Mostrar mensagens com a etiqueta discoteca Sinfonia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta discoteca Sinfonia. Mostrar todas as mensagens
sábado, 28 de novembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
PARABÉNS!

RCA VICTOR - N-20.003 - edição portuguesa (1969)
In The Year 2525 (Evans) - Little Kids (Evans)
Oferecido pelo signatário ao irmão caçula no dia 29 de Setembro de 1969 (dia seguinte ao aniversário).
Na contracapa lê-se que "os maiores artistas do Mundo gravam em discos RCA Victor". Não sei em quem estavam a pensar.
Comprado na Sinfonia.
In The Year 2525 (Evans) - Little Kids (Evans)
Oferecido pelo signatário ao irmão caçula no dia 29 de Setembro de 1969 (dia seguinte ao aniversário).
Na contracapa lê-se que "os maiores artistas do Mundo gravam em discos RCA Victor". Não sei em quem estavam a pensar.
Comprado na Sinfonia.
Etiquetas:
Anos 60,
discoteca Sinfonia,
Made In Portugal
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
DONOVAN
GOLDEN HOUR - GH 506 - edição britânica (1965)
Side One
Universal Soldier - Sunny Goodge Street - Josie - Little Tin Soldier - To Sing For You - Gold Watch Blues - Donna Donna - The Ballad Of Geraldine - Colours - The War Drags On
Side Two
Catch The Wind - Turquoise - Candy Man - Jersey Thursday - Why Do You Treat Me Like You Do - Ballad Of A Crystal Man - Hey Gyp (Dig The Slowness) - The Alamo - I'll Try For The Sun - Belated Forgiveness Plea
Comprado na Sinfonia, av. de Roma, Lisboa.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
DISCOTECA COMPASSO
A discoteca Compasso, do empório da Sinfonia, ficava na rua Saraiva de Carvalho, 268 C, em Lisboa, onde hoje (Julho de 2013) está a João Lopes Iluminação.
domingo, 21 de julho de 2013
DISCOTECA VICE-VERSA
Discoteca Vice-Versa, do empório da Sinfonia, dentro do AC Santos, na avenida da Igreja, 19, em Lisboa.
Hoje é uma loja multiusos.
terça-feira, 25 de junho de 2013
VICE-VERSA
RCA VICTOR - PL-40868 - edição portuguesa (1981)
A única razão por que esta fraca homenagem de desconhecidos artistas brasileiros a John Lennon tem honras de post é porque o LP foi comprado na discoteca Vice-Versa que ficava no Centro Comercial AC Santos, na avenida da Igreja, em Lisboa.
A Vice-Versa fazia parte do império que também incluía a Sinfonia, Apolo 70, Concorrente e Compasso.
Etiquetas:
Brasileiros,
discoteca Sinfonia,
Discotecas,
John Lennon,
tributos
segunda-feira, 1 de abril de 2013
AS MINHAS DISCOTECAS
No meu tempo…
Bom, no meu tempo, que começa nos anos 60, em Coimbra, as
lojas de discos chamavam-se discotecas.
A primeira discoteca onde terei entrado foi a Olímpio Medina, em Coimbra, onde, puto de capa e batina, desviei o primeiro
disco dos Beatles, “She Loves You”, no dia 18 de Abril de 1964.
Mas discotecas a sério só em Lisboa, já a década de 60 ia avançada: muitos EPs na Casa Gouveia Machado, o primeiro LP dos Doors na Sol & Dó, muitos singles na Sinfonia (“Live In The Sky”, Dave Clark Five, “Games People Play”, Joe South, “Love At First Sight”, Baker Street Philharmonic, “Amor Novo”, Luís Rego), um EP inglês de Bob Dylan exposto ao sol como se fosse um jornal no exterior na Tabacaria Canasta no dia 14 de Dezembro de 1966 (“One Too Many Mornings”).
