
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A MULA DA COOPERATIVA

terça-feira, 18 de outubro de 2011
THE SHADOWS STRING HITS

STONES NA ALEMANHA
APRIL IN PORTUGAL

IBIS NO PARQUE DAS NAÇÕES
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A LUTA CONTINUA!

Por mera coincidência, diverti-me há muito pouco tempo a fazer um texto evocativo dos tempos em que lutava com os meus Amigos mais chegados a estas coisas da Música, para lhes impingir os meus gostos musicais.
Abreviando, era assim qualquer coisa como Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath e Ten Years After de um lado, e Tim Buckley, Tim Hardin, Tom Paxton e Tom Rush do outro, só para não sair da letra T…
David contra Golias, está bom de ver…
É claro que, ao longo dos tempos, muito mais atenção foi sendo dada aos primeiros, do que aos segundos.
Veja-se, como exemplo, o arquivo que está do lado direito deste blogue: Tim Buckley safa-se por ter um filho chamado Jeff, que também é Buckley…; Paxton sobrevive à custa da “música de crianças”…. Mas de Tim Hardin e de Tom Rush nada consta, embora eu me lembre muito bem que andou por aqui um EP meu deste último, dos seus primeiros tempos.
Mas o autor de “No Regrets” não conta para o totobola deste blogue e nem sequer um mísero espaço de ficheiro para a posteridade merece ocupar…
Repare-se, como outro bom exemplo, o que sucedeu agora com “Living in the Material World”, do Scorsese, sobre a Vida e Obra de George Harrisson … Ele foi “post” com bilhetes, crónicas de privadíssimas ante-estreias, imagino que com canapés e “amuse de bouche” a condizer, organização de excursões ao São Jorge, crónicas que esperamos todos nós, ansiosamente, do outro lado do Atlântico, eu sei lá…
E, ao mesmo tempo, ninguém se lembrou de informar que o “doclisboa” vai também passar, no dia 23 de Outubro às 19H00 e no dia 26 do mesmo mês às 22H00, o documentário “Troubadours”, de Morgan Neville.
O texto do Programa apresenta este filme da seguinte forma:
Na aurora dos turbulentos anos 1960, ganhou proeminência um novo estilo de canção e de cantautor, marcado pela introspecção vulnerável e pela emoção crua e nua. Estas vozes entusiasmantes invadiram Los Angeles, que emergia como o coração da cena musical
Para além do rebuscamento da linguagem (estas da “introspecção vulnerável” e da “emoção crua e nua” são do outro mundo…!) e da irritação que sempre me provocou a palavra “cantautor”, percebe-se bem que o escriba que fez isto não faz a mais pequena ideia do que está a falar…
Porque a cena que o documentário vai retratar (a das “ladies of the Canyon”, certamente, com a sua corte de amigos…) não ocorreu “na aurora dos turbulentos anos 1960”, mas sim no final… E porque toda essa boa gente que “invadiu” Los Angeles já vinha de outros lados, nomeadamente de Greenwich Village, que foi onde o mais importante verdadeiramente aconteceu...
Bom, mas não foi para discutir estas coisas da História da Música que eu vi aqui hoje…
Se cá estou é para continuar a Cruzada, prosseguir a minha luta de há mais de 40 anos atrás em favor desta gente e desta Música.
Se Harrison e Scorsese são muito importantes, estes “Troubadors” também o são e bem mereciam uma referênciazinha, neste blogue, que diabo…!
A vitória é difícil, mas será nossa…!
Colaboração de Luís Mira
MÚSICAS DE PASSARINHOS

