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quarta-feira, 29 de março de 2017
6º E ÚLTIMO EP (1966)
OFIR - AM 4.089 - 1966
Sunny (Bobby Hebb) - The More I See You (Warren Gordon) - Treat Her Right (Roy Head) - All Or Nothing (Marriot/Lane) - Summer In The City (John Sebastian) - Here There And Everywhere (Lennon/McCartney)
segunda-feira, 20 de março de 2017
A FESTA DO BOLINHA
OFIR - AM 4.060 - 1965
A Festa do Bolinha (Erasmo Carlos/Roberto Carlos) - Yesterday (Lennon/McCartney) - Adeus Amor (Goodbye My Love) (Mosley/Fwearingen/Fimmington/Sousa Pinto) - Forget Domani (Newell/Ortolani) - I Cry (Sousa Pinto)
Fotografia de capa de Teófilo Rêgo.
Este é um "cromo" bem difícil.
Para terminar a minha colecção de versões portuguesas dos Beatles, parece que só me falta Espaciais (Rapsódia EPF 5.394).
sábado, 19 de março de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2011
VAMOS DANÇAR

ORFEU - SUPER BUDGET SB 1101
FACE A
Vira da Nazaré (Titãs) - Lisboa À Noite (Sousa Pinto e seu conjunto) - 24 Mil Beijos (Los Deltas) - Canção da Beira Baixa (Titãs) - Agora Choro À Vontade (Sousa Pinto e seu conjunto) - Carolina Dai (Los Deltas)
FACE B
O Timpanas (Titãs) - Novo Fado Da Severa (Sousa Pinto e seu conjunto) - Ai Di Lá (Los Deltas) - Menino de Oiro (Titãs) - Madragoa (Sousa Pinto e seu conjunto) - Patatina (Los Deltas)
FACE A
Vira da Nazaré (Titãs) - Lisboa À Noite (Sousa Pinto e seu conjunto) - 24 Mil Beijos (Los Deltas) - Canção da Beira Baixa (Titãs) - Agora Choro À Vontade (Sousa Pinto e seu conjunto) - Carolina Dai (Los Deltas)
FACE B
O Timpanas (Titãs) - Novo Fado Da Severa (Sousa Pinto e seu conjunto) - Ai Di Lá (Los Deltas) - Menino de Oiro (Titãs) - Madragoa (Sousa Pinto e seu conjunto) - Patatina (Los Deltas)
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
SOUSA PINTO E O SEU CONJUNTO
terça-feira, 3 de agosto de 2010
2º EP DO GRUPO 5 (1969)

A VOZ DO DONO - 7 LEM 3233 - 1969
Estrada Do Nada - You - Sweeter Than Love - Uma Canção Tal Como A Flor
"Uma Canção Tal Como A Flor", da autoria de Sousa Pinto, vai surgir pela primeira vez em CD na colectânea "Óculos de Sol".
A música é minha, mas, que me recorde, a canção não tem qualquer história, disse o seu autor em entrevista a este blogue.
Alberto António Mendes de Souza Pinto, líder do Conjunto Sousa Pinto e do Grupo 5 e membro do Pentágono, nasceu no Porto a 03 de Setembro de 1946. Actualmente é arquitecto na capital nortenha, dividindo a sua vida entre Portugal e a Suiça.
O Conjunto Sousa Pinto começou em 1960.
A formação inicial, depois de um processo de estabilização em que participaram alguns candidatos como, por exemplo, Sérgio Godinho, que achava que era baterista, era eu (voz e piano), Rui Neto (guitarra), Rui Meneses (baixo) e Fernando Pedro (bateria).
Destes, só eu estou musicalmente "activo".
Mais tarde, entraram Fernando Nascimento (guitarra), Hernâni Resende (baixo e sax barítono), José Eduardo Alves (bateria), José Lello, ex-ministro (sax tenor) e Dorindo Ferreira (sax tenor).
As principais influências eram da música italiana (Marino Marini, Renato Carosone, etc) e, claro, Beatles, na música anglo-saxónica.
