Foi nesta sala que Madeleine se sentou a contemplar o “Retrato de Carlota Valdez” que, obviamente, é fictício. Scottie repara que o “bouquet” de flores que ela leva na mão é igualzinho ao do retrato, o mesmo sucedendo em relação à maneira como ela arranja o seu cabelo.
domingo, 27 de dezembro de 2009
LUGARES DE VERTIGO 04
LUGARES DE VERTIGO 03
1000 Mansion Street, esquina com a Sacramento Street.Era a residência de Madeleine. No filme Scottie espera por ela no passeio em frente (duas vezes…), para a seguir quando a vê sair no seu Jaguar Mark VIII verde.O edifício, que é a sede do “The Brooklebank”, está impressionantemente intacto nos dias de hoje. E eu não deixei de entrar e de dar uma voltinha lá por dentro…
LUGARES DE VERTIGO 02
847 Montgomery Street, o local onde se encontrava o antigo Ernie’s Restaurant, que era um restaurante de sucesso na San Francisco daqueles tempos, onde Hitchcock também costumava ir. Já não existe nos dias de hoje.Num filme tão marcado pelo número dois (duas mulheres, duas subidas à torre, duas mortes, dois julgamentos…), decorrem aqui duas cenas: uma logo no início, quando Scottie vê Madeleine pela primeira vez; outra no final, quando Scottie pensa que transformou Judy em Madeleine e a leva a jantar ao mesmo sítio.
LUGARES DE VERTIGO 01
Eu já tinha percebido que, cada vez que penso ter uma grande “pancada” por qualquer coisa (um livro, um filme, uma música, ….), aparece sempre alguém que tem exactamente a mesma “pancada” que eu tenho, mas elevada à décima potência. E isso aconteceu-me de novo agora, com a história que vos vou contar.
“Vertigo”, que Alfred Hitchcock realizou em 1958, é um dos filmes da minha vida, daqueles que levaria, sem pestanejar, para a tal ilha deserta. Razões há muitas, objectivas e subjectivas, mas não é isso que me trás hoje aqui…
Acontece que, neste meu regresso a San Francisco, tinha decidido fazer uma peregrinação mais ou menos exemplar aos lugares onde “Vertigo” foi filmado. Não me perguntem porquê. Apeteceu-me… Podia ter-me dado para outra coisa, mas deu-me para isso…!
Ainda em Lisboa, revi pela enésima vez o filme com muito cuidado, tomei as anotações que me pareceram necessárias e, ao chegar a Frisco, meti mãos à obra…
Quanto já estava no “Palace of the Legion of Honor”, um dos lugares de “Vertigo”, reparei que estava anunciado um ciclo de Cinema exclusivamente com filmes rodados em SF, e vi que esse ciclo se iniciava, precisamente, com o “Vertigo”. Reparei, também, que a sessão de abertura incluía uma palestra de Jef Kraft, um dos autores do livro “Footspeps in the Fog – Alfred Hitchcocks’s San Francisco”. A milésima obra sobre Hitchcock, disse cá para mim, e segui caminho porque, já que tinha vindo ao museu, aproveitaria para ver uma exposição sobre “Women Impressionists” que me pareceu interessante, e era mesmo.
No final segui o meu velho hábito de passar pela livraria do museu comprar um catálogo da exposição e reparei numa enorme pilha de livros que lá estavam, que não eram mais do que o tal “Footsteps in the Fog” sobre o Hitchcok de que vos falei. Folheei-o, por curiosidade, e nem queria acreditar no que os meus olhos viam. O que os malucos dos dois autores (Aaron Leventhal é o co-autor) faziam no seu livro não era mais do que aquilo que eu me preparava para fazer com o “Vertigo”! Eles estavam-se nas tintas para os aspectos éticos, estéticos e técnicos da obra de Hitchcock, e a única coisa que lhes interessava eram os aspectos, digamos, paisagísticos. Propunham-se inventariar todas as cenas de exteriores que aparecem nos filmes do autor de “Os Pássaros” que tivessem sido filmadas na Califórnia, mesmo que o enredo situasse a acção noutro local ou noutro país, como era o caso de “Rebeca”, de que já aqui vos falei. E o objectivo do livro era colocar, a par, um fotograma do filme com uma fotografia do local onde a cena tivesse sido filmada, tal como está nos dias de hoje. Levaram esse propósito até às últimas consequências: se as cenas se passassem em telhados, eles iam à procura dos telhados…; tratando-se de uma cena de interiores, mas com uma determinada vista que se apercebia ao fundo, de uma janela, eles iam à procura dessa vista…; e por aí fora…
É claro que comprei logo o livro e é também óbvio que ele me foi de grande utilidade na minha pesquisa, fazendo-me ganhar tempo e dando-me certezas absolutas em aspectos onde, até então, só tinha dúvidas.