Lisboa era
mesmo um viveiro: Compasso (“Chase”, Carlos Mendes, “You’re So Vain”, Carly
Simon, “Le Lac Majeur”, Mort Shuman, “All Those Years Ago”, George Harrison),
Apolo 70 (“Part Of The Union”, Strawbs, “Smoogin’”, Smoog, “(I Can’t Get No) Satisfaction”,
Trittons, “Junior’s Farm”, Paul McCartney and Wings, “Have I The Right”, Dead
End Kids), Drugstore Sol a Sol (“Magical Mystery Tour”, Beatles), Melodia,
Discoteca do Carmo (“Double Fantasy”, John Lennon), Universal (“When A Man
Loves A Woman”, Percy Sledge), Valentim de Carvalho (“Tous Les Garcons Et Les
Filles”, Françoise Hardy, “I Get A Kick Out Of You”, Gary Shearston), GrandeFeira do Disco, Frineve (“Sê Um GNR”, GNR), Livraria Barata (alguns de Zeca
Afonso), Concorrente (“Ode To The Beatles”, Quarteto 1111, “Pop Corn”, Popcorn
Makers, ”El Camino”, Juan Carlos Caceres), Coop Bancários (“Johnny B Goode”,
Peter Tosh), Livraria Ler, Estabelecimentos Electro-Ouro Lda.
E a capital portuguesa chegou a ter megastores como a da Valentim de Carvalho, no Rossio, e a Virgin,
onde agora está a Loja do Cidadão, nos Restauradores.
Mas o que importa para aqui são as discotecas inglesas e
essas – oh meu Deus! – eram o êxtase total: mexer naqueles discos, sujar as
mãos com o pó, descobrir as novidades, comprar os grandes êxitos, arriscar no
desconhecido.
E quando elas, as discotecas, era mais sofisticadas, até se
comia lá dentro um muffin de
chocolate e um capuccino para não
perder pitada…
Recordo muitas, muitas, as várias HMVs, Virgins, Our Prices
e Towers espalhadas por toda a cidade de Londres, mas também a Rhythm Records
(provavelmente a que mais me enchia o olho e esvaziava a carteira), Sister Ray,
Music & Video Exchange, Rough Trade, Revival Records, Harlequin Records,
Selfridges, Sounos, I Was Lord Kitchener’s Valet e Gear, estas três últimas na
Carnaby Street dos anos 60.
Até as lojas em Heathrow eu percorria para uma última
aquisição.
Mas deixem-me recordar duas discotecas londrinas, ambas já desaparecidas, que sempre trago no coração pela história que ostentam.
Uma, Chelsea Drugstore, em King’s Road, que os Rolling
Stones celebrizaram em “You Can’t Always Get What You Want” e Stanley Kubrick
em “A Clockwork Orange”. Foi o primeiro drugstore britânico, abriu em Julho de
1968 e fechou em Maio de 1971. Hoje é um McDonald’s.
Comprei lá muitos discos na Páscoa de 1970. Do que tenho apontado, lembro:
“Everybody Get Together” (Dave Clark Five), “That Same Old Feeling”
(Pickettywich), “Let’s Work Together” (Canned Heat) , “Travellin’ Band”
(Creedence Clearwater Revival) e “Bridge Over Troubled Water” (Simon and
Garfunkel).
A segunda, provavelmente a mais famosa e a mais histórica, a
HMV no 363 de Oxford Street.
Foi aqui, no dia 08 de Maio de 1962, que Brian Epstein
passou as chamadas “Decca Tapes”, dos Beatles, para acetato. Foi aqui também
que o mesmo Brian Epstein se encontrou com Sid Coleman, da companhia de publishing da EMI, Ardmore &
Beechwood (primeiro publishing dos
Beatles), que, por sua vez, serviu de intermediário para o conhecimento com George
Martin, da Parlophone. E o resto é história…
E foi aqui, também, que eu, sem o saber, comprei no dia 30
de Março de 1970 o que viria a ser o último single dos Beatles, “Let It Be”.
Onze dias depois, Paul McCartney anunciava formalmente a dissolução dos Beatles.
Esta primeira loja da HMV foi inaugurada no dia 21 de Julho
de 1921 pelo compositor Edward Elgar e fechou em Abril de 2000.
