (ex-drugstore) que apareceu em Portugal terá sido, segundo algumas fontes, o Centro Comercial Cruzeiro, no Estoril, em 1951. O edifício, que foi do BPI, está a ser recuperado pela Câmara Municipal de Cascais (nova proprietária) para Centro Cultural..

Na cidade de Lisboa propriamente dita, o primeiro shopping, para utilizar outra expressão, mais comum no Norte, terá sido, em 22 de Dezembro de 1967, o Sol a Sol na Avenida da Liberdade com traseiras para a Rua Rodrigues Sampaio.

Já não existe, embora permaneça a inscrição na calçada.

No dia 19 de Dezembro de 1968, foi inaugurado o Tutti-Mundi, na imagem, hoje Centro Comercial Roma (desde 1988), já encerrado, entretanto.

A 26 de Maio de 1971, ainda em Lisboa, foi inaugurado o Apolo 70, provavelmente o drugstore mais conhecido da capital e que ainda está em actividade, mas em dificuldade, na sequência de processos judiciais.

A 01 de Novembro de 1973 foi a vez do Centro Comercial Castil, na rua Castilho.

Seguiram-se o Caleidoscópio (01 de Novembro 1974), remodelado em 2016 como Centro Académico, licenciado à vizinha Faculdade de Ciências, e o Portela, Loures (1975).

O Centro Comercial Imaviz, na Fontes Pereira de Melo, que alguns consideram dos primeiros lisboetas, só foi inaugurado a 20 de Dezembro de 1975, já depois do 25 de Abril. E está praticamente abandonado!

O shopping center Brasília, no Porto, terá sido o primeiro centro comercial com estas dimensões do País. Foi inaugurado a 09 de Outubro de 1976.

De 1976 é também o Centro Comercial Alvalade, remodelado a 10 de Outubro de 2013.

O centro comercial da CP na estação do Rossio, em Lisboa, que se chamava Terminal, já inexistente, foi inaugurado no dia 21 de Maio de 1977.

O Fonte Nova foi inaugurado no dia 02 de Março de 1985 e as Amoreiras no dia 27 de Setembro de 1985.

O Centro Colombo, em Lisboa, presentemente o maior do País, foi inaugurado a 15 de Setembro de 1997.

O Centro Roma (ex-Tutti Mundi) fechou no dia 31 de Março de 2021.

domingo, 5 de novembro de 2017

ARMAZÉNS GRANDELA


Antes dos centros comerciais, dos "drugstores", dos "shoppings", já havia, há muito, os "armazéns" ou "grandes armazéns"...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

SHOPPING CENTER BRASÍLIA


O shopping center Brasília, no Porto, terá sido o primeiro centro comercial com estas dimensões do País.

Foi inaugurado faz hoje 39 anos.

domingo, 27 de setembro de 2015

AMOREIRAS: 3 DÉCADAS


Jornal de Negócios, 4 de Setembro de 2015.

Interessante texto de Fernando Sobral nos 30 anos do Centro Comercial Amoreiras, em Lisboa.

As Amoreiras serão o 8º centro comercial de Lisboa, depois do Cruzeiro (1951), Sol A Sol (1967), Tutti Mundi, actual Roma (1968), Apolo 70 (1971),  Castil (1973) Imaviz (1975) e Fonte Nova (2 de Março de 1985).

Em 1985, quando foi inaugurado, as Amoreiras eram o maior centro comercial português e o quarto maior da Europa. O projecto em papel contava com 112 fogos para habitação, três torres de 16 andares para escritórios e 330 lojas.

Foi o primeiro espaço comercial na cidade a receber desfiles de moda e muitas marcas se estrearam no centro como a GAP, por exemplo.

Cidade sem controvérsias não é cidade, disse à época o então presidente da Câmara, Nuno Abecasis, a propósito da polémica que gerou o projecto arquitectónico de Tomás Taveira.

Mas o primeiro centro comercial português com estas dimensões terá sido o Brasília, no Porto, inaugurado no dia 9 de Outrubro de 1976.

FAZ HOJE 30 ANOS


O Centro Comercial das Amoreiras, em Lisboa, do arquitecto Tomás Taveira, faz hoje 30 anos.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

MERCADO BOM SUCESSO


Mercado Bom Sucesso, Porto.

Do meu ponto de vista, o Porto tem aproveitado melhor os seus mercados do que Lisboa.

Este, do Bom Sucesso, ganhou o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2014.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CENTRO COMERCIAL IMAVIZ


Av. Fontes Pereira de Melo, Lisboa.

Inaugurado em 1975, tinha discoteca (Mitexa), boîte (Whispers), restaurante...