A brincadeira que agora vos proponho é essa: passar aqui as minhas fotografias dos lugares de “Vertigo” que seleccionei, e comentá-las. Isto vai exigir uma identificação precisa de cada fotografia e é natural que tenha de vos enviar este texto em duas fases, para permitir o número de fotografias necessárias.
Espero que se lembrem razoavelmente bem do enredo do filme, porque não lhes irei contar a história toda… Mas, como “pontapé de saída”, sempre vos recordarei que Scottie Fergunson (James Stewart) era um detective da polícia de San Francisco que, juntamente com outro colega, perseguia um ladrão pelos telhados de um edifício da cidade quando, ao dar um salto entre telhados, escorregou e ficou agarrado a um parapeito. O colega deitou-lhe uma mão para o ajudar mas Scottie sofria de vertigens e descontrolou-se. Acabou por sair ileso da situação, mas pior sorte teve o colega que se despenhou no vazio…
Estava Scottie a preparar-se para entrar em pré-reforma quando um antigo colega da Universidade, Gavin Elster, foi ter com ele e lhe pediu ajuda num trabalho. A sua mulher, Madeleine (Kim Novak) estava com comportamentos estranhos e ele queria que Scottie a seguisse. Scottie começou por recusar, mas Gavin assegurou-lhe que não se tratava de nenhum problema passional… Era coisa mais grave que lhe fazia temer pela própria vida da mulher. Combinaram, então, que se encontrariam num restaurante para que Scottie visse a mulher, e depois logo decidiria se aceitaria o trabalho, ou não, … E é claro que Scottie, depois de ver a Madeleine/Kim Novak, aceitou…!
Vamos então às cenas.
Colaboração de Luís Mira
“Vertigo”, que Alfred Hitchcock realizou em 1958, é um dos filmes da minha vida, daqueles que levaria, sem pestanejar, para a tal ilha deserta. Razões há muitas, objectivas e subjectivas, mas não é isso que me trás hoje aqui…
Acontece que, neste meu regresso a San Francisco, tinha decidido fazer uma peregrinação mais ou menos exemplar aos lugares onde “Vertigo” foi filmado. Não me perguntem porquê. Apeteceu-me… Podia ter-me dado para outra coisa, mas deu-me para isso…!
Ainda em Lisboa, revi pela enésima vez o filme com muito cuidado, tomei as anotações que me pareceram necessárias e, ao chegar a Frisco, meti mãos à obra…
Quanto já estava no “Palace of the Legion of Honor”, um dos lugares de “Vertigo”, reparei que estava anunciado um ciclo de Cinema exclusivamente com filmes rodados em SF, e vi que esse ciclo se iniciava, precisamente, com o “Vertigo”. Reparei, também, que a sessão de abertura incluía uma palestra de Jef Kraft, um dos autores do livro “Footspeps in the Fog – Alfred Hitchcocks’s San Francisco”. A milésima obra sobre Hitchcock, disse cá para mim, e segui caminho porque, já que tinha vindo ao museu, aproveitaria para ver uma exposição sobre “Women Impressionists” que me pareceu interessante, e era mesmo.