Naqueles tempos, já um tanto ou quanto isolado nos meus gostos musicais no meio dos meus amigos, agarrava-me com unhas e dentes àquela velha máxima que dizia que a Beleza estava nas coisas simples, levantava bem alto essa bandeira e esgrimia com eles, qual Errol Flynn rodeado de piratas por todos os lados…
Fosse a música “Heavy Metal”, “Hard”, “Acid”, “Progressive Rock”, ou lá o que lhe quisessem chamar, quando toda aquela amálgama instrumental começava a bulir com o meu sensível aparelho auditivo, era certo e sabido que me tinham à perna. Tal qual um mestre-escola de aldeia, pegava no ponteiro e batia-lhes no ombro, dizendo-lhes: “Meninos, deixem-se disso! A beleza está na simplicidade…!”
É claro que ficavam piores que estragados e me pagavam da mesma moeda…
Em boa verdade, havia muito de exagero e radicalismo em tudo o que dizíamos uns aos outros, mas essa era a forma de nos “picarmos” mutuamente. Nem eu odiava, de verdade, todas as “músicas deles” da maneira como lhes dizia que odiava, nem eles desprezavam as “minhas” da forma como o propagandeavam…
As lembranças dessas memoráveis discussões batem-me à porta em catadupa, e deixo-as entrar com um sorriso no rosto…
Opor à raiva de “Born to be Wild”, dos Steppenwolf, a ternura de “Tenderness”, da mesma banda, naquele álbum só para Senhoras…
Dizer-lhes que trocaria, sem pestanejar, todos os “Make Me Smile” ou “25 or 6 to 4”, dos Chicago, pela candura de “Colour My World”…
Vender-lhes Tim Buckley, quando eles me garantiam que Isaac Hayes é que era…
Garantir aos “stoneanos” que nutria muito mais simpatia por “Lady Jane”, “As Tears Go By” ou, mais tardiamente, “Wild Horses”, que cheirava a Gram Parsons por todos os lados, do que propriamente pelo Diabo…
Procurar convencê-los de que os seus queridos “Led Zeppelin” só se safavam de ser irremediavelmente maus, desde que lhes pudéssemos juntar a Sandy Denny, como sucedeu no quarto álbum…
Ou de que, dos Velvet Underground, só se aproveitavam as vocalizações da Nico no álbum da banana, “Pale Blue Yes”, “Candy Says”, “Sunday Morning” e muito pouco mais, mas que isso, por si só, já compensava bem todas as patifarias que eles fizeram à Humanidade…!
Dar a “extrema unção” aos Pink Floyd depois do “Dark Side…”, fazendo-os perceber que a caixa registadora que aí se ouvia era altamente sintomática daquelas que passariam a ser as principais preocupações da banda, a partir desse momento. E jurar a pés juntos que, para mim, a melhor música deles continuava a ser uma coisa tão simples e bela como “If”, do álbum da vaquinha…
Preferir as “doves” do Neil Young acústico aos “hawks” do eléctrico…
Confessar-lhes que era com músicas como “The End”, “Riders of the Storm”, “Blue Sunday” ou “Indiam Summer” que os “Doors” faziam acender o meu fogo interior…
Admitir que, sim senhor, “Bridge…”, “The Boxer”ou “Mrs. Robinson” eram grandes músicas, mas que eu as trocaria a todas, de bom grado, por duas ou três outras dos primeiros tempos (“Kathy’s Song”, “The Sun is Burning”, “Most Peculiar Man”, …)
Quanto aos Beatles, lembro-me de ter chateado os mais fanáticos garantindo-lhes que “Junk”, do primeiro LP do Paul, valia bem por cem “get backs”, com a vantagem de vir em dose dupla…
E de John, sempre preferi músicas como “Love” e “Look at Me”, à florzinha no cano da espingarda de “Imagine”.
Sim, eu sei que muitas dessas letras eram demasiado simplistas e repetitivas, tipo “amorzinho” para ali e “minha querida” para acolá… E que falar de Amor nesses tempos de cólera não era, politicamente, muito correcto. Mas, na parte que me diz respeito, que se lixasse! Nunca precisei muito da letra das músicas para me agitar a consciência…
É que, mesmo no domínio da Folk, música tradicionalmente mais “de intervenção”, esse gosto pelas coisas mais singelas se mantinha: a tristeza serena de “For the Good Times”, do Kris Kristofferson; o minimalismo de Mickey Newbury; a música a saber a terra depois da chuva, do Gordon Lightfoot; a imagem de um caixão a partir numa velha estação de comboios, com “Louise” lá dentro, na canção do Paul Siebel; “Close the Door Lightly”, de Eric Andersen; “Everytime”, do Tom Paxton; “Changes” ou “When I’m Gone”, do Phil Ochs; “Farewell, Farewell”, dos Faiport; “The Game is Over”, do John Denver: “Whithered and Died”, de Richard e Linda Thompson; “Love Hurts”, do Granm Parsons; “Sweet Baby James, pela voz do Tom Rush; Tim Hardin e “Misty Roses”; ….