Hoje parece um centro fantasma...

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

1º SUPERMERCADO EM PORTUGAL


Segundo rezam as crónicas, o primeiro supermercado em Portugal, Independente do Saldanha, depois Modelo, foi inaugurado aqui, na Praça Duque de Saldanha, 31 B, em Lisboa, onde hoje está o Banco Popular, no dia 14 de Outubro de 1961, faz hoje 52 anos.

O top 5 dos supermercados em Portugal é o seguinte:

01 - Independente/Modelo - Saldanha, Lisboa, 1961;

02 - Paga Pouco - Algarve, 1963;

03 - AC Santos - Lisboa, 1968;

04 - Ulmar - Lisboa, 1969;

05 - Pão de Açúcar - av. Estados Unidos, Lisboa, 1970.

O primeiro hipermercado (não sei o que o difere do supermercado) é do Continente, aberto na Senhora da Hora, Matosinhos, no dia 10 de Dezembro de 1985.

domingo, 21 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

DRUGSTORE SOL A SOL


O drugstore Sol A Sol, na avenida da Liberdade, em Lisboa, com traseiras para a rua Rodrigues Sampaio, foi o primeiro a surgir na capital, no Natal de 1967.

No dia 26 de Dezembro de 1967, o "Diário Popular" dedica-lhe uma página, terminando com uma sentença a raiar a premonição:

O drugstore vai pegar? Bem, a pergunta não é bem esta, mas antes: porque é que o drugstore não há-de pegar - se em todo o Mundo já vingou?

O jornal descreve o drugstore como uma cave-que-parece-rua-com-muitas-lojinhas-lá-dentro, com recepção como um hotel e música ambiente como nos intervalos dos cinemas.

O Sol A Sol tinha 33 lojas, todas numeradas - aqui os estabelecimento apenas se distinguem pela numeração - que fechavam à 01H00 e essa era uma das curiosidades do jornal: mas as pessoas compram coisas à meia-noite?

Outra curiosidade do "Diário Popular" residia no facto de uma das lojas vender cartazes (posters, como se diz agora): de cartazes, sim, destes de pregar na parede.

Também ficou conhecido como "o drugstore da Avenida".

segunda-feira, 1 de abril de 2013

AS MINHAS DISCOTECAS



No meu tempo…

Bom, no meu tempo, que começa nos anos 60, em Coimbra, as lojas de discos chamavam-se discotecas.

A primeira discoteca onde terei entrado foi a Olímpio Medina, em Coimbra, onde, puto de capa e batina, desviei o primeiro disco dos Beatles, “She Loves You”, no dia 18 de Abril de 1964.

Mas discotecas a sério só em Lisboa, já a década de 60 ia avançada: muitos EPs na Casa Gouveia Machado, o primeiro LP dos Doors na Sol & Dó, muitos singles na Sinfonia (“Live In The Sky”, Dave Clark Five, “Games People Play”, Joe South, “Love At First Sight”, Baker Street Philharmonic, “Amor Novo”, Luís Rego), um EP inglês de Bob Dylan exposto ao sol como se fosse um jornal no exterior na Tabacaria Canasta no dia 14 de Dezembro de 1966 (“One Too Many Mornings”).

Lisboa era mesmo um viveiro: Compasso (“Chase”, Carlos Mendes, “You’re So Vain”, Carly Simon, “Le Lac Majeur”, Mort Shuman, “All Those Years Ago”, George Harrison), Apolo 70 (“Part Of The Union”, Strawbs, “Smoogin’”, Smoog, “(I Can’t Get No) Satisfaction”, Trittons, “Junior’s Farm”, Paul McCartney and Wings, “Have I The Right”, Dead End Kids), Drugstore Sol a Sol (“Magical Mystery Tour”, Beatles), Melodia, Discoteca do Carmo (“Double Fantasy”, John Lennon), Universal (“When A Man Loves A Woman”, Percy Sledge), Valentim de Carvalho (“Tous Les Garcons Et Les Filles”, Françoise Hardy, “I Get A Kick Out Of You”, Gary Shearston), GrandeFeira do Disco, Frineve (“Sê Um GNR”, GNR), Livraria Barata (alguns de Zeca Afonso), Concorrente (“Ode To The Beatles”, Quarteto 1111, “Pop Corn”, Popcorn Makers, ”El Camino”, Juan Carlos Caceres), Coop Bancários (“Johnny B Goode”, Peter Tosh), Livraria Ler, Estabelecimentos Electro-Ouro Lda.

E a capital portuguesa chegou a ter megastores como a da Valentim de Carvalho, no Rossio, e a Virgin, onde agora está a Loja do Cidadão, nos Restauradores.