No final segui o meu velho hábito de passar pela livraria do museu comprar um catálogo da exposição e reparei numa enorme pilha de livros que lá estavam, que não eram mais do que o tal “Footsteps in the Fog” sobre o Hitchcok de que vos falei. Folheei-o, por curiosidade, e nem queria acreditar no que os meus olhos viam. O que os malucos dos dois autores (Aaron Leventhal é o co-autor) faziam no seu livro não era mais do que aquilo que eu me preparava para fazer com o “Vertigo”! Eles estavam-se nas tintas para os aspectos éticos, estéticos e técnicos da obra de Hitchcock, e a única coisa que lhes interessava eram os aspectos, digamos, paisagísticos. Propunham-se inventariar todas as cenas de exteriores que aparecem nos filmes do autor de “Os Pássaros” que tivessem sido filmadas na Califórnia, mesmo que o enredo situasse a acção noutro local ou noutro país, como era o caso de “Rebeca”, de que já aqui vos falei. E o objectivo do livro era colocar, a par, um fotograma do filme com uma fotografia do local onde a cena tivesse sido filmada, tal como está nos dias de hoje. Levaram esse propósito até às últimas consequências: se as cenas se passassem em telhados, eles iam à procura dos telhados…; tratando-se de uma cena de interiores, mas com uma determinada vista que se apercebia ao fundo, de uma janela, eles iam à procura dessa vista…; e por aí fora…
É claro que comprei logo o livro e é também óbvio que ele me foi de grande utilidade na minha pesquisa, fazendo-me ganhar tempo e dando-me certezas absolutas em aspectos onde, até então, só tinha dúvidas.
A brincadeira que agora vos proponho é essa: passar aqui as minhas fotografias dos lugares de “Vertigo” que seleccionei, e comentá-las. Isto vai exigir uma identificação precisa de cada fotografia e é natural que tenha de vos enviar este texto em duas fases, para permitir o número de fotografias necessárias.
Espero que se lembrem razoavelmente bem do enredo do filme, porque não lhes irei contar a história toda… Mas, como “pontapé de saída”, sempre vos recordarei que Scottie Fergunson (James Stewart) era um detective da polícia de San Francisco que, juntamente com outro colega, perseguia um ladrão pelos telhados de um edifício da cidade quando, ao dar um salto entre telhados, escorregou e ficou agarrado a um parapeito. O colega deitou-lhe uma mão para o ajudar mas Scottie sofria de vertigens e descontrolou-se. Acabou por sair ileso da situação, mas pior sorte teve o colega que se despenhou no vazio…
Estava Scottie a preparar-se para entrar em pré-reforma quando um antigo colega da Universidade, Gavin Elster, foi ter com ele e lhe pediu ajuda num trabalho. A sua mulher, Madeleine (Kim Novak) estava com comportamentos estranhos e ele queria que Scottie a seguisse. Scottie começou por recusar, mas Gavin assegurou-lhe que não se tratava de nenhum problema passional… Era coisa mais grave que lhe fazia temer pela própria vida da mulher. Combinaram, então, que se encontrariam num restaurante para que Scottie visse a mulher, e depois logo decidiria se aceitaria o trabalho, ou não, … E é claro que Scottie, depois de ver a Madeleine/Kim Novak, aceitou…!
Vamos então às cenas.
Colaboração de Luís Mira
sábado, 26 de dezembro de 2009
CARLOS MENEZES

Há 89 anos, a 29 de Setembro de 1920, nascia na ilha da Madeira Carlos Menezes, o primeiro músico de jazz português reconhecido internacionalmente e o pioneiro na introdução da guitarra eléctrica em Portugal. A estreia deste instrumento – então amplificado de forma improvisada – ocorreu na boite Nina, em Lisboa, por volta de 1944.
Ao longo de uma carreira de mais de 70 anos, a guitarra de Menezes fez-se ouvir em vários países e cruzou-se com músicos como Don Byas, Max, Tony Amaral, Jorge Costa Pinto (com cuja orquestra, a primeira big-band criada em Portugal, gravou em 1963 para a RTP), Mário Simões e Shegundo Galarza (com o qual actuou nos Estados Unidos), estando registada em centenas de discos gravados na Emissora Nacional pelo sistema de sobreposição.
A sua ligação ao concelho de Cascais data do final dos anos 40, época em que começou a actuar no Casino Estoril. Foi, aliás, neste casino que foi descoberto, nos anos 50, por Steve Race, crítico de música da prestigiada revista Melody Maker, que o colocou no dicionário dos grandes guitarristas mundiais, tornando-o o primeiro jazzman português a internacionalizar-se como tal.
Para além de uma longa carreira na Emissora Nacional, como músico da orquestra ligeira, e de inúmeras gravações para a RTP, a sua exímia técnica na guitarra e a ligação ao Hot Clube de Portugal e a Luís Villas-Boas, asseguraram a participação em múltiplas jam-sessions na cave da Praça da Alegria.
in Jazz No País Do Improviso!
