domingo, 5 de dezembro de 2010

BLUFF


EMI - 201 3697 - 1986

Mamma Mia (vocal) - Mamma Mia (instrumental) (Bluff)

Produzido por Bluff nos estúdios Namouche.

Os Bluff eram um projecto Team Namouche, Zé da Ponte, Guilherme Inês e Luís Oliveira (se não estou enganado) eu apenas apadrinhei o contrato na EMI. O meu "toque" aparece apenas no disco "Se Cá Nevasse" com o empréstimo da minha bateria electrónica (talvez uma das primeiras a aparecer no mercado) que veio dar um toque muito especial ao "Se Cá Nevasse" e depois com os Zoom apenas numa questão de BPMs (Beats Por Minuto) que depois o produtor inglês resolveu anular e até estragar o que estava feito (opiniões)... Na EMI ainda produzi e remisturei o maxi-single "Latino Americano" da Spunky. Tivemos uma boa crítica na "Music&Media" e quase um contrato europeu, mas ficámos pelo quase. 

Esta a informação que me foi prestada por José Maria Corte-Real, então A&R da EMI portuguesa.

13 comentários:

Anónimo disse...

Este projecto era constituido por quem?

João disse...

Também gostava de saber!

ié-ié disse...

Já somos 3! Se bem me lembro, este era um projecto tecno (?) de José Corte-Real, que eu conheci como radialista na Rádio Renascença e também como produtor na Valentim de Carvalho.

Também era dele, presumo, o projecto Spunk Latino ou coisa que o valha.

LT

Anónimo disse...

O José Maria Corte Real foi colaborador do programa Discoteca da Rádio Comercial (enviado especial na Suécia)

Com a Nice Tan Productions produziu artistas como Ligia, Fighters Brigade e Spunky.

http://anos80.no.sapo.pt/produtores.htm

A Spunky já foi alvo de post em Novembro

http://guedelhudos.blogspot.com/2010/11/spunky.html

ié-ié disse...

Obrigado, caro anónimo das 12:11! Era amigo do Zé Maria, mas ele sabe que o que fazia não era a minha praia...

LT

mota disse...

Não sei se é por causa do disco
"Los Bandidos (Chica)" dos Salada de Frutas mas sempre associei este disco à dupla Guilherme Inês/Zé da Ponte e os estúdios até eram deles nessa altura.

soares disse...

a Spunky era um projecto da Maria Paulo Monteiro com produção do Jose-Maria Corte-Real.
Este Mama Mia teve bastante airplay, porque não dizia a ninguem que era portugues, caso contrário...
...coisas deste povo pouco capaz de se apreciar a si mesmo.

David Ribeiro disse...

Quem é ou quem são afinal este(s) Bluff?
Comprei o 7 polegadas e os meus gira-discos estão a mais de 200km :S

ié-ié disse...

Em todo o caso, continuamos sem saber quem eram estes Bluff.

LT

ié-ié disse...

Já sabemos, finalmente:

Os Bluff eram um projecto Team Namouche, Zé da Ponte, Guilherme Inês e Luís Oliveira (se não estou enganado) eu apenas apadrinhei o contrato na EMI. O meu "toque" aparece apenas no disco "Se Cá Nevasse" com o empréstimo da minha bateria electrónica (talvez uma das primeiras a aparecer no mercado) que veio dar um toque muito especial ao "Se Cá Nevasse" e depois com os Zoom apenas numa questão de BPMs (Beats Por Minuto) que depois o produtor inglês resolveu anular e até estragar o que estava feito (opiniões)... Na EMI ainda produzi e remisturei o maxi-single "Latino Americano" da Spunky. Tivemos uma boa crítica na "Music&Media" e quase um contrato europeu, mas ficámos pelo quase (José Maria Corte-Real, EMI).

LT

Nuno Sousa disse...

Alguém tem este single em mp3? Já tentei comprar, mas não consigo obte-lo em lado nenhum :-( Obrigado!

ié-ié disse...

lamento, eu, pelo menos, não tenho.

LT

José Maria Côrte Real disse...

Boas, o meu nome é José Maria Côrte-Real.
Obrigado pelas referências neste blog á minha pessoa mas "o seu a seu dono". As informações postadas pelo José Soares são verdadeiras, mas algumas por aí constam são apenas rumores sem fundamentos. Fui promotor na Edisom, onde colaborei também em algumas produções do José da Ponte de quem me tornei amigo. Depois de voltar da Suécia, fui para a EMI, onde fiz apenas uma remistura/co-produção dos Nice Tan (não me refiro aos nomes dos seus membros porque estes queriam manter a situação de ilustres desconhecidos). Os Bluff são um projeto do Team Namouche, (Zé da Ponte, Guilherme Inês e Luís Oliveira) daí todo o historial em relação ao tema ter aparecido na EMI, fui apenas o contacto e o "padrinho", apelidei o tema de "Spagetti". E houve um jornalista que pensou que era um grupo italiano porque estava então em voga o estilo "italo-Disco" Por causa disso durante muito tempo fui perseguido por alguns "colegas" da imprensa musica nacional que não desculpavam a brincadeira.
Mais tarde criei o meu primeiro "House Sound" nacional, para o meu personagem "Sven Svensson" no programa "Despertar" do António Sala, para a Polygram.
Depois abri o meu estúdio de gravações o MDL (Meninos da Linha) e aí criei vários projetos/produções, Dance, R&B e Jazz, de onde destaco os "Tecnocratas" Grupo de Dance Music, com influências House, Garage e Funk. Não tem ligações diretas com techno como alguns jornalistas locais criticaram e crucificaram considerando erroneamente o estilo,(falta de conhecimentos), e afirmando negativamente que era música pastilha elástica. Eramos três elementos. Um é um considerado pianista Jazz no mercado, o outro, Brasileiro, regressou ao Rio De Janeiro há alguns anos, tocou com os Fúria do Açúcar e hoje faz parte duma banda local que destaque no mercado brasileiro. E eu,em pessoa que gravou um álbum em 1992, a solo, de fusão Jazz e continuo já com mais de 7 álbuns gravados, mantendo-me na fiel ao Jazz. https://joecreal.wixsite.com/joereal.
Entretanto refiz os tecnocratas como um grupo de Inteligência artificial(AI) os músicos são avatares/salsichas/Robots e mantêm-se fiéis ao estilo original, mas a cantar em Inglês. As vozes são criadas com softwares e não há nenhum em Português(pena).
Podem encontrar os Tecnocratas no Spotify e no Itunes, o álbum atual chama-se "Change the World".
Obrigado pela vossa atenção.