E mesmo no que respeita ao Deus Dylan, se precisasse de escolher uma música dele para me aconchegar, escolheria “I’ll Be Your Baby Tonight”, assim mesmo baixo, muito baixinho, tal qual ficou gravada no “John Wesley Harding”…
Felizmente, a lista é interminável...
Andávamos nós nestas alegres polémicas quando, um belo dia, lhes levo um disco, penso que da Shirley Collins com os “Albion County Band”. Quem conhece estas sonoridades, sabe bem que não se trata de coisa fácil de entrar nos ouvidos. É uma música com um forte sabor bucólico, rural e medieval, muitas vezes feita apenas de vocalizações “a cappella”, ou então com recurso a instrumentos da época onde pontuam flautas, oboés, harpas e outros afins. Um prazer muito especial, que primeiro se estranha e depois entranha, como diria o Poeta…
Começamos então a ouvir o disco quando, de repente, alguém salta e com um ar vitorioso me dispara à queima roupa: “Afinal, o que tu gostas mesmo é de músicas de passarinhos…!!!”
Foi a risota geral, a começar por mim…
Então estes sacaninhas, que nunca se preocuparam nada com os periquitos de “Cirrus Minor”, dos Pink Floyd, com as gaivotas de Salty Dog, ou com os peidos de “Our Song”, de Waters/Geesin, tinham agora o descaramento de acusar a minha música de ser “de passarinhos”…!!! Haveriam os parvalhões de ouvir, muitos anos mais tarde, “From Gardens Where We Feel Secure”, da Virgínia Astley, para ficarem a saber o que era, não só música de “passarinhos”, mas também de borboletas, pirilampos, vacas, suínos e tudo mais o que mexe no campo…!
O certo é que da fama não me livrei e a expressão ficou para a posteridade. Quando, ao longo dos tempos, nos voltávamos a encontrar pelas esquinas da vida, a inevitável pergunta lá vinha: “E então, como é que estamos de músicas de passarinhos…?”
Mas as discussões não iriam durar muito mais tempo. Cada um de nós foi à sua vida e, a determinada altura, eu próprio me refugiei, de vez, no convento da Música Folk, de onde só saí para o mundo exterior em muito raras ocasiões.
Não o digo com grande orgulho, porque a ignorância nunca aproveita a ninguém, mas confesso-vos que sou perfeitamente incapaz de reconhecer, hoje, uma única música de gente de nomeada como Rick Wakeman, Police, Queen, Aerosmith, Duran Duran, Suzy Quatro, Supertramp, 10CC, AC/DC, B52, Sex Pistols, Clash, Ramones, Ian Dury, Prince, só para referir uns quantos que me vêm agora à cabeça… Passaram-me completamente ao lado, tanto mais que já tinha deixado de ouvir rádio há muito tempo…
Em boa verdade, passei como um autista pela segunda metade dos anos 70 e a maior parte dos 80. Um naufrago perdido no oceano, que só voltaria a dar à costa com as águas suaves de Margo Timmins e dos Cowboy Junkies, e de mais alguma gente dessa época ligada à chamada “estética 4AD”…
Mas esta lenga-lenga de hoje vem a propósito de quê, perguntar-me-ão vocês agora…???
É fácil de explicar: porque me lembrei destas histórias quando, um destes dias, acordei a apetecer-me ouvir “Cadence and Cascade”, dos King Crimson, que também é “música de passarinhos” e uma das minhas preferidas da banda de Robert Fripp.
Ok, perfeito…! Mas o que é que esta nobre gente tem a ver com o que acontece ou deixa de acontecer “in the wake of Luís Mira”…?
Nada, é claro…
Talvez eu esteja mas é saudoso de uma boa polémica sobre estes temas, e queira deitar o barro à parede…
Mas acho que não...
Bem lá no fundo, provavelmente o que me apeteceu foi fazer uma espécie de declaração de Amor a esta Música que amo e com quem vivo há mais de 40 anos…
Perdoem-me, como se deve perdoar a todos os apaixonados.
Bom Outono para todos, quando ele, finalmente, chegar!
Do meu lado, garanto-vos que com muita “música de passarinhos”, que sabe bem ouvir no quentinho, com as folhas a cair lá fora e a chuva a bater leve, levemente, nas vidraças. Como se de uma velha Companheira se tratasse e, ao fim de todos estes anos de vida em comum, ainda nos deitássemos os dois a meio da tarde, de mãos dadas…
Colaboração de Luís Mira
A IDEIA DE FAZER UM CONJUNTO...