PS - No passado dia 30 de Setembro, a Câmara Municipal de Cascais homenageou os 89 anos de vida e os 85 de guitarra de Carlos Menezes, atribuindo-lhe uma placa comemorativa.
Ao longo de uma carreira de mais de 70 anos, a guitarra de Menezes fez-se ouvir em vários países e cruzou-se com músicos como Don Byas, Max, Tony Amaral, Jorge Costa Pinto (com cuja orquestra, a primeira big-band criada em Portugal, gravou em 1963 para a RTP), Mário Simões e Shegundo Galarza (com o qual actuou nos Estados Unidos), estando registada em centenas de discos gravados na Emissora Nacional pelo sistema de sobreposição.
A sua ligação ao concelho de Cascais data do final dos anos 40, época em que começou a actuar no Casino Estoril. Foi, aliás, neste casino que foi descoberto, nos anos 50, por Steve Race, crítico de música da prestigiada revista Melody Maker, que o colocou no dicionário dos grandes guitarristas mundiais, tornando-o o primeiro jazzman português a internacionalizar-se como tal.
Para além de uma longa carreira na Emissora Nacional, como músico da orquestra ligeira, e de inúmeras gravações para a RTP, a sua exímia técnica na guitarra e a ligação ao Hot Clube de Portugal e a Luís Villas-Boas, asseguraram a participação em múltiplas jam-sessions na cave da Praça da Alegria.
in Jazz No País Do Improviso!
PS - No passado dia 30 de Setembro, a Câmara Municipal de Cascais homenageou os 89 anos de vida e os 85 de guitarra de Carlos Menezes, atribuindo-lhe uma placa comemorativa.
SLOOP JOHN B
DIÁRIO DE NOTÍCIAS: OS MELHORES DE 2009

Também o "Diário de Notícias" escolheu o álbum "Merriweather Post Pavillion", dos Animal Collective, como o melhor de 2009, mas com uma linguagem muito mais terrena:
Aqui ouvimos os Animal Collective a entregarem-se de corpo e alma a canções pop electrónica, num disco que renova tudo o que até agora ouvimos. Provavelmente uma verdadeira obra-prima dos anos zero.
in NS, Diário de Notícias, 26 de Dezembro de 2009, pág. 69
A lista dos 10 melhores álbuns é a seguinte:
01 - Merriweather Post Pavillion - Animal Collective
Aqui ouvimos os Animal Collective a entregarem-se de corpo e alma a canções pop electrónica, num disco que renova tudo o que até agora ouvimos. Provavelmente uma verdadeira obra-prima dos anos zero.
in NS, Diário de Notícias, 26 de Dezembro de 2009, pág. 69
A lista dos 10 melhores álbuns é a seguinte:
01 - Merriweather Post Pavillion - Animal Collective
02 - Veckatimest - Grizzly Bear
03 - Album - Girls
04 - Yes - Pet Shop Boys
05 - Bitte Orca - Dirty Projectors
06 - Fever Ray - Fever Ray
07 - Phrazes For The Young - Julian Casablancas
08 - Begone Dull Care - Junior Boys
09 - LP - Discovery
KAMPUCHEA FOI HÁ 30 ANOS

ATLANTIC - ATL 60153 - edição portuguesa (1981)
DISCO 1
Lado A
Baba O'Riley (Who) - Sister Disco (Who) - Behind Blue Eyes (Who) - See Me, Feel Me (Who)
Lado B
The Wait (Pretenders) - Precious (Pretenders) - Tattooed Love Boys (Pretenders) - The Imposter (Elvis Costello & the Attractions) - Crawling From The Wreckage (Rockpile) - Little Sister (Rockpile with Robert Plant)
DISCO 2
DISCO 1
Lado A
Baba O'Riley (Who) - Sister Disco (Who) - Behind Blue Eyes (Who) - See Me, Feel Me (Who)
Lado B
The Wait (Pretenders) - Precious (Pretenders) - Tattooed Love Boys (Pretenders) - The Imposter (Elvis Costello & the Attractions) - Crawling From The Wreckage (Rockpile) - Little Sister (Rockpile with Robert Plant)
DISCO 2
Lado A
Now I'm Here (Queen) - Armagideon Time (Clash) - Hit Me With Your Rhythm Stick (Ian Dury and the Blockheads) - Monkey Man (Specials)
Lado B
Got To Get You Into My Life (Paul McCartney & Wings) - Every Night (Paul McCartney & Wings) - Coming Up (Paul McCartney & Wings), Lucille (Rockestra), Let It be (Rockestra), Rockestra Theme (Rockestra)
O primeiro dos quatro concertos a favor do povo de Kampuchea/Cambodja realizou-se no dia 26 de Dezembro de 1979, no Hammersmith Odeon, em Londres, faz hoje exactamente 30 anos.
