segunda-feira, 14 de julho de 2008

DISCOGRAFIA DE NEIL YOUNG


A escolha não é fácil, mas parece ter havido um certo consenso no sentido de atribuir a "After The Gold Rush" o título Ié-Ié de "melhor álbum" de Neil Young.

Para se aperceberem da dificuldade, eis a discografia a solo:

1969 - Neil Young
1969 - Everybody Knows This Is Nowhere
1970 - After The Gold Rush
1972 - Harvest
1972 - Journey Through The Past
1973 - Time Fades Away
1974 - On The Beach
1975 - Tonight's The Night
1975 - Zuma
1976 - Long May You Run
1977 - American Star 'N Bars
1977 - Decade (compilação)
1978 - Comes A Time
1979 - Rust Never Sleeps
1979 - Live Rust
1980 - Hawks And Doves
1980 - The Strawberry Statemen (banda sonora)
1981 - Re-ac-tor
1982 - Trans
1983 - Everybody's Rockin'
1985 - Old Ways
1986 - Landing On The Water
1987 - Life
1988 - This Note's For You
1989 - Eldorado (EP)
1989 - Freedom
1990 - Ragged Glory
1991 - Weld
1991 - Arc-Weld
1992 - Harvest Moon
1993 - Lucky Thirteen (compilação com inéditos)
1993 - Unplugged
1993 - Philadelphia (banda sonora)
1994 - Sleeps With Angels
1995 - Mirror Ball
1996 - Broken Arrow
1996 - Dead Man (banda sonora)
1997 - Year Of The Horse
2000 - Silver & Gold
2000 - Road Rock VI
2002 - Are You Passionate?
2003 - Greendale
2005 - Greatest Hits (compilação com DVD)
2005 - Prairie Wind
2006 - Living With War
2006 - Live At Fillmore East
2007 - Live At Massey Hall
2007 - Chrome Dreams II

Que eu saiba, há dois álbuns interessantes de homenagem a Neil Young, "The Bridge" (1989), com Soul Asylum, Victoria Williams, Flaming Lips, Nick Cave, Pixies, Sonic Youth e Dinosaur Jr., entre outros, e "Borrowed Tunes" (1994), com nomes menos conhecidos, mas também com Cowboy Junkies, Jeff Healey, Our Lady Peace.

Nils Lofgren também acaba de prestar homenagem a Young, "The Loner: Nils Sings Neil" e a revista Uncut editou em Dezembro do ano passado um álbum de versões, "Like A Hurricane", com nomes como Sonic Youth, Paul Weller, Dream Syndicate, Walkabouts, The Be Good Tanyas, Low, entre outros.

Enquanto esperamos que Neil Young cumpra a promessa de disponibilizar os seus extensos e ricos arquivos, em 1997 autorizou "The Bridge School Concerts", com participações nos concertos de solidariedade a favor de crianças com deficiência que frequentam a sua escola especial, The Bridge. Será objecto de um post à parte.

5 comentários:

filhote disse...

É verdade, muitos discos... porém, nenhum suplanta o apresentado na imagem...

Rato disse...

Nisso estamos totalmente de acordo! Foi o 1º album que comprei do Young e logo quando saíu, em fins de 1970. Praticamente durante todo esse ano tive o "Dejà Vu" a rodar no gira-discos e por isso foi com sofreguidão que deitei as mãos ao album a solo, pois para mim (que nessa altura tinha 17 anos) o Young era a personagem mais "cool" dos CSNY.
Ainda hoje me lembro da discoteca: chamava-se "Look & Listen" e ficava numa cave mal iluminada da Eloff Street, em Johannesburg, onde costumava passar dias inteiros nas minhas idas àquela cidade sul-africana (que era onde nós, putos privilegiados de LM nos íamos abastecer das rodelas de vinil - para nós e para os amigos, pois levávamos sempre listas de pedidos em envelopes recheados de rands. No regreso, claro, era sempre uma festa, a escutarmos dias a fio as últimas novidades que mais ninguém tinha. Isso pensávamos nós, evidentemente...)

Rato disse...

A primeirissima edição americana do album-estreia não é ainda de 1968? É que tanto quanto julgo saber essa edição foi substituída alguns meses depois por outra (editada, essa sim, em Janeiro de 69) em que os temas sofreram novas misturas por causa das partes vocais, que estavam um tanto ou quanto "abafadas" pela música nessa 1ª edição.
"Journey Through The Past" é também banda sonora, creio eu. E "Long May You Run" tem co-autoria de Stephen Stills.

filhote disse...

"Journey Through the Past" é banda-sonora, sim senhor. E inclui gravações de outros artistas que não Neil Young. Como os Beach Boys.
Trata-se aliás de um dos discos da discografia de Young ainda não editados em CD - por veto do próprio artista.

ié-ié disse...

Exactamente! É rigorosamente o único álbum que não tenho de Neil Young precisamente por influência dele: o próprio renega o disco e eu sou muito obediente! eheheh!

LT