Hoje, no local da discoteca, está, ou estava há poucos anos, uma Foot Locker, mas também a célebre placa azul que assinala os edifícios históricos da Grã-Bretanha, descerrada por George Martin no dia 26 de Abril de 2000.
Luís Pinheiro de Almeida
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
LUIZ REGO, PRISONNIER POLITIQUE

DISQUES VOGUE - V. 45-1730 - edição francesa (1970)
Amor Novo (Maria Flávia/Luiz Rego) - Quadras Soltas (Das Quadras Ao Gosto Popular) (Fernando Pessoa/Luiz Rego)
Adquirido pelo irmão caçula na Sinfonia, em Lisboa, em Setembro de 1970.
Um dos grandes regozijos do disco, além do conteúdo, era o facto de ser estereo, uma novidade à época.
Luís do Nascimento Rego nasceu em Lisboa no dia 30 de Março de 1944, no seio de uma família anti-salazarista.
Numa das suas fotografias de juventude, com dois amigos, todos de guitarra em punho, desenhou uns óculos na sua figura: queria parecer-me com o solista dos Shadows.
Em 1962, com 18 anos, emigrou legalmente para Paris, mas já com o intuito de não regressar.
Na capital francesa, Luís Rego trabalhou em várias ocupações e foi num restaurante, em 1965, que conheceu Jean Sarrus (baixo), Gérard Rinaldi (voz), Donald Rieubon (bateria), Gérard Filipelli (solo) e Donald Rieubon (bateria), mais tarde substituído por Jean-Guy Fechner.
Decidem então formar os Problèmes, tidos como o primeiro grupo autêntico de rhythm and blues e 100% francês (esqueceram-se da nacionalidade de Luís Rego).
O grupo francês estreou-se num clube da Normandia, assinou contrato com a Vogue, foi banda de acompanhamento de Antoine, actuou na televisão e fez a primeira parte dos dois concertos dos Rolling Stones no dia 30 de Março de 1966 na Salle Vallier (Marselha).
Do alinhamento dos Problèmes fizeram parte versões de canções dos próprios Stones. Mick Jagger, que foi atingido com uma cadeira arremessada pela assistência, não se importou com isso, disse depois Jean Sarrus que revelou terem ficado amigos.
Em Portugal, os Problèmes foram lançados logo em 1965 pela “23ª Hora”, emblemático programa de João Martins na Rádio Renascença.
No Carnaval de 1966, os Problèmes foram os convidados de honra do sensacional Carnaval luso-brasileiro que Vasco Morgado apresentou no Teatro Monumental, em Lisboa, com Simone de Oliveira, António Calvário, António Mourão, Conjunto Académico João Paulo, Claves, Beatnik’s, Bábulas e outros.
Nesta altura, Luís Rego foi preso pela PIDE.
Fomos de camioneta para Lisboa, mas logo na fronteira, em Vilar Formoso, a PIDE prendeu-me e mandou-me por mês e meio para Caxias. Os meus colegas seguiram para Lisboa para o contrato no Monumental, contou-me Luís Rego.
Luís Rego foi acusado de pertencer ao Partido Comunista Português (PCP).
Como não havia matéria de acusação, fui solto ao fim de mês e meio. Foi dramático. Só voltei a Lisboa em 1974, depois da Revolução dos Cravos.
Em solidariedade para com o camarada português, Gérard Rinaldi e Gérard Filipelli compuseram “Ballade À Luís Rego, Prisonnier Politique” que os Problèmes gravaram e editaram em 1966 (Disques Vogue EPL 8437).
Logo a seguir, em 1967, os Problèmes transformaram-se em Charlots e enveredam por uma carreira de pastiche à antiga banda e a Antoine, mas também no cinema e na arte da comédia (por exemplo, “Os Malucos Vão À Guerra”, 1974, e “Os Malucos Em Hong-Kong”, 1975).
Em 1970, Luís Rego grava e edita um single a solo (Disques Vogue V. 45-1730), em português, com “Amor Novo”, letra de Maria Flávia e música do próprio Luís Rego, e “Quadras Soltas”, versos de Fernando Pessoa com música também de Luís Rego.