Mas o que importa para aqui são as discotecas inglesas e essas – oh meu Deus! – eram o êxtase total: mexer naqueles discos, sujar as mãos com o pó, descobrir as novidades, comprar os grandes êxitos, arriscar no desconhecido.

E quando elas, as discotecas, era mais sofisticadas, até se comia lá dentro um muffin de chocolate e um capuccino para não perder pitada…

Recordo muitas, muitas, as várias HMVs, Virgins, Our Prices e Towers espalhadas por toda a cidade de Londres, mas também a Rhythm Records (provavelmente a que mais me enchia o olho e esvaziava a carteira), Sister Ray, Music & Video Exchange, Rough Trade, Revival Records, Harlequin Records, Selfridges, Sounos, I Was Lord Kitchener’s Valet e Gear, estas três últimas na Carnaby Street dos anos 60.

Até as lojas em Heathrow eu percorria para uma última aquisição.

Mas deixem-me recordar duas discotecas londrinas, ambas já desaparecidas, que sempre trago no coração pela história que ostentam.

Uma, Chelsea Drugstore, em King’s Road, que os Rolling Stones celebrizaram em “You Can’t Always Get What You Want” e Stanley Kubrick em “A Clockwork Orange”. Foi o primeiro drugstore britânico, abriu em Julho de 1968 e fechou em Maio de 1971. Hoje é um McDonald’s.

Comprei lá muitos discos na Páscoa de 1970. Do que tenho apontado, lembro: “Everybody Get Together” (Dave Clark Five), “That Same Old Feeling” (Pickettywich), “Let’s Work Together” (Canned Heat) , “Travellin’ Band” (Creedence Clearwater Revival) e “Bridge Over Troubled Water” (Simon and Garfunkel).

A segunda, provavelmente a mais famosa e a mais histórica, a HMV no 363 de Oxford Street.

Foi aqui, no dia 08 de Maio de 1962, que Brian Epstein passou as chamadas “Decca Tapes”, dos Beatles, para acetato. Foi aqui também que o mesmo Brian Epstein se encontrou com Sid Coleman, da companhia de publishing da EMI, Ardmore & Beechwood (primeiro publishing dos Beatles), que, por sua vez, serviu de intermediário para o conhecimento com George Martin, da Parlophone. E o resto é história…

E foi aqui, também, que eu, sem o saber, comprei no dia 30 de Março de 1970 o que viria a ser o último single dos Beatles, “Let It Be”. Onze dias depois, Paul McCartney anunciava formalmente a dissolução dos Beatles.

Esta primeira loja da HMV foi inaugurada no dia 21 de Julho de 1921 pelo compositor Edward Elgar e fechou em Abril de 2000.

Hoje, no local da discoteca, está, ou estava há poucos anos, uma Foot Locker, mas também a célebre placa azul que assinala os edifícios históricos da Grã-Bretanha, descerrada por George Martin no dia 26 de Abril de 2000.

Luís Pinheiro de Almeida

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

SUPERMERCADO AMERICANO


Largo São Sebastião da Pedreira, 90, em Lisboa, perto de El Corte Inglês.

Tem Coca-Cola da autêntica, entre outras americanices.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

CENTRO COMERCIAL CRUZEIRO


Quando muitos julgavam que o Apolo 70, em Lisboa, era o centro comercial mais antigo do País, eis que surge a informação, via ruin'arte, de que, afinal, em 1951, já existia no Estoril este Centro Comercial Cruzeiro.

Como bem notou JC (ver comentários), o Drugstore "Sol A Sol" (Av. da Liberdade, em Lisboa) existia pelo menos desde 1967, anterior por isso ao "Apolo 70".

Segundo o "Público" de 22 de Abril de 2012, o imóvel é hoje propriedade do BPI, que o pretende demolir, tendo suscitado um movimento de indignação dos cidadãos da zona sem que o seu destino tenha sido resolvido.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

SUPERMERCADO MODELO FAZ HOJE 50 ANOS

"Diário de Lisboa", 14 de Outubro de 1969

Segundo o anúncio do jornal, o Modelo foi o primeiro supermercado do País e faz hoje 50 anos!!

Se este Modelo era o da Praça Duque de Saldanha, chamava-se então Independente do Saldanha.

Ver aqui interessante história sobre o livre serviço em Portugal.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

APOLO 70 FEZ HOJE 40 ANOS


Dado o interesse que suscitou a primeira informação sobre o Apolo 70, fui ver se conseguia encontrar alguma notícia sobre a sua inauguração.