Entre 1962 e 1966. o Conjunto Sousa Pinto gravou 6 EPs (discos com 4 músicas cada), onde incluiram canções inéditas como "Fado Batido Em Surf" ou versões dos Beatles como "Yesterday" e "Here, There And Everywhere".
Nessa época, as actuações distribuíam-se por clubes e festas particulares, arraiais de sociedade que na altura se realizavam, queima das fitas e festas de finalistas, algumas em Lisboa, como, por exemplo, o Baile de Gala da Escola Naval, no Alfeite. Fizémos, se não me engano, 7 programas de televisão, alguns em directo.
Durante algum tempo acompanhámos o Paulo de Carvalho.
Mais tarde, não posso precisar em que ano (1968 - nota do editor), tocámos numa festa no Estoril em casa do milionário boliviano Antenor Patiño que foi uma experiência inesquecível.
A seguir ao Conjunto Sousa Pinto, surgiu o Grupo 5 com a mesma formação.
O Grupo 5 foi a continuação do Sousa Pinto. Apenas aconteceu a mudança de nome, por sugestão minha. Não me dava bem com a popularidade.
Entre 1968 e 1970, o Grupo 5 gravou apenas 3 EPs.
Depois do Grupo 5, Sousa Pinto formou o Pentágono com Fernando Nascimento e músicos que vinham da Turma 6, de Braga, como Fernando Girão (Very Nice), Firmino Neiva (baixista) e Pedro Taveira (bateria), já falecido.
Participámos no Festival de Vilar de Mouros no ano em que veio o Elton John (1971 - nota do editor), presumo que aqui já com o António Garcez (mais tarde Roxigénio) como vocalista (era para ter sido Paulo de Carvalho que desistiu como protesto contra o alegado magro cachet - nota do editor).
Após a extinção do Pentágono, o arq. Souza Pinto tem-se mantido na música, como hobby, mas na área do jazz.
Nos anos 90 iniciou-se um projecto chamado Quazzjazz - Betó Souza Pinto & Amigos, comigo, o Pedro Taveira na bateria e o Luís Ribeiro no baixo.
Este projecto interrompeu-se com a morte do Pedro que, pelas suas caracterísiticas, era dificilmente substituível.
Mas pontualmente temos tocado, eu e o Luís, como diversos músicos, como, por exemplo, o Carlos Polónia (voz, guitarra e bateria) e o Rui Azul (sax).
É um projecto com grande dose de improvisação jazzística sobre temas não jazzísticos.
Estrada Do Nada - You - Sweeter Than Love - Uma Canção Tal Como A Flor
"Uma Canção Tal Como A Flor", da autoria de Sousa Pinto, vai surgir pela primeira vez em CD na colectânea "Óculos de Sol".
A música é minha, mas, que me recorde, a canção não tem qualquer história, disse o seu autor em entrevista a este blogue.
Alberto António Mendes de Souza Pinto, líder do Conjunto Sousa Pinto e do Grupo 5 e membro do Pentágono, nasceu no Porto a 03 de Setembro de 1946. Actualmente é arquitecto na capital nortenha, dividindo a sua vida entre Portugal e a Suiça.
O Conjunto Sousa Pinto começou em 1960.
A formação inicial, depois de um processo de estabilização em que participaram alguns candidatos como, por exemplo, Sérgio Godinho, que achava que era baterista, era eu (voz e piano), Rui Neto (guitarra), Rui Meneses (baixo) e Fernando Pedro (bateria).
Destes, só eu estou musicalmente "activo".
Mais tarde, entraram Fernando Nascimento (guitarra), Hernâni Resende (baixo e sax barítono), José Eduardo Alves (bateria), José Lello, ex-ministro (sax tenor) e Dorindo Ferreira (sax tenor).
As principais influências eram da música italiana (Marino Marini, Renato Carosone, etc) e, claro, Beatles, na música anglo-saxónica.
Entre 1962 e 1966. o Conjunto Sousa Pinto gravou 6 EPs (discos com 4 músicas cada), onde incluiram canções inéditas como "Fado Batido Em Surf" ou versões dos Beatles como "Yesterday" e "Here, There And Everywhere".