Organizados por Paul McCartney, os concertos foram a segunda iniciativa de solidariedade do rock a seguir aos concertos de Bangla Desh, em 1971, organizados também por um Beatle, George Harrison.
Kurt Waldheim, então secretário-geral das Nações Unidas, gostaria que o evento tivesse resultado numa reunião dos Beatles.
Lado B
Got To Get You Into My Life (Paul McCartney & Wings) - Every Night (Paul McCartney & Wings) - Coming Up (Paul McCartney & Wings), Lucille (Rockestra), Let It be (Rockestra), Rockestra Theme (Rockestra)
O primeiro dos quatro concertos a favor do povo de Kampuchea/Cambodja realizou-se no dia 26 de Dezembro de 1979, no Hammersmith Odeon, em Londres, faz hoje exactamente 30 anos.
Organizados por Paul McCartney, os concertos foram a segunda iniciativa de solidariedade do rock a seguir aos concertos de Bangla Desh, em 1971, organizados também por um Beatle, George Harrison.
Kurt Waldheim, então secretário-geral das Nações Unidas, gostaria que o evento tivesse resultado numa reunião dos Beatles.
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Paul McCartney,
solidariedade
O NATAL NÃO ACABOU ONTEM

FOREIGN MEDIA MUSIC - 5034
Silent Night (John McCormack & Frank Patterson) - Away In A Manger (RTÉ Cór na nÓg) - Don Oíche Úd I mBeithil (Rós Ní Dhubháin) - Adeste Fideles (Frank Patterson) - O Holy Night (Deirdre Masterson, Rosalind McGrane, Michèle Sheridan) - Hark! The Herald Angels Sing (Irish Philharmonic Chorus and RTÉ Cór na nÓg) - The Wexford Carol (Owen Brady) - Joy To The World (Frank Patterson) - Angels We Have Heard On High (RTÉ Cór na nÓg and Owen Brady) - Suantraí Na Maighdine (Rós Ní Dhubháin) - Ave Maria (Deirdre Masterson, Rosalind McGrane, Michèle Sheridan) - The Little Drummer Boy (Frank Patterson) - Ding Dong! Merrily On High (Irish Philharmonic Chorus) - Rug Muire Mac Do Dhia (Rós Ní Dhubháin) - The First Noel (RTÉ Cór na nÓg) - Little Town Of Bethlehem (Frank Patterson)
Silent Night (John McCormack & Frank Patterson) - Away In A Manger (RTÉ Cór na nÓg) - Don Oíche Úd I mBeithil (Rós Ní Dhubháin) - Adeste Fideles (Frank Patterson) - O Holy Night (Deirdre Masterson, Rosalind McGrane, Michèle Sheridan) - Hark! The Herald Angels Sing (Irish Philharmonic Chorus and RTÉ Cór na nÓg) - The Wexford Carol (Owen Brady) - Joy To The World (Frank Patterson) - Angels We Have Heard On High (RTÉ Cór na nÓg and Owen Brady) - Suantraí Na Maighdine (Rós Ní Dhubháin) - Ave Maria (Deirdre Masterson, Rosalind McGrane, Michèle Sheridan) - The Little Drummer Boy (Frank Patterson) - Ding Dong! Merrily On High (Irish Philharmonic Chorus) - Rug Muire Mac Do Dhia (Rós Ní Dhubháin) - The First Noel (RTÉ Cór na nÓg) - Little Town Of Bethlehem (Frank Patterson)
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
PÚBLICO: OS MELHORES DE 2009

Para o jornal "Público", são estes os 10 melhores álbuns de 2009:
01 - Merriweather Post Pavillion - Animal Collective
01 - Merriweather Post Pavillion - Animal Collective
02 - Veckatimest - Grizzly Bear
03 - Bitte Orca - Dirty Projectors
04 - Mulatu Astatké & The Heliocentrics - Mulatu Astatke
05 - XX - XX
06 - Jewellery - Micachu & the Shapes
07 - Muda Que Muda - João Coração
08 - Hospice - Antlers
09 - Sometimes I Wish We Were An Eagle - Bill Callahan
10 - Monoliths & Dimensions - Sunn O)))
O que quererá dizer isto?:
Assemelham-se (Animal Collective) cada vez mais a uma experiência sensorial, onde nada repousa sobre um plano fixo. Este álbum é a imagem dessa projecção estereoscópica: uma folia psicadélica que desmascara cores atrás de cores, num efeito de encanto multidimensional.