A ideia de fazer um conjunto musical de três guitarras eléctricas e bateria surgiu entre mim e Duarte Brás, caloiros acabados de chegar a Coimbra em 1961/62, eu de Angola e o Duarte dos Açores.
Conhecemo-nos na sede da AAC (Associação Académica de Coimbra), então ainda no “Palácio dos Grilos”, atrás dos “Gerais”, onde dávamos uns toques de viola na Tuna Académica e aprendíamos o acompanhamento à viola do Fado de Coimbra com o velho barbeiro da AAC.
O Duarte tocava e cantava bem músicas modernas de rock e country, por exemplo do Elvis, Paul Anka, Willie Nelson, Bob Dylan, porque na Ilha Terceira (sua terra natal) estava a Base Americana das Lajes e portanto havia muita e fácil divulgação desse tipo de música.
Comecei a acompanhá-lo nessas músicas, em dueto, improvisando os solos das mesmas. Com esse formato musical chegámos a tocar em algumas festas no Hotel Avenida durante o ano de 1962.
Com o aparecimento dos êxitos internacionais dos Shadows e Cliff Richard, Beatles, Byrds, Animals, Chats Sauvages, Chaussettes Noires, Richard Antonhy, Johnny Hallyday, Eddy Mitchell e outros do género, apercebemo-nos de que tínhamos que alargar o formato do nosso grupo e formar um conjunto que pudesse interpretar as músicas em voga desses famosos artistas.
Conversando com amigos e colegas, soube que o Nuno Figueiredo (meu colega nas Engenharias) tinha jeito para tocar bateria, além de a casa dele ter uma garagem onde podíamos ensaiar. O problema era comprar os instrumentos, amplificadores e microfones, assunto que ficou resolvido quando o pai do Nuno, entusiasmado pela ideia, se ofereceu para ser o “fiador” da compra a prestações dos instrumentos e equipamentos.
Assim nasceu o embrião do nosso conjunto, ainda “coxo” e sem nome. Faltava alguém que tocasse viola baixo e que de preferência tivesse a sua própria guitarra e alguém que cantasse músicas de baile, se possível italianas, pois estavam na moda, mas não eram do estilo do Duarte: Domenico Modugno, Pepino de Capri, Bobby Solo, Rita Pavone, Marino Marini, etc.
Já estávamos em 1963 e então soubemos que um recente caloiro das Engenharias, o Zé Veloso, tocava bem solo/ritmo/baixo e até tinha uma viola eléctrica. Era a cereja no topo do bolo que nos faltava!
Marcámos com ele uma audição na tal garagem e qual não foi o nosso espanto quando o Zé nos aparece todo convencido com a sua guitarra eléctrica “made in Ançã”: uma velha viola de cavilhas, com um auscultador de galena preso com fita adesiva à caixa, para captar o som para o amplificador.
Dispensámos o instrumento, ficámos com o Zé, arranjámos uma guitarra eléctrica emprestada e nasceu assim o conjunto a que chamámos Álamos, de início só um quarteto: guitarra-solo Luís Colaço (Phil), guitarra-ritmo e vocalista Duarte Brás, guitarra-baixo Zé Veloso e baterista Nuno Figueiredo. Juntámos ao grupo, por pouco tempo, um vocalista amigo do Nuno, “puto” de Medicina, especialista a cantar música italiana, o Zé Hermano Gouveia.
Uns meses mais tarde, ouvi um caloiro moçambicano de Engenharia, da “República dos 1000-y-onários”, o Xico Faria, cantar o “Only You”, dos Platters, com uma voz maravilhosa e um estilo sensacional. Logo aí o convidei para uma audição com os Álamos onde foi aceite por unanimidade, o que nos permitiu alargar o nosso reportório a outro tipo de música, dos Platters, Ray Charles, Elvis e outros artistas do género.