Nessa época, as actuações distribuíam-se por clubes e festas particulares, arraiais de sociedade que na altura se realizavam, queima das fitas e festas de finalistas, algumas em Lisboa, como, por exemplo, o Baile de Gala da Escola Naval, no Alfeite. Fizémos, se não me engano, 7 programas de televisão, alguns em directo.
Durante algum tempo acompanhámos o Paulo de Carvalho.
Mais tarde, não posso precisar em que ano (1968 - nota do editor), tocámos numa festa no Estoril em casa do milionário boliviano Antenor Patiño que foi uma experiência inesquecível.
A seguir ao Conjunto Sousa Pinto, surgiu o Grupo 5 com a mesma formação.
O Grupo 5 foi a continuação do Sousa Pinto. Apenas aconteceu a mudança de nome, por sugestão minha. Não me dava bem com a popularidade.
Entre 1968 e 1970, o Grupo 5 gravou apenas 3 EPs.
Depois do Grupo 5, Sousa Pinto formou o Pentágono com Fernando Nascimento e músicos que vinham da Turma 6, de Braga, como Fernando Girão (Very Nice), Firmino Neiva (baixista) e Pedro Taveira (bateria), já falecido.
Participámos no Festival de Vilar de Mouros no ano em que veio o Elton John (1971 - nota do editor), presumo que aqui já com o António Garcez (mais tarde Roxigénio) como vocalista (era para ter sido Paulo de Carvalho que desistiu como protesto contra o alegado magro cachet - nota do editor).
Após a extinção do Pentágono, o arq. Souza Pinto tem-se mantido na música, como hobby, mas na área do jazz.
Nos anos 90 iniciou-se um projecto chamado Quazzjazz - Betó Souza Pinto & Amigos, comigo, o Pedro Taveira na bateria e o Luís Ribeiro no baixo.
Este projecto interrompeu-se com a morte do Pedro que, pelas suas caracterísiticas, era dificilmente substituível.
Mas pontualmente temos tocado, eu e o Luís, como diversos músicos, como, por exemplo, o Carlos Polónia (voz, guitarra e bateria) e o Rui Azul (sax).
É um projecto com grande dose de improvisação jazzística sobre temas não jazzísticos.
Entrevista de Luís Pinheiro de Almeida
quinta-feira, 25 de março de 2010
3º E ÚLTIMO EP DO GRUPO 5 (1970)

A VOZ DO DONO - 8 E 016-40056 M - 1970
Wight Is Wight (Delpech/Vincent - versão de Sousa Pinto) - Daydream (Vincent/Van Holmen - versão de Sousa Pinto) - Meninos Do Biafra (Sousa Pinto/David Fernandes) - Reflexão Sobre A Guerra (Sousa Pinto)
Colaboração de Sousa Pinto e Kevin Hoidale.
Este disco foi proibido antes do 25 de Abril.
Wight Is Wight (Delpech/Vincent - versão de Sousa Pinto) - Daydream (Vincent/Van Holmen - versão de Sousa Pinto) - Meninos Do Biafra (Sousa Pinto/David Fernandes) - Reflexão Sobre A Guerra (Sousa Pinto)
Colaboração de Sousa Pinto e Kevin Hoidale.
Este disco foi proibido antes do 25 de Abril.
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Canções Proibidas,
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Grupo 5
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
1º EP DO GRUPO 5 (1968)
sexta-feira, 6 de junho de 2008
JOSÉ RIBEIRO DE ALMEIDA NAS BOCAS DO MUNDO

José Manuel Lello Ribeiro de Almeida é portuense. Tem 23 anos. Cursa Máquinas e Electricidade no Instituto Industrial do Porto. Cumpre o serviço militar, como oficial. Estudou piano. Principiou há cinco anos a tocar saxofone. É desportista (andebol).
Em 1967, como consta desta resenha da "Flama", José Lello, ex-ministro e dirigente do PS que se destacou nos ataques a Manuel Alegre, alinhava pelos Titãs, uma das mais relevantes bandas do yé-yé português.
Em 1967, como consta desta resenha da "Flama", José Lello, ex-ministro e dirigente do PS que se destacou nos ataques a Manuel Alegre, alinhava pelos Titãs, uma das mais relevantes bandas do yé-yé português.