in Ípsilon, Público, 24 de Dezembro de 2009, pág. 14
10 - Monoliths & Dimensions - Sunn O)))
O que quererá dizer isto?:
Assemelham-se (Animal Collective) cada vez mais a uma experiência sensorial, onde nada repousa sobre um plano fixo. Este álbum é a imagem dessa projecção estereoscópica: uma folia psicadélica que desmascara cores atrás de cores, num efeito de encanto multidimensional.
in Ípsilon, Público, 24 de Dezembro de 2009, pág. 14
HITS OF PORTUGAL
MONKEES
KASABIAN

SONY MUSIC - 8869 7518 312 - 2009
Underdog - Where Did All The Love Go? - Swarfiga - Fast Fuse - Take Aim - Thick As Thieves - West Ryder Silver Bullet - Vlad The Impaler - Ladies And Gentlemen, Roll The Dice - Secret Alphabets (Helmut Zacharias) - Fire - Happiness
Bastou Noel Gallagher dizer que era a melhor banda do planeta para todo o Mundo correr atrás...
Underdog - Where Did All The Love Go? - Swarfiga - Fast Fuse - Take Aim - Thick As Thieves - West Ryder Silver Bullet - Vlad The Impaler - Ladies And Gentlemen, Roll The Dice - Secret Alphabets (Helmut Zacharias) - Fire - Happiness
Bastou Noel Gallagher dizer que era a melhor banda do planeta para todo o Mundo correr atrás...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
TOP FIVE DE CINCO CANÇÔES DE (NÃO) NATAL
Nick Hornby começa assim o seu “Febre no Estádio”:
Apaixonei-me pelo futebol tal como viria, mais tarde, a apaixonar-me pelas mulheres: de súbito, inexplicavelmente, sem o menor sentido crítico, sem pensar na dor ou perturbação que me viria a provocar.
Hornby é um fanático adepto do Arsenal, cliente fiel da bancada norte de “Hughbury”, o velho estádio do Arsenal em Londres. Agora andará por uma qualquer bancada do “Emyrates Stadium”, mas onde, livremente, possa chamar nomes ao árbitro e mandar os jogadores do Arsenal àquela parte…
Hornby também escreveu “Alta Fidelidade”, que deu num filme de Stephen Ferars, com o John Cusak a fazer de Rib Gordon, o dono de uma loja, mais que falida, a Championship Vinyl, que só vende discos de vinil: “punk, blues, soul e R&B, um pouco de ska, alguns discos de independentes, algum pop dos anos 60 - tudo para o coleccionador sério".
Gordon é um chalado de fazer listas de cinco-qualquer-coisa. Aliás o livro abre com ele a fazer uma lista de namoradas: “As minhas cinco namoradas mais memoráveis de todos os tempos, que levaria para uma ilha deserta, por ordem cronológica".
E surgem os nomes das cinco pequenas.
Foi quando sorveu a última gota de gin, quando as pedras de gelo tilintaram no fundo copo, junto à rodela de limão amarelo, e a olhar o piscar das luzinhas da árvore de Natal, que lhe deu, à boa maneira de Rib Gordon, para elaborar uma lista de cinco canções de Natal que não são propriamente de Natal mas que ele entende que são:
1) If I Should Fall From Grace With God – The Pogues
2) Innocent When You Dream (Barroom) – Tom Waits
3) Like An Angel Passing Through My Room – Anne Sofie Von Hotter
4) Smile – Nat “King” Cole
5) Love Been Good To Me – Frank Sinatra
Como não sabe se voltará por estes dias, deixa aqui os votos de um Bom Natal.