Luís Rego foi assim dos primeiros músicos portugueses a musicar a poesia de Fernando Pessoa. O primeiro foi Pedro Osório em 1968, "Do Vale À Montanha", com o Trio Barroco.
Justamente considerada uma das pérolas da música pop portuguesa, “Amor Novo” é no entanto uma canção infeliz e praticamente desconhecida em Portugal.
Uma amiga minha, pintora, Maria Flávia, disse-me que gostava muito de escrever uma canção. Encorajei-a, escreveu a canção e eu musiquei-a e gravei-a com músicos de estúdio, profissionais. Foi só isso. Não queria uma carreira a solo na música.
Como para o disco tinha que haver uma segunda canção e como gosto muito de Fernando Pessoa, musiquei-o. Não, não tive a noção de ter sido dos primeiros.
Em 1971, Luís Rego abandona os Charlots para uma carreira de sucesso no cinema, em Paris, que ainda hoje perdura (“Copacabana”, de Marc Fitoussi, em 2010).
Em 1974, edita um álbum a solo, “Luís Rego”, (Vogue, LDY 28012) com 12 canções em francês de que é co-autor.
Apeteceu-me fazer este disco. Foi só isso.
Luís Rego aparece por duas vezes no famoso álbum de fotografias da “Salut Les Copains”, “Les Idoles Des Anées 60” (Filipacchi-Edition Nº 1, 1980), como Problème e como Charlot.
Luís Pinheiro de Almeida
Amor Novo (Maria Flávia/Luiz Rego) - Quadras Soltas (Das Quadras Ao Gosto Popular) (Fernando Pessoa/Luiz Rego)
Adquirido pelo irmão caçula na Sinfonia, em Lisboa, em Setembro de 1970.
Um dos grandes regozijos do disco, além do conteúdo, era o facto de ser estereo, uma novidade à época.
Luís do Nascimento Rego nasceu em Lisboa no dia 30 de Março de 1944, no seio de uma família anti-salazarista.
Numa das suas fotografias de juventude, com dois amigos, todos de guitarra em punho, desenhou uns óculos na sua figura: queria parecer-me com o solista dos Shadows.
Em 1962, com 18 anos, emigrou legalmente para Paris, mas já com o intuito de não regressar.
Na capital francesa, Luís Rego trabalhou em várias ocupações e foi num restaurante, em 1965, que conheceu Jean Sarrus (baixo), Gérard Rinaldi (voz), Donald Rieubon (bateria), Gérard Filipelli (solo) e Donald Rieubon (bateria), mais tarde substituído por Jean-Guy Fechner.
Decidem então formar os Problèmes, tidos como o primeiro grupo autêntico de rhythm and blues e 100% francês (esqueceram-se da nacionalidade de Luís Rego).
O grupo francês estreou-se num clube da Normandia, assinou contrato com a Vogue, foi banda de acompanhamento de Antoine, actuou na televisão e fez a primeira parte dos dois concertos dos Rolling Stones no dia 30 de Março de 1966 na Salle Vallier (Marselha).
Do alinhamento dos Problèmes fizeram parte versões de canções dos próprios Stones. Mick Jagger, que foi atingido com uma cadeira arremessada pela assistência, não se importou com isso, disse depois Jean Sarrus que revelou terem ficado amigos.
Em Portugal, os Problèmes foram lançados logo em 1965 pela “23ª Hora”, emblemático programa de João Martins na Rádio Renascença.
No Carnaval de 1966, os Problèmes foram os convidados de honra do sensacional Carnaval luso-brasileiro que Vasco Morgado apresentou no Teatro Monumental, em Lisboa, com Simone de Oliveira, António Calvário, António Mourão, Conjunto Académico João Paulo, Claves, Beatnik’s, Bábulas e outros.
Nesta altura, Luís Rego foi preso pela PIDE.