Os outros 5 eram António Henriques Brandão Simões Carneiro, 20 anos, teclista, João Lourival, 25 anos, baterista, António Braga de Oliveira, 28 anos, viola-solo, e Fernando Manuel Soares da Costa Pereira, 23 anos, viola-ritmo.
Mas a carreira musical de José Lello começou muito antes.
Em 1962 fez parte dos Cinco Académicos que animavam os bailes estudantis nortenhos e dois anos mais tarde transferiu-se para o Conjunto Sousa Pinto onde gravou 3 EPs.
Depois da banda da tropa, Inova 67, José Lello mudou-se precisamente para os Titãs - já numa fase descendente - onde também canta, o que se traduz numa transformação radical na postura do conjunto de Matosinhos.
O último EP dos Titãs, "One Way Love" (CLAVE 18 - 1969), é também a última experiência do dirigente do PS em grupos.
Depois disso, só a solo. Para a Alvorada grava um primeiro EP, onde uma das 4 canções é premonitória: "Balada Para Um Emigrante". Sim, José Lello viria a ser, anos mais tarde, Secretário de Estado das Comunidades.
Um 2º EP, um pouco mais tarde, viria a colocar um ponto final na carreira de músico de José Lello, que chegou a Ministro do Desporto, sempre pelo PS.
Não resisto a um excerpto da "Plateia", de 14 de Outubro de 1969, em crítica ao primeiro EP a solo de José Lello, o tal da "Balada Para Um Emigrante":
José Lello era um nome desconhecido . José Lello já não é um nome desconhecido na música portuguesa, é alguém que surge e de quem há muito a esperar. As nossas esperanças ficam nele depositadas.
Mas a carreira musical de José Lello começou muito antes.
Em 1962 fez parte dos Cinco Académicos que animavam os bailes estudantis nortenhos e dois anos mais tarde transferiu-se para o Conjunto Sousa Pinto onde gravou 3 EPs.
Depois da banda da tropa, Inova 67, José Lello mudou-se precisamente para os Titãs - já numa fase descendente - onde também canta, o que se traduz numa transformação radical na postura do conjunto de Matosinhos.
O último EP dos Titãs, "One Way Love" (CLAVE 18 - 1969), é também a última experiência do dirigente do PS em grupos.
Depois disso, só a solo. Para a Alvorada grava um primeiro EP, onde uma das 4 canções é premonitória: "Balada Para Um Emigrante". Sim, José Lello viria a ser, anos mais tarde, Secretário de Estado das Comunidades.
Um 2º EP, um pouco mais tarde, viria a colocar um ponto final na carreira de músico de José Lello, que chegou a Ministro do Desporto, sempre pelo PS.
Não resisto a um excerpto da "Plateia", de 14 de Outubro de 1969, em crítica ao primeiro EP a solo de José Lello, o tal da "Balada Para Um Emigrante":
José Lello era um nome desconhecido . José Lello já não é um nome desconhecido na música portuguesa, é alguém que surge e de quem há muito a esperar. As nossas esperanças ficam nele depositadas.
domingo, 2 de dezembro de 2007
JOSÉ LELLO

José Lello foi músico yé-yé: fez parte dos Cinco Académicos (1962), do Conjunto Sousa Pinto (1964), Inova 67 (no serviço militar), dos Titãs (1967) e depois dono de uma carreira a solo de dois EPs ("Balada Para um Emigrante" e "A Noite do Mar").
Sócio do Boavista, engenheiro de formação, é político de profissão, do PS. Já fez parte de governos, como secretário de Estado e como ministro, já foi deputado. É da direcção política de José Sócrates.
E foi um dos primeiros portugueses a passar férias em Antigua, em Julho de 2003 (na imagem).
Sócio do Boavista, engenheiro de formação, é político de profissão, do PS. Já fez parte de governos, como secretário de Estado e como ministro, já foi deputado. É da direcção política de José Sócrates.
E foi um dos primeiros portugueses a passar férias em Antigua, em Julho de 2003 (na imagem).
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