SE possível…
Colaboração de Gin-Tonic
Apaixonei-me pelo futebol tal como viria, mais tarde, a apaixonar-me pelas mulheres: de súbito, inexplicavelmente, sem o menor sentido crítico, sem pensar na dor ou perturbação que me viria a provocar.
Hornby é um fanático adepto do Arsenal, cliente fiel da bancada norte de “Hughbury”, o velho estádio do Arsenal em Londres. Agora andará por uma qualquer bancada do “Emyrates Stadium”, mas onde, livremente, possa chamar nomes ao árbitro e mandar os jogadores do Arsenal àquela parte…
Hornby também escreveu “Alta Fidelidade”, que deu num filme de Stephen Ferars, com o John Cusak a fazer de Rib Gordon, o dono de uma loja, mais que falida, a Championship Vinyl, que só vende discos de vinil: “punk, blues, soul e R&B, um pouco de ska, alguns discos de independentes, algum pop dos anos 60 - tudo para o coleccionador sério".
Gordon é um chalado de fazer listas de cinco-qualquer-coisa. Aliás o livro abre com ele a fazer uma lista de namoradas: “As minhas cinco namoradas mais memoráveis de todos os tempos, que levaria para uma ilha deserta, por ordem cronológica".
E surgem os nomes das cinco pequenas.
Foi quando sorveu a última gota de gin, quando as pedras de gelo tilintaram no fundo copo, junto à rodela de limão amarelo, e a olhar o piscar das luzinhas da árvore de Natal, que lhe deu, à boa maneira de Rib Gordon, para elaborar uma lista de cinco canções de Natal que não são propriamente de Natal mas que ele entende que são:
1) If I Should Fall From Grace With God – The Pogues
2) Innocent When You Dream (Barroom) – Tom Waits
3) Like An Angel Passing Through My Room – Anne Sofie Von Hotter
4) Smile – Nat “King” Cole
5) Love Been Good To Me – Frank Sinatra
Como não sabe se voltará por estes dias, deixa aqui os votos de um Bom Natal.
SE possível…
Colaboração de Gin-Tonic
LOVE AND HAPPINESS!

A propósito de se ter andado por aqui a falar da Emmylou Harris recentemente, lembrei-me deste disco dela com o Mark Knopfler, publicado em 2006. Na altura foi muito maltratado pela “crítica”, o que me despertou o interesse de o ouvir…
Está longe de ser um grande disco, mas tem um punhado de boas canções. Gosto, em especial, de uma delas que se chama “Love and Hapiness”, a que vou buscar a minha mensagem de “Bom Natal e Excelente Ano 2010” para o LPA e todos os viajantes deste blogue:
You will always have a lucky star
that shines because of what you are
even in the deepest dark
because your aim is true
and if I could only have one wish
darling, then it would be this
love and happiness for you
Um abraço do
Luis Mira
Está longe de ser um grande disco, mas tem um punhado de boas canções. Gosto, em especial, de uma delas que se chama “Love and Hapiness”, a que vou buscar a minha mensagem de “Bom Natal e Excelente Ano 2010” para o LPA e todos os viajantes deste blogue:
You will always have a lucky star
that shines because of what you are
even in the deepest dark
because your aim is true
and if I could only have one wish
darling, then it would be this
love and happiness for you
Um abraço do
Luis Mira
IÊ IÊ IÊ

ROSA CELESTE - RC0001/2009 - edição brasileira (2009)
Iê Iê Iê (Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown/Marisa Monte)- A Casa É Sua - Aonde Você For - Vem Cá (Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown/Marisa Monte) - Longe - Invejoso (Arnaldo Antunes/Liminha) - Envelhecer - Sua Menina (Arnaldo Antunes/Liminha/Paulo Miklos) - Um Kilo - Sim Ou Não - Meu Coração - Luz Acesa
Iê Iê Iê (Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown/Marisa Monte)- A Casa É Sua - Aonde Você For - Vem Cá (Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown/Marisa Monte) - Longe - Invejoso (Arnaldo Antunes/Liminha) - Envelhecer - Sua Menina (Arnaldo Antunes/Liminha/Paulo Miklos) - Um Kilo - Sim Ou Não - Meu Coração - Luz Acesa
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