Fomos de camioneta para Lisboa, mas logo na fronteira, em Vilar Formoso, a PIDE prendeu-me e mandou-me por mês e meio para Caxias. Os meus colegas seguiram para Lisboa para o contrato no Monumental, contou-me Luís Rego.
Luís Rego foi acusado de pertencer ao Partido Comunista Português (PCP).
Como não havia matéria de acusação, fui solto ao fim de mês e meio. Foi dramático. Só voltei a Lisboa em 1974, depois da Revolução dos Cravos.
Em solidariedade para com o camarada português, Gérard Rinaldi e Gérard Filipelli compuseram “Ballade À Luís Rego, Prisonnier Politique” que os Problèmes gravaram e editaram em 1966 (Disques Vogue EPL 8437).
Logo a seguir, em 1967, os Problèmes transformaram-se em Charlots e enveredam por uma carreira de pastiche à antiga banda e a Antoine, mas também no cinema e na arte da comédia (por exemplo, “Os Malucos Vão À Guerra”, 1974, e “Os Malucos Em Hong-Kong”, 1975).
Em 1970, Luís Rego grava e edita um single a solo (Disques Vogue V. 45-1730), em português, com “Amor Novo”, letra de Maria Flávia e música do próprio Luís Rego, e “Quadras Soltas”, versos de Fernando Pessoa com música também de Luís Rego.
Luís Rego foi assim dos primeiros músicos portugueses a musicar a poesia de Fernando Pessoa. O primeiro foi Pedro Osório em 1968, "Do Vale À Montanha", com o Trio Barroco.
Justamente considerada uma das pérolas da música pop portuguesa, “Amor Novo” é no entanto uma canção infeliz e praticamente desconhecida em Portugal.
Uma amiga minha, pintora, Maria Flávia, disse-me que gostava muito de escrever uma canção. Encorajei-a, escreveu a canção e eu musiquei-a e gravei-a com músicos de estúdio, profissionais. Foi só isso. Não queria uma carreira a solo na música.
Como para o disco tinha que haver uma segunda canção e como gosto muito de Fernando Pessoa, musiquei-o. Não, não tive a noção de ter sido dos primeiros.
Em 1971, Luís Rego abandona os Charlots para uma carreira de sucesso no cinema, em Paris, que ainda hoje perdura (“Copacabana”, de Marc Fitoussi, em 2010).
Em 1974, edita um álbum a solo, “Luís Rego”, (Vogue, LDY 28012) com 12 canções em francês de que é co-autor.
Apeteceu-me fazer este disco. Foi só isso.
Luís Rego aparece por duas vezes no famoso álbum de fotografias da “Salut Les Copains”, “Les Idoles Des Anées 60” (Filipacchi-Edition Nº 1, 1980), como Problème e como Charlot.
Luís Pinheiro de Almeida
quarta-feira, 23 de março de 2011
SACO PARA TODAS...
segunda-feira, 21 de junho de 2010
BYRDS

ASYLUM RECORDS - SYLA 8754 - edição britânica (1973)
1
Full Circle (Gene Clark) - Sweet Mary (Roger McGuinn/Jacques Levy) - Changing Heart (Gene Clark) - For Free (Joni Mitchell) - Born To Rock 'N' Roll (Roger McGuinn)
2
Things Will Be Better (Chris Hillman/Dallas Taylor) - Cowgirl In The Sand (Neil Young) - Long Live The King (David Crosby) - Borrowing Time (Chris Hillman/Joe Lala) - Laughing (David Crosby) - See The Sky About To Rain (Neil Young)
A produção é David Crosby.
Os Byrds aqui são Roger McGuinn, Chris Hillman, Gene Clark, Michael Clark e David Crosby.
Adquirido pelo irmão caçula na Sinfonia, em Lisboa.
1
Full Circle (Gene Clark) - Sweet Mary (Roger McGuinn/Jacques Levy) - Changing Heart (Gene Clark) - For Free (Joni Mitchell) - Born To Rock 'N' Roll (Roger McGuinn)
2
Things Will Be Better (Chris Hillman/Dallas Taylor) - Cowgirl In The Sand (Neil Young) - Long Live The King (David Crosby) - Borrowing Time (Chris Hillman/Joe Lala) - Laughing (David Crosby) - See The Sky About To Rain (Neil Young)
A produção é David Crosby.