Encontrei, no "Diário Popular" de 27 de Maio de 1971 que titula: "O 'drugstore' 'Apolo-70' (o maior da Europa) foi ontem inaugurado".

Logo, o Apolo 70 foi inaugurado no dia 26 de Maio de 1971.

Começa assim a notícia:

"Na avenida Júlio Dinis, em Lisboa, foi inaugurado ontem o "Apolo 70", o maior "drugstore" da Europa no qual se integram, além de uma bela sala de cinema, um grande complexo hoteleiro da "Hotelda", com snack-bar, bar, um "bowling" automático e uma sala de jogos".

Talvez fosse o maior "drugstore" da Europa, mas não foi seguramente o primeiro em Portugal. Sabem qual foi? Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

À inauguração do Apolo 70 (ainda existente, mas obviamente diferente, sem cinema, pelo menos) assistiu meio-mundo como secretários de Estado, César Moreira Baptista (Informação e Turismo) e Xavier Pintado (Comércio), os directores-gerais Caetano de Carvalho (Espectáculos) e Álvaro Roquette (Turismo), Afonso Marchueta (governador-civil de Lisboa), general Tristão de Carvalhais (comandante-geral da PSP).

Sempre achei uma graça esta de o comandante da PSP ir às inaugurações.

Os anfitriões eram os administradores da empresa proprietária do "drugstore": Miguel Sotto-Mayor Aires de Campos (Ameal), Manuel Braamcamp Sobral, Francisco José de Sousa Machado, Nuno Barroso e Lourenço de Almeida e José B. P. Vasconcelos.

A inauguração inclui um espectáculo com o Duo Elas, Luis Romão e Carlos Portugal.

O "drugstore", com 3.000 m2, espalhava-se por dois pisos, com 41 lojas. O "bowling" tinha 4 pistas, o snack-bar capacidade para 180 pessoas, estando aberto até às 03H00, o que era extraordinário.

O cinema - chamado "Estúdio Apolo 70" - foi inaugurado no dia seguinte, dia 27, com o filme "O Vale do Fugitivo" ("Willie Boy"), de Abraham Polonski, com Robert Redford, Katharine Ross, Robert Blake e Susan Clark.

Projectado pelo arquitecto Augusto Silva, com decoração de Paulo Guilherme, o cinema tinha 300 lugares e estava equipado com aparelhagem Phillips de projecção para 35 mm, "écran" normal e cinemascope.

A programação do cinema era da responsabilidade do cinéfilo Lauro António.

O investimento total foi de 20 mil contos.

Numa área de 3.000 m2, o drugstore tinha 41 lojas, jardim infantil, barbearia, sala de jogos americanos, bowling automático de 4 pistas e um snack-bar para 180 pessoas com confortáveis poltronas.

Hamburgueres e enormes gelados com chantilly eram os mais requisitados.

Até ao fim desse ano de 1971, o snack tinha uma promoção especial a 20$00 (0,09976 € - nem chegava aos 10 cêntimos!): hamburguer com queijo ou ovo estrelado com uma salsicha, copo de cerveja, café e gelado meia-noite!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

PRIMEIRO SNACK-BAR DO PAÍS


Segundo o "Diário de Lisboa" de 03 de Novembro de 1969, o primeiro snack-bar do País surgiu em 1954 no Rossio, em Lisboa, o Pic-Nic.

O vespertino lisboeta dá conta também de outros estabelecimentos do género nesta estupenda cidade onde todos nós nos acotovelamos gentilmente, como o "Noite e Dia", na avenida Duque de Loulé, com snack, self-service e refeição ao domicílio, e o "Cova da Moura", o mais recente, na Infante Santo.

Uma outra geração, a nova, justifica a existência e a inauguração constante de snack-bares. O snack-bar está dentro do futuro, escrevia o jornal em 1969.

O snack-bar do "Pisca-Pisca", na rua Rodrigo da Fonseca, 121, em Lisboa, foi inaugurado no dia 14 de Novembro de 1960.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

CARRINHO DE SUPERMERCADO


O carrinho de supermercado foi inventado em 1937 e logo três anos mais tarde foi capa do "Saturday Evening Post".

Saído da imaginação fértil do proprietário de uma cadeia de supermercados no Oklahoma, Estados Unidos, Sylvan N. Goldman, o clássico carrinho foi concebido num momento empresarial único, como forma de aumentar o volume de mercearia que um cliente poderia comprar de uma só vez.

O carrinho chama~se Caddie, vai-se lá saber porquê...

in "Design - 1000 Objectos de Culto", volume 4, Phaidon Press Limited, 2009

segunda-feira, 9 de março de 2009