Foi esse quinteto (com o Zé Pereira à bateria em substituição do Nuno) que trouxe o nosso sucesso em Coimbra, Bailes de Finalistas do Liceu D. João III, bailes de Faculade, Baile de Gala e Chá Dançante das Queima das Fitas de 1964/65/66/67/68 e muitas outras cidades de Portugal, onde tocámos em Bailes de Finalistas de Liceus e Colégios, célebres Bailes de Carnaval de Loulé e de Torres Vedras, Bailes de Réveillon no Casino Estoril, Casino da Figueira, Casino da Póvoa, Clube de Leça, Clube da Covilhã e Pousada de Alpedrinha.
Além destes bailes e festas ainda tocámos durante um mês de verão no Hotel Savoy, do Funchal, no “Officer’s Mess Club” da Base Americana das Lajes (Açores) e com o Orferão Académico de Coimbra em várias cidades de Angola. Fizémos também “shows” na Televisão em programas dedicados à propaganda da Queima das Fitas de Coimbra.
No auge da nossa carreira tivémos a possibilidade de tocar na Suíça, numa conhecida estância turística de Inverno, mas nem sequer analisámos a proposta, pois estávamos todos em idade militar, com adiamento por motivo de estudos, e não nos seria certamente concedida licença militar para nos ausentarmos para o estrangeiro, tanto mais que havia um angolano e um moçambicano no grupo.
A partir de 1967 e até à dissolução dos Álamos em 1969 por combustão espontânea (cuja data nenhum de nós se recorda) e sem nenhuns problemas internos, houve várias mudanças no formato e no estilo musical do conjunto, que aproveitou a extinção do Conjunto Ligeiro do Orfeão Académico e do Conjunto Scoubidous, para integrar o Rui Ressurreição (órgão eléctrico), Tozé Albuquerque (piano e xilofone) e ainda Carlos Correia-Bóris (guitarra solo e vocalista, saindo Duarte Brás que formou o duo Duarte e Ciríaco). Deixaram o grupo nessa altura o Xico Faria (para a tropa) e o Zé Pereira (substituído pelo Luís Monteiro).
Para a memória e para a estória dos Álamos ficam três coisas muito importantes: uma amizade estreita e fraternal entre os seus membros que perdura até hoje; um testemunho audio de três discos em vinil de 45 r.p.m, o 1º dos quais de qualidade medíocre; um grande grupo de fiéis amigos e colegas (a nossa velha e incondicional claque de apoio de Coimbra) que periodicamente reunimos em convívio ao som de boa música dos anos 60/70, com fartas comidas e bebidas e, claro está, fados de Coimbra para encerrar, em especial a Balada da Despedida do VI ano Médico, cujo genial autor e intérprete foi Fernando Machado Soares.
Colaboração de Luís Filipe Colaço, em Luanda
FERNANDO CONDE

Em Espanha, gravei e editei na Hispavox um segundo disco em vinil de côr, em que canto, por exemplo, "Solamente Una Vez" e "Maria No Mas".
domingo, 16 de outubro de 2011
J'AIME
BEACH BOYS

RESTAURANTE PÉ NU
sábado, 15 de outubro de 2011
MISSA DOS QUILOMBOS

MIREILLE MATHIEU

BARCLAY - 71.210 M - edição francesa
ANTENA

NATAL À PORTA

BEADY EYE NO RIO DE JANEIRO
PAUL McCARTNEY NA "CARAS"
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
MELODIAS PARA SEMPRE

VOZES DA RÁDIO