Os Byrds aqui são Roger McGuinn, Chris Hillman, Gene Clark, Michael Clark e David Crosby.
Adquirido pelo irmão caçula na Sinfonia, em Lisboa.
Etiquetas:
Byrds,
discoteca Sinfonia,
João Pinheiro de Almeida,
Neil Young
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
MISS O'DELL

Apple - 8E 006-05 354 - edição portuguesa (1973)
Give Me Love (Give Me Peace On Earth) (George Harrison) - Miss O'Dell (George Harrison)
Adquirido em Lisboa, na Sinfonia, no dia 17 de Julho de 1973.
Cá está a canção "Miss O'Dell" dedicada a Chris O'Dell, funcionária da Apple, que acaba de publicar uma autobiografia.
Give Me Love (Give Me Peace On Earth) (George Harrison) - Miss O'Dell (George Harrison)
Adquirido em Lisboa, na Sinfonia, no dia 17 de Julho de 1973.
Cá está a canção "Miss O'Dell" dedicada a Chris O'Dell, funcionária da Apple, que acaba de publicar uma autobiografia.
Etiquetas:
Apple,
discoteca Sinfonia,
George Harrison,
Made In Portugal
sábado, 12 de dezembro de 2009
OPEN ROAD - DONOVAN

EPIC - E 301 25 - edição norte-americana (1970)
Side One
Changes - Song For John - Curry Land - Joe Bean's Theme - People Used To - Celtic Rock
Side Two
Riki Tiki Tavi - Clara Clairvoyant - Roots Of Oak - Season Of Farewell - Poke At The Pope - New Year's Resovolution
Um dos mais fantásticos álbuns do escocês Donovan Phillip Leitch e da música popular anglo-saxónica.
Só se apercebe o nome do álbum pela lombada do disco. Não há canção com esse título e a designação não aparece em mais lado algum.
Open Road é também o nome da banda formada por Donovan, Mike O'Neil, Mike Thomson e John Carr.
Comprado na discoteca Sinfonia, em Lisboa, em 1970.
Side One
Changes - Song For John - Curry Land - Joe Bean's Theme - People Used To - Celtic Rock
Side Two
Riki Tiki Tavi - Clara Clairvoyant - Roots Of Oak - Season Of Farewell - Poke At The Pope - New Year's Resovolution
Um dos mais fantásticos álbuns do escocês Donovan Phillip Leitch e da música popular anglo-saxónica.
Só se apercebe o nome do álbum pela lombada do disco. Não há canção com esse título e a designação não aparece em mais lado algum.
Open Road é também o nome da banda formada por Donovan, Mike O'Neil, Mike Thomson e John Carr.
Comprado na discoteca Sinfonia, em Lisboa, em 1970.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
CRAVO E CANELA

PHILIPS - 6349.337 - edição portuguesa (s/data)
Lado 1
Modinha Para Gabriela (Gal Costa) - Coração Ateu (Maria Bethânia) - Porto (MPB 4) - Horas (Quarteto Em Cy) - Quero Ver Subir Quero Ver Descer (Walter Queiroz) - Retirada (Elomar)
Lado 2
Doces Olheiras (Cezar Sampaio) - Alegre Menina (Emílio Santiago) - Caravana (Cezar Sampaio) - Adeus (Emílio Santiago) - São Jorge Dos Ilhéus (Coro dos Anjos) - Filho da Bahia (Fafá de Belém) - Guitarra Baiana (instrumental)
Este LP ainda foi comprado na Sinfonia de boa memória.
E esta é uma banda sonora e uma telenovela que fica na memória dos portugueses.
Lado 1
Modinha Para Gabriela (Gal Costa) - Coração Ateu (Maria Bethânia) - Porto (MPB 4) - Horas (Quarteto Em Cy) - Quero Ver Subir Quero Ver Descer (Walter Queiroz) - Retirada (Elomar)
Lado 2
Doces Olheiras (Cezar Sampaio) - Alegre Menina (Emílio Santiago) - Caravana (Cezar Sampaio) - Adeus (Emílio Santiago) - São Jorge Dos Ilhéus (Coro dos Anjos) - Filho da Bahia (Fafá de Belém) - Guitarra Baiana (instrumental)
Este LP ainda foi comprado na Sinfonia de boa memória.
E esta é uma banda sonora e uma telenovela que fica na memória dos portugueses.
Etiquetas:
Brasileiros,
Capas Amarelas,
discoteca Sinfonia,
Gal Costa,
novelas brasileiras
sábado, 3 de outubro de 2009
PETE SEEGER

FOLKWAYS RECORDS/DARGIL - FH 5285 - edição portuguesa (s/data)
Side 1
We Shall Not Be Moved - Roll The Union On - Casey Jones - Miner's Lifeguard - Solidarity Forever - You've Got To Go Down And Join The Union - Hold The Fort
Side 2
Get Thee Behind Me Satan - The Union Maid - All I Want - Talking Union - The Union Train - Which Side Are You On
Adquiri este disco na discoteca-livraria Vice-Versa, no Centro Comercial A. C. Santos, na avenida da Igreja, em Lisboa.
A vinheta no disco faz-me concluir que esta discoteca pertencia ao grupo da Sinfonia, Compasso, Concorrente e Apolo 70.
Side 1
We Shall Not Be Moved - Roll The Union On - Casey Jones - Miner's Lifeguard - Solidarity Forever - You've Got To Go Down And Join The Union - Hold The Fort
Side 2
Get Thee Behind Me Satan - The Union Maid - All I Want - Talking Union - The Union Train - Which Side Are You On
Adquiri este disco na discoteca-livraria Vice-Versa, no Centro Comercial A. C. Santos, na avenida da Igreja, em Lisboa.
A vinheta no disco faz-me concluir que esta discoteca pertencia ao grupo da Sinfonia, Compasso, Concorrente e Apolo 70.
Etiquetas:
discoteca Sinfonia,
Discotecas,
Made In Portugal,
Pete Seeger
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
SO LONG
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
APAIXONO-ME PELOS SINGLES

CAPITOL CL 15579 - 1968
À medida que vou mexendo nestes singles esquecidos na estante, vou gostando cada vez mais das suas capas. Vão ter que me aturar...
Presumo que se perceba que se trata do single de Joe South, "Games People Play", um dos meus preferidos de sempre. E sabem que mais? Foi comprado na Sinfonia (alô, alô Rato... não fôra a etiqueta...).
Já agora, o lado B é "Mirror Of Your Mind".
À medida que vou mexendo nestes singles esquecidos na estante, vou gostando cada vez mais das suas capas. Vão ter que me aturar...
Presumo que se perceba que se trata do single de Joe South, "Games People Play", um dos meus preferidos de sempre. E sabem que mais? Foi comprado na Sinfonia (alô, alô Rato... não fôra a etiqueta...).
Já agora, o lado B é "Mirror Of Your Mind".
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
PARLOPHONE TRADICIONAL
PARLOPHONE - R 5806 - 1969
He Ain't Heavy... He's My Brother - 'Cos You Like To Love Me
Curiosamente, é um single original britânico, mas foi comprado pelo irmão caçula no Natal de 1969 na Sinfonia, na avenida de Roma, em Lisboa. São os Hollies, claro.
Cortesia de João Pinheiro de Almeida
He Ain't Heavy... He's My Brother - 'Cos You Like To Love Me
Curiosamente, é um single original britânico, mas foi comprado pelo irmão caçula no Natal de 1969 na Sinfonia, na avenida de Roma, em Lisboa. São os Hollies, claro.
Cortesia de João Pinheiro de Almeida
Etiquetas:
discoteca Sinfonia,
Discotecas,
Hollies,
João Pinheiro de Almeida
Subscrever:
Mensagens (Atom)








